MDIC recebe pedidos de prorrogação de drawback

Setembro 15, 2009

O Departamento de Operações de Comércio Exterior (Decex) da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) está recebendo, excepcionalmente, pedidos de prorrogação de atos concessórios de drawback com vencimentos entre 1º de outubro de 2008 e 31 de outubro de 2009. A solicitação deverá ser feita por ofício formalizado pela própria empresa beneficiária do regime.

Para ter direito à prorrogação, é preciso apresentar as justificativas necessárias e os referidos atos concessórios não podem estar em inadimplência. A decisão foi publicada hoje (15/9), no Diário Oficial da União (DOU), por meio da Portaria nº 28, de 14 de setembro de 2009.
 
Cota para importação de juta
 
A mesma portaria também informa que o exame para o Licenciamento de Importação (LI) de juta (NCM: 5303.10.10) será realizado por ordem de registro no Sistema Integrado de Comércio Exterior (Siscomex) para a cota de 10.500 toneladas, com alíquota zero de imposto de importação para as importações do produto realizadas entre 1º de setembro de 2009 e 28 de fevereiro de 2010. O procedimento é previsto na Resolução da Câmara de Comércio Exterior (Camex) nº 47, de 31 de agosto de 2009.
 
O licenciamento para estas importações deverão ser gravados no Siscomex com a seguinte cláusula: “importação amparada pelo parágrafo 2º do inciso III do artigo 1º da resolução Camex nº 47 de 31 de agosto de 2009, devendo o registro da DI ser efetuado até o dia 28 de fevereiro de 2010”.

Clique aqui para ler a íntegra da Portaria nº 28, de 14 de setembro de 2009.

Fonte: MDIC


Camex apresenta medidas para acelerar os trâmites no comércio exterior brasileiro

Agosto 28, 2009

As ações de facilitação de comércio exterior, simplificação de procedimentos aduaneiros e tributários, consolidação de normas e estratégias de estímulo ao investimento em logística são alguns temas que estão sendo discutidos pela Câmara de Comércio Exterior (Camex). O objetivo, de acordo com a secretária-executiva da Camex, Lytha Spíndola, é melhorar a coordenação dos órgãos de governo, simplificar e aumentar a eficácia dos procedimentos de controle, além de modernizar a gestão e reduzir barreiras burocráticas e os custos de transação nas operações, principalmente, visando o período pós-crise da economia mundial.

Lytha Spíndola apresentou esses temas durante encontro do Comitê Estratégico de Logística de Exportação, promovido pela Câmara Americana de Comércio (Amcham), em São Paulo, na última segunda-feira (24/8). Na ocasião, Lytha Spíndola explicou a importância do mecanismo Operador Econômico Autorizado (OEA), que ela, proporcionará um tratamento expresso e simplificado à empresas que operam com regularidade no comércio exterior e possuem bom histórico de cumprimento de suas obrigações aduaneiras, sanitárias, fitossanitárias e de meio ambiente, entre outras.

Segundo Lytha Spíndola, os critérios para a utilização desse mecanismo ainda está sendo discutido pelo Grupo Técnico de Facilitação do Comércio (GTFAC). Esse grupo foi criado pela Camex, em 2008, e congrega 35 órgãos do Governo Federal. O GTFAC se reúne periodicamente para discutir e propor ações governamentais que possam contribuir com a criação de um ambiente mais célere, transparente e seguro para os operadores de comércio exterior. “Essas ações vão contribuir também para o incremento da competitividade das empresas brasileiras em mercados estrangeiros”, destacou a secretária

Leia aqui a íntegra da apresentação da palestra.

Fonte: MDIC


Drawback terá prazo ampliado para 2 anos

Fevereiro 11, 2009

Num esforço para dar mais fôlego a exportadores neste momento de retração do comércio mundial, o governo deve ampliar de um para dois anos o prazo para que as empresas comprovem a exportação de produtos fabricados com redução de impostos na compra de insumos ou matéria prima, o sistema drawback.
Segundo o secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Welber Barral, é importante dar mais tempo aos exportadores, que vem encontrando dificuldades para manter os clientes nesse momento de crise financeira internacional.
Pelo sistema de drawback, o exportador pode comprar insumos nacionais ou importados com suspensão de IPI, PIS e Cofins, para utilizar na produção de bens exportáveis. Caso as exportações não ocorram no prazo estipulado, os impostos são cobrados da empresa. O regime de drawback é um incentivo às exportações, porque reduz os custos de produção, tornando os produtos mais competitivos no mercado internacional.
Por causa do cenário internacional adverso, o governo já tinha ampliado, também de um para dois anos, o prazo para que as empresas exportem produtos vinculados a operações de Adiamento de Contrato de Câmbio (ACC) realizadas no sistema bancário. Barral disse que a extensão do prazo do drawback será feito por projeto de lei ou medida provisória.
Ele disse também que até o final do mês estará funcionando o “drawback integrado”, que dá isenção tributária naqueles casos em que o insumo não necessariamente será incorporado ao produto a ser exportado, mas será usado na sua elaboração.
Barral informou ainda que deve ser publicado até o final do mês o decreto presidencial que regulamenta o funcionamento do Conselho das Zonas de Processamento de Exportações (ZPEs). . A partir da instalação do Conselho serão definidos os critérios para a aprovação dos projetos das ZPEs, consideradas importantes para atração de investimentos.

Fonte: O Estado de São Paulo


Isenção de insumos que servem de matéria-prima sai neste mês

Fevereiro 10, 2009

SÃO PAULO - O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, disse nesta segunda-feira, 9, que o governo vai anunciar até o final de fevereiro as regras para o drawback verde amarelo, medida que vai isentar de tributos federais os insumos brasileiros que servem de matéria-prima para a exportação.”Estamos discutindo isso com a (ministério) Fazenda e acredito que até o final do mês iremos oficializar essa questão”, disse o ministro. A medida era muito aguardada pelos exportadores de frango e de suínos, que têm no milho e na soja as principais matérias-primas para a produção das carnes.

A medida será um aperfeiçoamento do drawback verde-amarelo, adotado em outubro. O drawback tradicional permitia apenas o desconto de impostos sobre componentes e outros insumos importados. A modalidade verde-amarela, reivindicada por muitos anos pelos empresários, ampliou o benefício, desonerando também o material nacional usado na produção de bens exportados.

A vantagem foi dupla. A inovação favoreceu tanto os exportadores quanto os fornecedores nacionais de insumos. Mas foi mantida a exigência de importação de pelo menos uma parcela das matérias-primas e bens intermediários destinados à fabricação dos bens exportáveis.

Protecionismo

O ministro disse ainda que o governo está atento a possíveis medidas protecionistas de outros países, diante do quadro de crise internacional. Para ele, a proteção dos mercados domésticos dos países já é dada como certa e acontecerá de uma forma mais, ou menos velada. “Não existe uma nova medida protecionista, mas temos que ficar atentos para denunciar na OMC eventuais exageros”, disse, ao lembrar que os países terão que manter suas exportações e que o Brasil é um dos prováveis destinos.

Diante desse cenário, o governo está analisando possíveis casos de dumping para alguns produtos. No caso do aço, as empresas brasileiras já alertaram o governo sobre uma possível invasão do produto chinês, devido aos elevados estoques existentes naquele país. “Ainda não notamos essa entrada do aço chinês em grandes volumes, mas estamos analisando outros produtos, como a fibra de viscosa, que vem da Tailândia e de Cingapura”, disse o ministro.

Fonte: O Estado de São Paulo


Secex promove Encontros de Drawback Verde-Amarelo no Rio de Janeiro

Novembro 26, 2008

A Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) vai promover, nos dias 27 e 28 de novembro, edições dos “Encontros de Drawback Verde-Amarelo”, na cidade do Rio de Janeiro, durante a programação do Encontro Nacional de Comércio Exterior (Enaex), que é promovido pela Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), na sede da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro.
 
Durante os encontros, técnicos do Departamento de Operações de Comércio Exterior (Decex) da Secex vão prestar esclarecimentos para empresários que operam no comércio exterior sobre a utilização, vantagens e benefícios desta modalidade do regime especial aduaneiro. As simplificaçoes e a desburocratização no ambito do Decex também serão discutidas no evento.
 
Após a apresentação, representantes legais de empresas exportadoras e importadoras que tiverem pendências com o Decex, poderão participar de despachos executivos.
 
Público-alvo
Nestas edições dos “Encontros de Drawback Verde-Amarelo” participarão apenas empresários ou representantes legais das empresas exportadoras e importadoras que estejam inscritas no Enaex.
 
Drawback Verde-Amarelo
O Drawback Verde-Amarelo, que está operacional desde 1º de outubro, possibilita a suspensão de tributos federais – Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), Programa de Integração Social (PIS) e Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) – para a compra  no mercado interno destinados a produção de bens exportáveis.
 
Programação:
Dia 27/11/08 (quinta) – das 11h às 12h30 e das 15h às 17h
Dia 28/11/08 (sexta) – das 9h às 11h
 
Mais informações: Departamento de Operações de Comércio Exterior (Decex). Tel: (61) 2109-7325.
 
Serviço:
Evento: Encontro Nacional de Comércio Exterior (Enaex),
Data: 27 e 28 de novembro
Local: Edifício Sede da Firjan – Av. Graça Aranha, 1 – Centro – Rio de Janeiro – RJ
Site: www.enaex.com.br 

Fonte: MDIC


Ciclo de palestras esclarece dúvidas sobre Drawback Verde-Amarelo

Novembro 3, 2008

Dando prosseguimento à série de encontros de Drawback, inaugurada em agosto deste ano, a Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) promoverá, a partir da próxima quarta-feira (5/11), “Encontros de Drawback Verde-Amarelo”, com o objetivo de esclarecer dúvidas de empresários e operadores do comércio exterior sobre a utilização e benefícios oferecidos por essa modalidade de regime aduaneiro especial. O Drawback Verde-Amarelo possibilita a suspensão de tributos federais – Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), Programa de Integração Social (PIS) e Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) – para a compra de insumos nacionais destinados a produção de bens exportáveis.

A programação será iniciada com uma palestra das 9h30 às 11h sobre normas  e procedimentos do regime aduaneiro especial no auditório do MDIC – Esplanada dos Ministérios, Bloco J, Térreo. Das 11h às 12h30, o público poderá tirar dúvidas com os palestrantes.

No mês de novembro, os encontros serão realizados nas quartas-feiras 5, 12 e 25, sempre no mesmo horário. A participação do público é gratuita e as inscrições podem ser feitas pelo e-mail dbva@desenvolvimento.gov.br.  Cada encontro poderá receber até 50 inscritos, com limite máximo de dois representantes por empresa. 

Público alvo
Empresários que operam no regime de drawback ou representantes legais das empresas.
Evento: “Encontros de Drawback Verde-Amarelo”
Datas: 5, 12  e 25 de novembro
Horários: das 9h30 às 12h30
Endereço: Auditório do MDIC – Esplanada dos Ministérios, Bloco J – Térreo

Mais informações
Departamento de Operações de Comércio Exterior (Decex) do MDIC
Telefone: (61) 2109-7325 com Sra. Iris.

Fonte: MDIC


Drawback verde-amarelo

Outubro 6, 2008

Com o real valorizado, as exportações só vêm se mantendo nos setores em que houve um enorme ganho de produtividade para compensar a perda com o câmbio.

Por isso, não é de hoje que boa parte das indústrias brasileiras que destinavam 100% do que produziam para a exportação passou a lançar produtos no mercado interno. Procuram, assim, aproveitar a demanda aquecida para compensar parte da perda de receita nas vendas externas.

Além de buscar estratégias para reforçar as exportações para países que pagam em euro, as empresas procuram desenvolver novos produtos para o mercado interno. Mas muitas vezes essas estratégias não são bem-sucedidas porque o mercado nacional ainda não tem capacidade para absorver todos os produtos que as empresas deixam de vender para o exterior em razão da valorização do real.

De tanto ouvir queixas dos exportadores e diante das notícias pouco animadoras sobre a crise do setor financeiro norte-americano, o governo finalmente deu sinais de que procura medidas para aliviar a carga tributária num momento especialmente difícil. Uma dessas medidas foi a publicação da Portaria Conjunta nº 1460, de 18/9/2008, que regulamenta o drawback verde-amarelo, que entrou em vigor dia 1º de outubro.

A partir dessa data os exportadores brasileiros podem pedir a suspensão de tributos federais – Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), Programa de Integração Social (PIS) e Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) – para a compra de insumos nacionais (matérias-primas, partes, peças e componentes) destinados à produção de bens exportáveis. Para usufruir do benefício, os exportadores deverão fazer o pedido de ato concessório à Secretaria de Comércio Exterior (Secex), conforme especificações contidas na portaria.

Não é a solução para todos os males, mas uma desvantagem a menos para a empresa nacional em relação aos competidores no mercado internacional. Não se pode esquecer, porém, que o poder de competição dos produtos nacionais também é prejudicado pelo Imposto de Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), de competência dos governos estaduais, que até agora não se mostraram dispostos a acompanhar a iniciativa do governo federal.

É de lembrar que as mercadorias são isentas desse tributo quando destinadas ao mercado externo, mas não há isenção do ICMS nem para os insumos nem para a compra de máquinas e equipamentos, embora haja um crédito recuperável em 48 meses, o que, aliás, não ajuda muito. Além disso, as máquinas burocráticas dos Estados não são exemplo de agilidade na devolução dos créditos acumulados por empresas exportadoras. Pelo contrário.

O drawback tradicional, conhecido há décadas no País, é um mecanismo que tem por objetivo propiciar ao exportador a possibilidade de adquirir, a preços internacionais e desonerados de impostos, os insumos incorporados ou utilizados na fabricação do produto exportável. Assim, o regime de drawback permite a importação de insumos sem o pagamento do Imposto de importação, do IPI e do ICMS.

Bem ou mal, o mecanismo sempre funcionou, embora apresente distorções, como a importação de matérias-primas e bens intermediários disponíveis no País, criando uma situação injusta para uma parte dos produtores nacionais. Com a regulamentação do drawback verde-amarelo pela Cacex, essa distorção deve ser corrigida.

A questão, porém, é que, apesar do alívio que o drawback verde-amarelo pode representar para alguns exportadores, o Brasil ainda suporta uma carga tributária escandalosamente pesada, tanto em relação a pessoas jurídicas como a pessoas físicas, que o impede de crescer.

Ao sugar excessivamente as empresas e os cidadãos e aplicar mal esses recursos, o Estado só contribui para que o País continue a desenvolver o que o economista chileno Sebastián Edwards, professor da Universidade da Califórnia, Los Angeles (UCLA) e consultor econômico do governador da Califórnia, Arnold Schwarzenegger, já definiu como “economia da melancolia”, ou seja, uma trajetória sem crises, mas também sem crescimento. Para mudar por completo esse quadro só mesmo uma reforma tributária para valer aprovada pelo Congresso.

*Milton Lourenço é diretor-presidente da Fiorde Logística Internacional, de São Paulo-SP E-mail: fiorde@fiorde.com.br

Fonte: O Estado de São Paulo


Abrava e o impacto do drawback verde-amarelo

Outubro 3, 2008

Empresas do setor HVAC-R recebem incentivo às exportações.

A Abrava – Associação Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento – entidade que movimenta quatros setores da economia, com faturamento em 2007 da ordem de R$ 18,1 bilhões, informa através de seu Departamento de Comércio Exterior (DECOMEX), que as empresas dos quatros setores que serão beneficiadas com a regulamentação da portaria 21 da Secretaria de Comércio Exterior (SECEX), que incentiva as exportações, o drawback verde-amarelo, que entra em vigor hoje, 1º de outubro.

Segundo Leila Vasconcellos, coordenadora do Decomex e gestora do Programa Abrava Exporta “a portaria traz um grande impacto para os setores que a entidade representa, beneficiando diretamente as empresas exportadoras, que poderão com a isenção dos impostos IPI, PIS, CONFINS obter insumos no mercado nacional para bens exportáveis, a preços mais competitivos”. E continua, “O drawback verde-amarelo deverá incrementar a competitividade dos produtos brasileiros no mercado internacional, uma vez que não ocorrendo a incidência dos impostos mencionados na aquisição de insumos os preços de exportação ficarão mais atrativos, aumentando as exportações dos produtos do setor HVAC-R”.

Sobre o drawback verde-amarelo

A portaria entrará em vigor a partir de 1º de outubro, quando exportadores brasileiros poderão pedir a suspensão de tributos federais – Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), programa de Integração Social (PIS) e Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (CONFINS) – para a compra de insumos nacionais destinados a produção de bens exportáveis.

O documento foi elaborado conjuntamente pelas secretarias de Comercio Exterior do Ministério de Desenvolvimento da Indústria e Comércio Exterior (MDIC), e Receita Federal (RF), do MF, e foi publicada no Diário Oficial da União, no dia 25 de setembro. De acordo com a avaliação do SECEX, pelo menos cinco mil exportadores brasileiros devem requerer imediatamente seu beneficio.

O drawback verde-amarelo foi instituído pela Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP), lançada em maio deste ano, e será um dos mecanismos utilizados para se alcançar a meta estabelecida pela PDP, de colocar o País entre os 20 maiores exportadores mundiais. Hoje, o país é responsável por 1,17% das exportações mundiais e pretende chegar a 1,25% do total exportado, até 2010.

O novo regime contribui para a redução dos custos de produção e para o incremento da competitividade dos produtos brasileiros em mercados estrangeiros, pois permitirá que os insumos adquiridos no mercado interno e empregados na produção de bens exportáveis desfrutem do mesmo tratamento tributário já concebido aos insumos importados, hoje beneficiados com o regime do drawback importação.

Nova Modalidade

Antes da portaria 21 o sistema de drawback permitia a suspensão, isenção ou restituição de impostos federais – como o Imposto de Importação (II), o IPI, PIS e CONFINS – apenas para a compra de insumos importados utilizados na fabricação de produtos brasileiros destinados ao mercado internacional. O governo prevê que a equiparação de tratamento tributário estimulará a aquisição de insumos nacionais e contribuirá diretamente com a redução nos custos de produção e, consequentemente, o aumento das exportações brasileiras.

Para que as empresas exportadoras se beneficiem da portaria, as mesmas devem estar cadastradas no SISCOMEX drawback, conforme determina a portaria da SECEX 1460.

Mais informações no site www.receita.fazenda.gov.br. Empresas associadas à Abrava poderão entrar em contato com Leila Vasconcellos ou Anita Cordeiro do Decomex da Abrava através do email comex@abrava.com.br ou telefone (11) 3361.7266 ramal 120/121.

Fonte: ABRAVA