Representantes do empresariado iraniano e brasileiro discutem oportunidades de negócios

Novembro 24, 2009

Brasília – Representantes do empresariado brasileiro e iraniano se reuniram hoje (24) na Confederação Nacional da Indústria (CNI) para identificar oportunidades de negócios entre os dois países. Os empresários iranianos, que vieram na comitiva do presidente Mahmoud Ahmadinejad, ficaram mais tempo no Brasil para dialogar com os empresários brasileiros.

O gerente executivo da Unidade de Comércio Exterior da CNI, José Frederico Álvares, disse que o encontro foi positivo e serviu para descobrir onde cada lado pode investir. “É um processo que a gente deve começar logo, e acho que esse foi o início do processo, que foi reduzir a falta de informações, inclusive do ponto de vista de conhecimento de negócios, de oportunidades de negócios em ambos os países”, afirmou.

Álvares disse que, daqui para a frente, certamente haverá um incremento dos negócios já existentes entre os dois países, bem como a abertura de novas frentes de investimento. Entre as potencialidades de comércio do Brasil no Irã, estão a comercialização de etanol, alimentos e ferrovias. Já os iranianos têm interesse em oferecer seu conhecimento nas áreas de petróleo e petroquímica

 

O diretor-geral da Câmara de Comércio do Irã, Hassan Najafi Larijani, disse que seu país e o Brasil estão dispostos a expandir o comércio bilateral. “ Existe um vontade entre os dois países [de aumentar as relações comerciais]. Não somos concorrentes, somos complementares, somos parceiros.”

Ele espera que, nos próximos anos, haja um equilíbrio na balança comercial entre os dois países, que hoje está pendendo para o lado brasileiro. No ano passado, as exportações do Brasil para o Irã foram de US$ 1,1 bilhão, sendo que as importações brasileiras de produtos iranianos totalizaram US$ 14,7 milhões.

Nesta terça, os empresários também fizeram uma visita à Agência Brasileira de Promoção e Exportação (Apex-Brasil) para obter informações sobre o marco legal brasileiro de exportações e investimentos.

O gerente de negócios do da Apex-Brasil, Sergio Costa, informou que, durante a visita, os empresários iranianos estavam interessados em saber, de maneira prática, como poderiam exportar para o Brasil e também demonstraram interesse nas áreas de alimentos, energia e telecomunicações. ” Eles querem procurar parcerias e esse foi um primeiro contato para podermos trabalhar o potencial de negócios”, explicou.

Fonte: Agência Brasil


Contra a crise, China cola no dólar

Novembro 24, 2009

A política chinesa de manter sua moeda artificialmente desvalorizada surtiu efeito. As exportações da China para os Estados Unidos recuaram menos que as vendas de outros países, como o Brasil.

A política chinesa de manter sua moeda artificialmente desvalorizada surtiu efeito. As exportações da China para os Estados Unidos recuaram menos que as vendas de outros países, como o Brasil.

A competição desleal provoca protesto ao redor do mundo e o governo brasileiro engrossou o coro.

De janeiro a setembro, as vendas chinesas para os EUA caíram 15%, conforme dados do Departamento de Análises Econômicas do governo americano, organizados pelo JP Morgan. No período, a moeda chinesa, o yuan, praticamente não variou em relação ao dólar.

O real, em contrapartida, valorizou-se 35%, comparado ao dólar de janeiro a outubro. A retração da demanda americana e o câmbio forte provocaram queda de 37% das exportações brasileiras para os Estados Unidos de janeiro a setembro, conforme o governo americano.

Os dados brasileiros mostram uma queda ainda mais expressiva das vendas para os EUA. Segundo o Ministério do Desenvolvimento, o Brasil vendeu 45% menos para os EUA de janeiro a outubro, em relação a igual período de 2008.

A política monetária chinesa é hoje uma das principais ameaças à recuperação do comércio global. No início da crise, a China puxou a recuperação, com seu apetite por commodities. Agora, o yuan fraco pode ter efeito contrário, provocando uma nova onda protecionista.

Praticamente todos os países enfrentam o mesmo problema do Brasil. O euro subiu 7% em relação ao dólar, tornando as exportações europeias menos competitivas. As vendas da Austrália para os EUA caíram 29% de janeiro a setembro. No caso da África do Sul, o recuo chega a 51%. Assim como o Brasil, esses dois países são ricos em commodities e suas moedas se valorizaram muito.

“Essa é uma discussão de desequilíbrio global, que vai muito além do Brasil. Mas, no caso brasileiro, a apreciação cambial é deletéria, porque o País vende produtos manufaturados para os EUA, assim como a China”, disse o economista do JP Morgan, Julio Callegari.

O problema da desvalorização artificial da moeda chinesa é antigo e já foi alvo de muitas reclamações dos Estados Unidos. Mas piorou com a crise. Antes da turbulência, os chineses vinham valorizando lentamente a sua moeda, cerca de 7% ao ano desde meado de 2005.

Com a queda da demanda dos EUA, voltaram a atrelar o yuan ao dólar, para não perder competitividade e provocar desemprego. O problema é que o dólar perdeu valor e o yuan foi junto. Na prática, equivale a uma desvalorização da moeda da China.

Com poucos instrumentos para atenuar o fortalecimento do real, o governo brasileiro também começou a reclamar da China. Na última reunião do G-20, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, defendeu um padrão único de gestão do câmbio e criticou os chineses.

“O controle cambial na China gera desequilíbrios em todo o mundo. Em um momento de redução da demanda global, os chineses ocupam mais o espaço do Brasil no mercado externo”, disse o secretário de Comércio Exterior, Welber Barral.

APLAUSOS E PROTESTOS

A atitude do governo provocou aplausos e protestos na indústria brasileira. Setores que enfrentam a competição dos chineses apoiam a intervenção do governo. As empresas que vendem commodities à China estão preocupadas com a falta de prioridade dada ao país asiático.

“O governo não deve colocar a moeda chinesa como prioridade na agenda. Deixa para os países grandes, como os Estados Unidos, fazerem isso. Nós precisamos construir uma agenda positiva”, disse o secretário executivo do Conselho Brasil-China, Rodrigo Maciel, entidade que reúne empresas com negócios nos dois países.

Para o presidente da Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs), Pedro de Camargo Neto, essa movimentação pode atrapalhar a abertura do mercado chinês para produtos brasileiros. “Os americanos reclamam a anos e os chineses não se mexem.”

O principal argumento desses setores é que a China garantiu o superávit da balança comercial brasileira na crise. De janeiro a outubro, as exportações do Brasil para a China cresceram 18,8% – o único aumento entre os grandes mercados.

Setores que enfrentam a concorrência chinesa apoiam o governo. “A China pratica dumping cambial. A postura do governo é corretíssima. Já era um problema antes da crise. Agora ficou escandaloso”, disse o diretor do departamento de comércio exterior da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Roberto Giannetti da Fonseca.

Um estudo feito pela Fiesp apontou que os preços dos produtos chineses importados pelo Brasil, em reais, caíram entre 15% e 25% desde o início do ano, por causa da valorização do real. Giannetti da Fonseca é favorável a medidas mais radicais que começam a ser cogitadas nas discussões internacionais, como todos os países aplicarem uma tarifa contra a China por causa do câmbio.  

Fonte: O Estado de S. Paulo – SP


Retaliação contra EUA pode baratear remédios

Novembro 20, 2009

Além da taxação de remessas de royalties vinculados à propriedade intelectual (patentes, marcas, copyright) pagos a empresas americanas, outra parcela da retaliação que o Brasil prepara, no contexto do contencioso do algodão entre os dois países, pode ter efeito imediato e prevê a suspensão dos direitos de propriedade intelectual na importação paralela. Ou seja, a importação de remédios genéricos será permitida mesmo se a patente do produto de laboratórios americanos ainda for protegida no país. Isso é considerado especialmente bom para o setor de saúde, que pode importar remédios mais baratos.

A suspensão em geral de direitos de patentes, marcas e copyright está prevista entre as modalidades do projeto. A retaliação cruzada tem gerado muita discussão no governo. Mas parece aumentar a força dos que consideram que o Brasil será “desmoralizado” se não retaliar também na área de propriedade intelectual, depois de anos lutando para isso no confronto contra subsídios agrícolas americanos.

Em agosto, a Organização Mundial do Comércio (OMC) decidiu pela retaliação em duas etapas: primeiro, o Brasil pode aplicar sanção fixa de US$ 147,3 milhões ao ano, por causa de subsídios americanos que provocam prejuízo grave aos produtores brasileiros. Segundo, introduziu um montante variável sobre os subsídios proibidos, o que pode elevar enormemente a retaliação. Pela fórmula, a partir de um determinado montante o país pode retaliar na área de propriedade intelectual.

Uma lista unicamente com bens agrícolas e industriais com valor de US$ 2,7 bilhões foi submetida à consulta pública. É de onde sairá parte da lista final. Outra consulta pública deverá ser feita na parte de propriedade intelectual, por exemplo, se vale a pena ou não suspender os royalties para filmes americanos ou para programas de computador.

O diretor do Departamento Econômico do Itamaraty, ministro Carlos Márcio Conzandey, estima que até o fim de janeiro haverá uma decisão sobre o pacote da retaliação contra os americanos.

Na OMC, ontem, os EUA disseram não acreditar que será necessário o Brasil utilizar a autorização de retaliar, argumentando que isso traria “desafios econômicos e outros, tanto para o Brasil como para os EUA”. A delegação americana insistiu que valoriza a relação com o Brasil e que espera da parte de Brasília “ideias para identificar a solução para esses problemas”.

Para o embaixador brasileiro na OMC, Roberto Azevedo, a prioridade brasileira é obter a retirada dos subsídios considerados ilegais e que afetam os produtores brasileiros. Se os EUA não o retirarem, o caminho será a sanção. Se aplicada, será a primeira vez que o Brasil imporá retaliação obtida na OMC. Contra o Canadá, na briga dos aviões, e contra os próprios EUA num caso de antidumping, o país preferiu não aplicar sanções.
Fonte: Valor Econômico


Crise mundial levará 9 milhões de pessoas à pobreza na América Latina, afirma Cepal

Novembro 19, 2009

Brasília – A Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal) calcula que a mais recente crise financeira mundial, originada nos Estados Unidos, deverá levar pelo menos 9 milhões de pessoas à situação de pobreza e mais 5 milhões à de indigência na América Latina somente este ano.

No relatório Panorama Social da América Latina 2009, divulgado hoje (19), a Cepal prevê que a pobreza na região aumentará 1,1% e o nível de indigência crescerá 0,8%, na comparação com o ano passado. As pessoas em situação de pobreza devem passar de 180 milhões para 189 milhões (o equivalente a 34,1% da população local) e os indigentes de 71 milhões para 76 milhões, 13,7% da população.

Apresentado pela secretária executiva da Cepal, Alicia Bárcena, o documento assinala que a quantidade de pessoas afetadas equivale a quase um quarto da população que havia superado a pobreza entre 2002 e 2008 (41 milhões de pessoas), graças ao maior crescimento econômico, à expansão do gasto social, ao crescimento demográfico e às melhorias na distribuição da renda.

Embora preveja que alguns países como o México irão experimentar médias de aumentos maiores em seus níveis de pobreza e indigência devido à diminuição do Produto Interno Bruto (PIB) e à deterioração de empregos e salários, a Cepal acredita que, em termos regionais, o impacto será menor que o de turbulências anteriores, como a crise mexicana, de 1995, a asiática, entre 1998 e 2000 e a chamada crise “ponto.com” e da Argentina, respectivamente em 2001 e 2002.

Mesmo assim, de acordo Alicia Bárcena, os efeitos da crise irão impedir que a região elimine a pobreza extrema e a fome até 2015 conforme estabelece a primeira Meta de Desenvolvimento do Milênio da Organização das Nações Unidas (ONU).

O relatório também assinala a urgência dos países latino-americanos de investirem em um novo sistema de proteção social, adotando medidas que combinem o atendimento de urgência a uma estratégia de longo prazo, evitando a irresponsabilidade fiscal e o endurecimento da legislação trabalhista, aumentando a carga tributária de forma progressiva e redistribuindo os gastos sociais.

Fonte: Agência Brasil


FGV divulga Sondagem Econômica da América Latina

Novembro 19, 2009

Rio – A coordenadora de Projetos do Centro de Estudos do Setor Externo, Lia Valls, anuncia hoje (19) o Índice de Clima Econômico na América Latina, que integra a Sondagem Econômica Mundial WES (World Economic Survey), um trabalho conjunto entre o  instituto alemão  IFO – que realiza a investigação há mais de 20 anos – e a Fundação Getulio Vargas (FGV).  Será às 11h, na sede da FGV, no Rio.

A economista comentará as perspectivas da economia baseada nos resultados internacionais da WES e apresentará um retrato amplo da situação econômica de países e blocos. Para o levantamento na América Latina, foram consultados 142 especialistas em 16 países.

No mesmo dia, às 8h, a FGV divulgará em seu site www.fgv.br/dgd o resultado do estudo em português e em espanhol.

Fonte: Agência Brasil


Empresários criticam acerto com argentinos

Novembro 19, 2009

Para setor privado, o prazo estabelecido é muito longo
Os empresários brasileiros criticaram o resultado da reunião entre os presidentes do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, e da Argentina, Cristina Kirchner. Os setores avaliam que o prazo para normalizar a situação dos embarques é longo e não há definição sobre o que vai ocorrer com os produtos que já estão à espera de autorização para cruzar a fronteira.

“O que vamos fazer com os 2,5 milhões de pares de calçados em estoque? Algumas empresas estão a 200 dias esperando as licenças de importação”, disse o diretor executivo da Associação Brasileira da Indústria de Calçados (Abicalçados), Heitor Klein. Ele afirmou que aguarda uma diretriz do governo brasileiro nos próximos dias. Segundo o empresário, é fundamental para a indústria que esses produtos estejam na Argentina nas próximas semanas, a tempo das compras de Natal.

Os desentendimentos começaram depois que a Argentina elevou o número de produtos sujeitos a licença de importação – procedimento burocrático que deve demorar 60 dias pelas regras da Organização Mundial de Comércio (OMC), mas, na prática, chegava a levar 180 dias. O Brasil retaliou e aplicou medidas semelhantes para produtos argentinos.

Pelo documento avalizado ontem pelos presidentes, a Argentina se compromete a liberar as licenças em 60 dias, mas somente a partir de janeiro de 2010. Não houve definição sobre os produtos que já estão aguardando as licenças ou que seriam embarcados até o fim deste ano. “Paramos de exportar no dia 14 de setembro e vamos ficar sem vender até março? O mercado argentino vai ficar desabastecido”, disse o principal negociador do Sindicato da Indústria de Autopeças, Antônio Carlos Meduna.

As exportações de baterias, freios e embreagens para a Argentina estão paralisadas desde que o país começou a exigir licenças de importação. Algumas empresas não conseguiram sequer a certificação.

O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, voltou a acusar o governo argentino de estimular setores da indústria daquele país a promoverem acordos de preços, prática considerada crime no Brasil. “Eu acho estranha essa atitude do governo argentino, porque não preserva os interesses do consumidor argentino.”

O dirigente elogiou a crítica do presidente Lula ao protecionismo: “No discurso, o presidente criticou o protecionismo. Isso é um bom recado. Ele afirmou que a Argentina precisa “respeitar o espírito” do Mercosul”.
COLABOROU ADRIANA FERNANDES
Fonte: O Estado de São Paulo


Efeito cambial pode prejudicar expansão do Brasil, diz secretário

Novembro 19, 2009

O secretário de política econômica do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, admitiu ontem que uma apreciação excessiva do real pode afetar a competitividade da produção brasileira e afetar o crescimento do país.
De acordo com o secretário, o governo tem tentando “administrar a flutuação cambial” com a acumulação de reservas e com a cobrança de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) sobre entrada de capital estrangeiro.
“E um desafio novo, você não vai encontrar a solução disso nos manuais. O câmbio flutuante ainda é o mais adequado para o Brasil, mas uma apreciação excessiva ou uma depreciação excessiva pode ser prejudicial para o crescimento. No período que você tem uma apreciação excessiva, você pode ter efeitos permanentes sobre o crescimento”, afirmou, durante o 4º Encontro Nacional da Indústria, promovido ontem pela CNI (Confederação Nacional da Indústria).
Barbosa descartou ainda novas desonerações tributárias em um período próximo e disse que novas reduções de impostos neste momento seriam arriscadas. Para combater os efeitos da crise, o governo reduziu as alíquotas de IPI sobre carros, produtos da linha branca e materiais de construção.
“Nos últimos anos, ficou provado que existe espaço para que as desonerações sejam sustentáveis. Estamos em um momento em que o governo usou o espaço que ele tinha. Vai levar um certo tempo para voltar à situação pré-crise”, completou o secretário.
Barbosa pediu aos empresários que cobrem medidas de redução de impostos por parte dos Estados.
“O que foi feito a nível federal, se fosse feito 50% no estadual, eu te garanto que o Brasil daria um salto de desenvolvimento”, afirmou.
Fonte: Folha de São Paulo


Comércio travado

Novembro 19, 2009

Entenda o caso
Lula e Cristina Kirchner devem aparar as arestas sobre diferenças alfandegárias no comércio bilateral. O fluxo do comércio entre Brasil e Argentina caiu cerca de 30% no início do ano devido ao impacto da crise global. Para piorar a situação, no fim de outubro o governo de Buenos Aires implantou um sistema de licenças não automáticas para limitar a entrada de produtos brasileiros, e assim proteger milhares de empregos na indústria argentina.

Os prazos de aprovação das licenças excederam o limite de 60 dias definido pela Organização Mundial do Comércio (OMC) e prejudicaram o ingresso na Argentina de produtos têxteis, calçados e móveis fabricados no Brasil. O governo Lula adotou o princípio diplomático da reciprocidade, e com isso dezenas de caminhões carregados de peras, maçãs, farinha, alho, cebolas e vinhos argentinos foram barrados na fronteira. O chanceler argentino, Jorge Taiana, comunicou ao então embaixador brasileiro em Buenos Aires, Mauro Vieira, que a medida era “inaceitável”.

A tensão começou a ser atenuada na segunda-feira passada, no Rio de Janeiro, quando Taiana e o colega Celso Amorim puderam conversar sobre o assunto. Eles analisaram algumas opções para acabar com o conflito comercial, que serão avaliadas hoje por Lula e Cristina. O Itamaraty quer “restabelecer a fluidez do comércio bilateral”. Segundo números oficiais, em 2008 as trocas entre a Argentina e o Brasil somaram US$ 31 bilhões, dos quais US$ 17,6 bilhões correspondem a exportações brasileiras.
Fonte: Correio Brailiense


Ipea divulga balanço da crise internacional

Novembro 19, 2009

Brasília – O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulga hoje (19) o comunicado Crise Internacional: Balanço e Possíveis Desdobramentos. Será às 15h no Ipea.

O estudo reúne dados do Produto Interno Bruto (PIB), desemprego, da balança comercial e do deficit público e uma análise das ações do Fundo Monetário Internacional, Banco Mundial, da Organização Mundial do Comércio e da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento. A publicação será apresentada pelo assessor da presidência do Ipea, Milko Matijascic.

Fonte: Agência Brasil


Mantega fala sobre política econômica a empresários

Novembro 17, 2009

Brasília – O ministro da Fazenda, Guido Mantega, fala hoje (17) sobre política econômica e investimentos em infraestrutura no 4º Encontro Nacional da Indústria promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). A abertura será às 10h no Centro de Convenções Ulysses Guimarães.

Às 10h45, o presidente da CNI, Armando Monteiro Neto, o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, os senadores Tasso Jereissati (PSDB-CE) e Aloizio Mercadante (PT-SP), o vice-presidente do Banco Mundial (Bird), Otaviano Canuto, e o professor da Fundação Getulio Vargas Samuel de Abreu Pessoa também participam.

À tarde, estarão nos debates o secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, o secretário de Comércio Exterior do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Welber Barral, e o secretário executivo do Ministério de Ciência e Tecnologia, Luiz Antonio Elias.

Na quarta-feira (18) será divulgada a Carta da Indústria, com sugestões que serão entregues aos candidatos à Presidência da República nas áreas de política econômica, infraestrutura, meio ambiente, inovação, relações do trabalho e economia internacional.

A palestra de Mantega está marcada para as 10h45.

Fonte: Agência Brasil