Curso do Insper debate a integração da União Europeia
Existe união entre os países da Europa? Quais são os efeitos do Tratado de Lisboa? Quem paga a conta do grupo? Essas são algumas das questões que serão respondidas no curso União Europeia, oferecido pelo Insper (antigo Ibmec São Paulo) em setembro. Serão debatidos os problemas macroeconômicos, os desafios de uma moeda única, a livre movimentação de trabalhadores e serviços, questões políticas, além de casos atuais de concorrência e as diferenças de visões com outros países. O curso é fomentado pelo programa europeu Jean Monnet, que tem como missão difundir o estudo das questões de integração europeia.
Destinado aos profissionais que mantêm negócios ou relações que envolvam a União Europeia, o programa de 16 aulas aborda, com profundidade, o processo de integração da Europa, a legislação existente e princípios aplicáveis às regras e diretrizes do Direito Comunitário Europeu. Em sua quinta edição no Brasil, o curso contará com a participação dos professores Daniel Gisberger, fundador da Faculdade de Direito da Universidade de Lucerna, na Suíça; e Peter Sester, professor Honorário na Universidade de Freiburg e professor na Universidade de Karlsruhe, ambas na Alemanha.
Curso União Europeia – Aspectos Econômicos Políticos e Jurídicos da Integração
Matrículas: até 4 de setembro*
Início das Aulas: 8 de setembro
Horário: das 18h30 às 21h30
Carga horária: 45 horas/aula
Local: Campus Insper
Rua Quatá, 300 – Vila Olímpia – São Paulo/SP
Inscrições pelo site: www.insper.edu.br/insper-direito/seminario-uniao-europeia
As aulas serão ministradas em inglês e não contarão com transmissão simultânea.
*Sujeito a alteração sem prévio aviso em função do número de vagas
Curso do Insper debate a integração da União Europeia
agosto 25, 2010Argentina sedia 39ª Cúpula do Mercosul a partir de amanhã
agosto 1, 2010Começa amanhã (2) na cidade de San Juan, no Oeste da Argentina, a 39ª Cúpula do Mercosul, que reunirá os presidentes dos quatro países que integram o bloco: Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai. Também participarão do encontro autoridades dos países associados e de instituições internacionais.
Atualmente, o Chile, a Bolívia, o Peru, a Venezuela, Colômbia e o Equador são os associados ao Mercosul, mantendo acordos de livre comércio com o bloco. Os quatro presidentes dos países-membros somente terão atividades oficiais na terça-feira (3), quando anunciarão os resultados da cúpula e concederão entrevista à imprensa.
Entre os convidados a participar do encontro estão representantes da Corporação Andina de Fomento (CAF), do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), da Associação Latino-Americana de Integração (Aladi) e da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal), entre outros.
Segundo o embaixador do Brasil na Argentina, Enio Cordeiro, o Mercosul é um sucesso no que se refere à aproximação dos quatro países que o compõem. Em entrevista recente à Agência Brasil, Cordeiro destacou que a realidade política entre as nações integrantes não existiria sem um marco de aproximação como o bloco.
Enio Codeiro reconhece que ainda existem dificuldades no Mercosul. “É verdade que alguns setores não estão incluídos na área de livre comércio, como é o caso do automotivo e o do açúcar”, disse o embaixador. “O comércio entre os países ainda se ressente de reconhecimento fitossanitário e, algumas vezes, há controles adicionais nas fronteiras que afetam o comércio do bloco. Em matéria de união aduaneira, ainda não existe 100% de observância da tarifa externa comum. Isso, no entanto, não significa um fracasso do Mercosul.”
De acordo com o embaixador brasileiro, as dificuldades ainda detectadas no Mercosul significam que existe um desafio na área de integração que deve ser resolvido. “Mais do que resolver essas dificuldades com o rigor da letra de um tratado, é preciso encontrar fórmulas criativas para resolvê-las e para manter sempre viva a integração regional”, acrescentou Cordeiro.
O embaixador disse que, como todo organismo de integração, o bloco provoca entusiasmo e críticas em todos os países que o integram. Apesar das visões pessimistas sobre o bloco, ele é uma realidade consolidada. “O Mercosul demonstrou sua vitalidade e necessidade políticas. Mais do que um projeto econômico e comercial, é um projeto político. Tem um fundamento e uma base que lhe dá unidade e que o transforma numa determinação política do Brasil, da Argentina, do Uruguai e do Paraguai de se aproximarem.”
Fonte: Jornal do Comércio
Produtos brasileiros continuam a perder mercado para a China, afirma CNI
julho 16, 2010Brasília – O Brasil precisa ampliar a desoneração das vendas externas, reduzir os custos de transporte e baratear o crédito para o comércio exterior para fazer frente ao crescimento das exportações da China. Esse posicionamento consta de relatório divulgado nesta quinta-feira pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Segundo a entidade, os produtos brasileiros continuam a perder mercado para os chineses.
A participação da China nas importações brasileiras continua a crescer. No primeiro trimestre deste ano, as mercadorias chinesas correspondiam a 13,71% do que o Brasil comprava no exterior, contra 2,19% há dez anos. A participação chinesa das importações do Brasil só perde para os Estados Unidos, cuja fatia é de 14,8%.
De acordo com a economista Sandra Rios, consultora da CNI, a melhoria da competitividade dos produtos chineses não se deve apenas à desvalorização do yuan, a moeda da China, nem aos subsídios aplicados pelo governo comunista. Ela destaca que o país tem apostado em capacitação profissional e na melhoria da qualidade dos produtos.
“A China tem feito investimentos significativos em educação e na melhoria dos produtos. Aliado à política cambial, aos subsídios para a produção e à oferta de crédito a juros nulos, a China reúne qualidades que outros países não têm condições de adotar”, diz a consultora.
Segundo a economista, o aumento das exportações de bens de capital da China, nos últimos anos, é a prova da melhoria da qualidade dos produtos do país asiático. “A imagem de que a China só vende camisetas, sapatos e confecções de baixa qualidade é coisa do passado”, ressalta. Atualmente, os eletrodomésticos (32%) e os bens de capital (21%) respondem pela maior parte das exportações chinesas.
Para Sandra, o Brasil tem de agir internamente para melhorar a competitividade das exportações e também investir na agenda internacional. “Na frente internacional, o Brasil deve insistir para que a China reduza os subsídios domésticos e permita que o câmbio volte a níveis mais realistas”, sugere.
Desde o ano passado, a China superou os Estados Unidos e virou o principal destino das mercadorias brasileiras. Apesar de o país ser grande consumidor de produtos primários do Brasil, a economista afirma que o cenário é preocupante. “O crescimento das exportações tem sido puxado pela demanda de produtos primários pelos asiáticos. Isso não é negativo, mas o problema é que Brasil tem tido dificuldades de manter o mercado de produtos industrializados”, acrescenta.
Fonte: O Estado de Minas
Representantes do Brasil e da França dicutem formas de aumentar comércio e investimentos bilaterais
maio 12, 2010Será realizada nesta quinta-feira(13/5), às 10h, no Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), a reunião do Comitê Técnico para Promoção Comercial e Investimentos Brasil-França. O secretário de Comércio Exterior do MDIC, Welber Barral, chefia a delegação brasileira, que terá a participação de representantes de diversos órgãos do Governo Federal.
Doze representantes do governo francês vão participar da reunião. No comando da delegação francesa estará o chefe de Serviços e Negócios Bilaterais e de Internacionalização de Empresas do Ministério da Economia, Indústria e Emprego da França, Jean-Marie Paugan.
Entre os assuntos em pauta, estão a análise do comércio e dos investimentos bilaterais e temas referentes à propriedade intelectual, contratos internacionais e troca de informações. No primeiro quadrimestre de 2010, as exportações brasileiras para a França atingiram US$ 1,1 bilhão, resultado 13,4% superior ao do mesmo período de 2009 (US$ 949 milhões). Nos quatro primeiros meses deste ano também houve crescimento de 38,2% nas importações brasileiras de produtos franceses, que passaram de US$ 1,1 bilhão para US$ 1,5 bilhão .
Assessoria de Comunicação Social do MDIC
Seminário sobre comércio Brasil-México reúne mais de 150 representantes do setor privado mexicano
maio 11, 2010Cidade do México (México) - O seminário “Brasil-México: Oportunidades e Benefícios de uma Aproximação Econômico-Comercial”, realizado nesta segunda-feira (10/5), na Cidade do México, reuniu mais de 150 representantes do setor privado mexicano.
Organizado pelo embaixador brasileiro no país, Sergio Florêncio, o evento contou com a presença, do lado brasileiro, do secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Welber Barral, e do diretor da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal) no Brasil, Renato Baumann.
Representando os mexicanos, participaram a subsecretária de Comércio Exterior da Secretaria de Economia do México, Beatriz Leycegui, e o presidente-executivo do Conselho Mexicano da Indústria de Produtos de Consumo (Conméxico), Jaime Zabludovsky.
Durante o encontro, o diretor-geral da Odebrecht Engenharia e Construção, Luis Weyll, e o diretor de Projetos Internacionais da Braskem, Cleantho de Paiva Leite Filho, falaram da experiência de empresas brasileiras que investem no México. A experiência de investimentos mexicanos no Brasil foi apresentada pelo diretor-geral do Branco Azteca e Grupo Electra, Carlos Septien Michel.
Clique aqui e acesse a apresentação feita por Welber Barral durante o seminário.
ACE 53
Dando prosseguimento às negociações do lançamento de um Acordo de Livre Comércio entre Brasil e México, representantes dos dois países se reúnem hoje (11/5) e amanhã na Secretaria de Economia do México. A proposta da delegação brasileira, chefiada pelo secretário de Comércio Exterior do MDIC e pelo diretor do Departamento de Integração Regional do Ministério das Relações Exteriores (MRE), Paulo França, é a ampliação do Acordo de Complementação Econômica entre Brasil e México (ACE 53), assinado em 2002.
Ainda estão sendo negociados os temas comércio de serviços, investimentos, compras governamentais e barreiras não-tarifárias.
Leia mais:
Brasil e México discutem aprofundamento do Acordo de Complementação Econômica
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Assessoria de Comunicação Social do MDIC
Governo brasileiro vai a Buenos Aires discutir comércio Brasil-Argentina
maio 4, 2010Brasil e Argentina se reúnem amanhã (5/5) e sexta-feira (6/5) em Buenos Aires para discutir comércio bilateral, com uma agenda extensa que inclui incremento do comércio, defesa comercial, Grupo China, integração de cadeias produtivas, defesa comercial e Comitê Automotivo, entre outros temas. O encontro será realizado na Secretaria de Indústria, Comércio, Pequena e Média Empresa do Ministério de Indústria e Turismo da Argentina sob a coordenação do secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Ivan Ramalho, e do secretário de Indústria, Comércio, Pequena e Média Empresa da Argentina, Eduardo Bianchi.
A principal reunião de comércio Brasil-Argentina está marcada para a tarde de quinta-feira e irá discutir comércio bilateral de bens e de serviços, a relação comercial de Brasil e Argentina com a China, licenciamento não-automático de importações, acompanhamento de acordos setoriais entre segmentos privados dos dois países, defesa comercial, temas agrícolas, pagamentos em moeda local, compras governamentais, Lista de Exceções à Tarifa Externa Comum (TEC), etc.
A discussão de alguns temas, porém, será aprofundada em reuniões paralelas que serão realizadas ao longo do dia – Grupo de Defesa Comercial, Grupo China, Grupo de Integração Produtiva. Na sexta-feira, último dia do encontro de comercial Brasil-Argentina, ainda estão agendadas reuniões do Comitê Automotivo e uma mesa setorial vitivinícola.
Brasil e Argentina mantém o desafio de buscar o aumento do comércio bilateral, apesar dos resultados do 2010 serem positivos. De janeiro a abril deste ano, a corrente de comércio (exportações mais importações) entre os dois países foi de US$ 9,1 bilhões, número 49,4% maior que o registrado no mesmo período do ano passado – US$ 6,1 bilhões. Mas com o resultado de 2009 influenciado negativamente pela crise econômica mundial, a tentativa conjunta é a de tentar números ainda mais expressivos nesse comércio para se alcançar o patamar do período pré-crise.
A Argentina se mantém como o terceiro principal destino das exportações brasileiras, superada apenas por China e Estados Unidos. Nas importações, o país também ocupa a terceira colocação dentre os que mais vendem para o Brasil, mas fica atrás dos Estados Unidos e da China.
Exportações e importações
No primeiro quadrimestre de 2010, as exportações brasileiras para a Argentina somaram US$ 4,85 bilhões, superando em 58,5% o resultado do mesmo período do ano anterior, de US$ 3,06 bilhões. A pauta foi composta por 88,2% de bens manufaturados, 2,6% de semimanufaturados e 5,8% de básicos. Na comparação com igual período de 2009, as vendas de básicos cresceram 155%, as de semimanufaturados, 121,4%, e as de manufaturados, 55,3%.
Nas importações, as compras brasileiras provenientes da Argentina atingiram US$ 4,3 bilhões no acumulado dos quatro meses de 2010 contra US$ 3,04 bilhões em igual intervalo de 2009, implicando em um acréscimo de 40,4%. A pauta de importações no mesmo período foi representada por 79,7% de produtos manufaturados, 3,2% de semimanufaturados e 17,2% de básicos. Em relação ao primeiro quadrimestre de 2009, houve evolução de 151,5% nas aquisições de bens semimanufaturados, de 45,3% nas de manufaturados e de 13,1% nas de básicos.
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Assessoria de Comunicação Social do MDIC
MDIC e Departamento de Comércio dos Estados Unidos se reúnem nesta terça-feira
maio 3, 2010O mecanismo foi criado em 2006 para a troca de informações técnicas entre os dois países nas áreas de: promoção comercial e de investimentos; facilitação de negócios e cooperação metrológica e de propriedade intelectual. O encontro será a partir das 10h, no prédio do MDIC, em Brasília.
Na pauta da reunião, estão previstas discussões sobre facilitação e promoção de comércio e investimentos recíprocos, serviços, circulação de mercadorias e cooperação técnica nas áreas de interesse da Câmara de Comércio Exterior (Camex). A reunião ainda prevê debates de temas setoriais como monitoramento de tráfego rodoviário, rádio digital, têxteis, madeira e móveis.
Na área de propriedade intelectual, serão discutidos temas sobre patentes e mercados e transferência de tecnologia. A pauta de metrologia vai discutir questões de padronização em diversas áreas como a biológica e biocombustíveis. Na agenda de serviços, os principais temas serão franquias, pequenas e médias empresas e estatísticas do setor de serviços dos dois países. A inovação tecnológica também é uma preocupação presente na discussão entre Brasil e Estados Unidos.
Assessoria de Comunicação Social do MDIC
Missão chega a Chicago para a BIO 2010
maio 3, 2010Uma missão de representantes governamentais e empresariais brasileiros chega, nesta segunda-feira (3/5), a Chicago, nos Estados Unidos, para a Conferência Internacional de Biotecnologia (BIO 2010), o maior evento mundial sobre o tema, que acontece até a próxima quinta-feira (6/5). A participação brasileira de governo na conferência é organizada pelo Comitê Nacional de Biotecnologia, que é coordenado pelo secretário de Inovação do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Francelino Grando. Durante o evento, o secretário fará uma apresentação em que irá destacar a evolução do setor de biotecnologia e enfatizar o seu papel estratégico para o desenvolvimento do país.
Vinte e oito empresas irão compor o estande brasileiro em Chicago para expor tecnologias e experiências na feira. A participação das empresas é coordenada pela ONG BR-Biotec, com o apoio da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil). O coordenador suplente do Comitê Nacional de Biotecnologia, Sérgio Figueiredo, salienta que a participação das empresas e do governo na BIO 2010 tem o objetivo de estimular investimentos e oportunidades de cooperação técnica.
“Hoje 85% do setor é composto por micro ou pequenas empresas e o potencial de desenvolvimento é muito grande, em especial em biotecnologia da saúde, pois este setor representa 8% do PIB”, avalia Figueiredo. Ele lembra ainda que a biotecnologia tem colaborado de forma decisiva para garantir bons resultados na agricultura e na área de bioenergia no país.
Além do MDIC, a delegação brasileira também terá integrantes do Ministério de Ciência e Tecnologia (MCT), do Ministério da Saúde (MS), do Ministério da Defesa, do Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI), da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), da Empresa Brasileira de Hemoderivados e Biotecnologia (Hemobrás) e do governo estadual da Bahia.
O secretário Francelino Grando aproveita ainda a viagem para fazer reuniões paralelas com representantes dos governos de Wisconsin (Estados Unidos), Quebec (Canadá) e da Austrália.
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Assessoria de Comunicação Social do MDIC
Delegação liderada pela Secretaria de Inovação do MDIC visita países europeus para conhecer casos de inovação
maio 3, 2010A partir desta segunda-feira (3/5), uma delegação liderada pela Secretaria de Inovação (SI) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) inicia uma visita à Irlanda, Inglaterra, Itália e Espanha para conhecer as experiências de desenvolvimento de clusters europeus, que termina no próximo dia 15. Clusters é a palavra que designa os arranjos produtivos de alta competitividade e especialização, com elevado nível de inovação, segundo conceito formulado pelo professor da Harvard Business School, Michael Porter.
Segundo o diretor de Fomento à Inovação da SI, Marcos Vinícius de Souza, o objetivo da missão é levar formuladores de políticas de inovação para conhecer a realidade destes países, com foco especial em inovação em Arranjos Produtivos Locais (APLs) e para pequenas empresas. “Busca-se conhecer a experiência européia na elaboração de políticas públicas que aumentem a competitividade dos APLs brasileiros por meio da inovação”, explica o diretor.
A escolha dos locais e dos temas foi feita com as instituições participantes da missão para atender suas necessidades específicas. Além da SI, integram a delegação representantes da Secretaria de Desenvolvimento da Produção (SDP) do MDIC, dos Ministérios do Planejamento (MP), da Integração (MI) e das Relações Exteriores (MRE), da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), do Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (IPEA), do Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro), do Banco do Nordeste, da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), da Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam), da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), além de outros de entidades representativas e da iniciativa privada.
Abaixo, seguem os temas que serão os focos de interesse da delegação em cada país:
Irlanda: entender como o país se tornou uma referência em inovação na Europa e em especial o sucesso na atração de centros de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) de multinacionais nos setores de tecnologia da informação, fármacos e biotecnologia.
Inglaterra: conhecer a estratégia de apoio do governo à indústria criativa (moda, games, entretenimento, etc.), que representa o setor de segundo maior em faturamento depois do segmento empresarial em Londres. Reunir-se com o comitê organizador das Olimpíadas de Londres para entender como será o envolvimento com empresas inovadoras inglesas na realização dos jogos.
Itália: ter contato com a estratégia de inovação para setores tradicionais (têxteis, calçados, alimentos, etc.) e entender como estas indústrias se adaptaram para enfrentar as concorrências chinesa e do leste europeu.
Espanha: aprender como Barcelona usou a inovação para revitalizar uma área degradada da cidade, transformando-a em um dos principais pólos tecnológicos da Europa.
Após a missão, será realizado em junho, na Câmara dos Deputados, o “Seminário Internacional Inovação em APLs”, com a participação de especialistas europeus e brasileiros. Em sequência ao seminário, os especialistas irão visitar APLs brasileiros para identificar oportunidades internacionais de negócios.
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Assessoria de Comunicação Social do MDIC
Manaus recebe primeiro Encomex do ano
abril 7, 2010A capital do Amazonas vai receber, amanhã e sexta-feira (8 e 9/4), a 140ª edição do Encontro de Comércio Exterior (Encomex). O evento será promovido pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) no Studio 5 Centro de Convenções, das 8 às 19h. Para os dois dias de evento, a organização espera a participação de exportadores dos sete estados da Região Norte: Amazonas, Pará, Roraima, Rondônia, Acre, Tocantins e Amapá.
Na programação estão previstas duas palestras âncoras, painéis, doze oficinas setoriais e cursos. A participação do público é gratuita e as inscrições podem ser feitas no endereço eletrônico: www.encomex.desenvolvimento.gov.br.
Na quinta-feira (8/4), o secretário de Comércio Exterior, Welber Barral, e o vice-presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), José Augusto de Castro, vão apresentar a palestra “A Contribuição das Exportações para o Crescimento Econômico do Brasil”, que abrirá oficialmente o Encomex Manaus. Já para o dia 9 de abril (sexta-feira), está programada a palestra âncora “Evolução da Economia Mundial e Perspectivas para 2010” e os seguintes painéis: “Logística em Comércio Exterior” e “Internacionalização de Micro e Pequenas Empresas”.
O Encomex Manaus integra o programa Cultura Exportadora da Secex e tem o objetivo de aproximar a iniciativa privada das ações de incentivo às exportações do Governo Federal. O evento é promovido pela Secex desde 1997 e já foi realizado em todos os estados brasileiros. De lá para cá, mais de 80 mil pessoas já participaram do evento. Para o ano de 2010, ainda estão programadas uma edição do Encomex em Recife e a realização do segundo Encomex Mercosul, no segundo semestre, em Porto Alegre.
A edição de Manaus, conta com a parceria da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), Agência Brasileira de Promoção de Exportação e Investimento (Apex-Brasil), Banco do Brasil, Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresa (Sebrae) e Correios.
Clique aqui e acesse a programação completa do Encomex Manaus.
Serviço:
Evento: Encomex – Manaus/AM
Data: 8 e 9 de abril de 2010
Local: Studio 5 Centro de Convenções
Horário: 8 hàs 19
Fonte: MDIC
Escrito por Guilherme Oliveira 