Acordo entre emergentes pode ser menor

Novembro 24, 2009

O acordo comercial entre países emergentes – conhecido como Sul-Sul – para reduzir tarifas de importação entre eles pode ter menos que os 22 participantes inicialmente previstos, por causa de diferentes problemas de cada um para abrir seus mercados no rastro da recessão global.

O Brasil tenta acelerar o acordo, que vem sendo negociado há cinco anos, para liberalizar entre eles cerca de 70% do comércio, com cortes nas tarifas entre 20% e 30%. Para isso, busca um entendimento para determinar um “grupo central” de participantes, que pode incluir os grandes emergentes, incluindo o Mercosul, Índia, alguns asiáticos e alguns africanos. Já a Argélia encabeça um pequeno numero de países que não aceita nem o corte de 30% nas tarifas, nem a cobertura de 70% do acordo. O Irã tem outros problemas. Segundo negociadores, outros três a quatro países tendem a avaliar a entrada no acordo numa segunda etapa.

A negociação ocorre pelo Sistema Global de Preferências Comerciais (SGPC), mecanismo da Agência das Nações Unidas para o Comércio e o Desenvolvimento (Unctad), que prevê a troca de concessões tarifárias entre países em desenvolvimento. No entanto, dos mais de 40 membros do SGPC, a metade já não participou desde o começo da negociação, e agora na reta final certos problemas persistem, ilustrando os desafios hoje para se fechar acordos de liberalização, mesmo tímidos.

A situação também se explica pela diferença nessa negociação. Na Rodada Doha, na Organização Mundial do Comércio (OMC), trata-se de uma negociação multilateral, onde todos são levados a participar. A negociação Sul-Sul na Unctad é plurilateral, participa quem quer. A expectativa é de ministros do “grupo central” de emergentes definirem o acordo na próxima semana, à margem da conferência ministerial da OMC.

Enquanto isso, os preparativos da conferência ministerial da OMC mostram um esvaziamento das discussões sobre a Rodada Doha. Mas a maioria dos países está disposta a reagir e sinalizar que não aceita a recusa dos Estados Unidos em negociar. Outros acham melhor evitar um ataque frontal agora e só aumentar a pressão no ano que vem, na reunião de cúpula do G-20 no Canadá, o que outros negociadores consideram um erro.

Nesse cenário, Brasil, China, Índia e outros países, incluindo Cuba e Equador, passaram a alvejar o funcionamento da própria OMC, exigindo maior representação de seus nacionais no secretariado da entidade. Por sua vez, a União Europeia quer aproveitar a presença de dezenas de ministros, que começarão a desembarcar esta semana em Genebra, para tentar “reenergizar” a negociação sobre comércio e ambiente na OMC, para supostamente dar um “sinal” para a Conferência do Clima de Copenhague, em dezembro.

Os europeus querem abocanhar apoio para uma proposta de acordo setorial visando reduzir mais as tarifas de importação de produtos específicos para combater a mudança climática. A lista envolve 53 produtos, que hoje são submetidos a alíquotas variando de 1% a 5% nos países desenvolvidos e de 4% a 19% nas nações em desenvolvimento.

A proposta já foi feita em 2007 e não prosperou, porque os emergentes, como o Brasil, reclamam que os europeus e os Estados Unidos só colocaram na lista os produtos que querem vender, como painéis solares, turbinas hidráulicas e tecnologia eólica, mas excluem o etanol, por exemplo.

Agora, os europeus articulam com muito cuidado, às vésperas da conferência ministerial da OMC, de 30 novembro a 2 de dezembro. Fontes indicam que Bruxelas só vai ser explícita sobre o tema se conseguir apoio de pelo menos dois grandes emergentes, como a China e a Indonésia. Só que a China, que se tornou um dos maiores exportadores de produtos ambientais, sinaliza que, primeiro, não há tempo para essa discussão setorial. E segundo, que é preciso antes que os países na OMC cheguem a um acordo sobre o tamanho do corte de tarifas dos produtos agrícolas e industriais em geral.

O Brasil, por sua vez, insiste na proposta de oferta e demanda na negociação de bens ambientais, para ter margem a fim de desenvolver seus produtos industriais sustentáveis. Para analistas em Genebra, o que a UE tenta na negociação de comércio e ambiente é arrancar compromissos dos emergentes para trazer de volta os EUA à mesa da negociação da Rodada Doha. A administração de Barack Obama atualmente só exige, de um lado, e diminui as concessões, num sinal claro de que não tem condições de levar adiante um acordo na OMC, porque ele não passará no Congresso.
Fonte: Valor Econômico


Brasil e República Tcheca devem fechar acordos nas áreas de tecnologia, energia e saúde

Novembro 24, 2009

Brasília – Depois do dia tumultuado ontem (23), com a visita do presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebe hoje (24) o líder da República Tcheca, Václav Klaus. Avaliado como um dos governantes mais populares de seu país, Klaus desembarca em Brasília com uma comitiva de cerca de 50 pessoas entre ministros e empresários. A ideia é fechar acordos comerciais nas áreas de tecnologia, energia, saúde.

Klaus passa cinco dias no Brasil. De Brasília, segue para São Paulo e Recife. Antes, ele passou em Manaus para negociar uma parceria referente à construção do metrô da capital amazonense. Ele elogiou a beleza natural da cidade e disse estar orgulhoso de iniciar sua visita por uma das regiões mais importantes do mundo.

O sistema político na República Tcheca é o parlamentarista, Klaus é o chefe de Estado com poderes de veto e de nomear juízes. O primeiro-ministro e chefe de governo do país é Mirek Topolanek.

O Brasil é o principal parceiro comercial da República Tcheca na América Latina. O intercâmbio comercial bilateral mais que triplicou desde 2003, tendo atingido a cifra recorde de US$ 445,7 milhões em 2008.

Na passagem por São Paulo, o presidente tcheco e os empresários de seu país se reúnem para definir acordos comerciais nas áreas de autopeças, aeroespacial, máquinas hospitalares, equipamento para distribuição de energia elétrica e tecnologia da informação.

A economia da República Tcheca é baseada em indústrias siderúrgicas, metalúrgicas, automobilísticas, de bebidas e de cristais. A agricultura é fundamentada na produção de trigo para exportação. Também há produção de beterraba, cevada, batata, lúpulo e carne de bovinos, suínos, caprinos e aves.

Fonte: Agência Brasil


Brasil e Irã devem aumentar trocas comerciais em até dez vezes

Novembro 23, 2009

Brasília – A visita do presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, ao Brasil, e a viagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para o Irã, programada para abril do ano que vem, podem ter como resultado o aumento das trocas comerciais entre os dois países, que passariam de R$ 1,14 bilhão para R$ 10 bilhões.

A comitiva iraniana, formada por cerca de 200 empresários, participou hoje (23) do III Encontro Empresarial Brasil-Irã. São empresários de setores como exploração de petróleo, serviços de engenharia, construção civil, automóveis, e software. No encerramento do encontro, o presidente Lula disse que, na viagem que fará ao Irã, em abril de 2010, pretende levar 300 empresários brasileiros.

“Nós conhecemos muito pouco e possivelmente não tenhamos explorado nem 5% das oportunidades de negócios que existem entre as duas nações”, disse Lula. Ahmadinejad disse que, além dos 26 acordos assinados hoje, entre os dois países, forram definidas 62 áreas de interesse comum.

Amanhã (24), os empresários se reúnem na Confederação Nacional da Indústria (CNI), onde serão apresentadas aos iranianos as oportunidades de investimentos e negócios

Fonte; Agência Brasil


Embrapa deve colaborar com desenvolvimento da agricultura iraniana

Novembro 23, 2009

Brasília – A cooperação entre a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e sua correspondente iraniana está prevista em um dos acordos assinados hoje (23) pelos presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Mahmoud Ahmadinejad.

Segundo o ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, que participou da cerimônia de assinatura dos acordos, como o clima do Irã é semelhante ao do Semiárido brasileiro, os iranianos querem a colaboração da Embrapa, que poderá ajudá-los.

Stephanes disse que os iranianos também estão interessados no plantio de laranja em seu país e querem usar pesquisas avançadas que os cientistas brasileiros já desenvolvem na área. Nos dez primeiros meses deste ano, o Brasil exportou para o Irã US$ 846 milhões em produtos do agronegócio e importou US$ 2 milhões, o que deve gerar, até o final do ano, um saldo comercial de aproximadamente US$ 1 bilhão para os país. “É um mercado muito bom, que não tem nos criado problema e tem potencial de expansão”, afirmou o ministro à Agência Brasil.

De acordo com o secretário de Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Célio Porto, a participação do agronegócio brasileiro entre as importações iranianas é grande. Ele disse que os últimos dados computados são de 2007 e mostram que 63% do óleo de soja, 80% do milho, 88% da carne bovina, 96% do açúcar e mais de 99% da carne de frango consumidos pelos iranianos são produzidos no Brasil. Do total que o Irã compra do Brasil, 80% são produtos do agronegócio.

Porto disse que a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) está preparando uma missão comercial ao Irã em março do próximo ano. Segundo ele, existe interesse em mais investimentos iranianos no agronegócio brasileiro.

“Eles podem trazer fábricas e máquinas para processar alimentos aqui, antes de serem exportados para o Irã e Também pode haver troca de fertilizantes nitrogenados, que temos que importar e eles têm, por grãos brasileiros”, afirmou o secretário.

Fonte; Agência Brasil


Brasil e Irã avaliam relações políticas e econômicas e firmam acordos

Novembro 23, 2009

Brasília – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebe hoje (23), às 11h30, no Itamaraty, o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad. É a primeira visita de um mandatário iraniano ao Brasil.

No encontro privado, os presidentes vão avaliar as relações políticas entre os dois países, o intercâmbio econômico-comercial e as oportunidades de investimentos. Depois, em uma reunião ampliada, às 12h, com a presença de ministros e assessores dos dois países, serão discutidas as possibilidades de cooperação em biotecnologia e nanotecnologia, cooperação agrícola e energética e intercâmbio cultural.

Às 12h40, Lula e Ahmadinejad participam de cerimônia de assinatura de atos nas áreas cultural e de ciência e tecnologia e de memorandos nos setores agrícola, industrial e de comércio. Está prevista ainda a assinatura de memorando entre a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a Câmara de Comércio, Indústria e Minas do Irã. Logo após (13h), haverá entrevista coletiva de Lula e Ahmadinejad, seguida de almoço oferecido pelo governo brasileiro ao presidente iraniano. Os dois países também devem firmar acordos referentes a medicamentos para combate ao câncer e para tratamento de diabetes.

Lula e Ahmadinejad encerram o 3º Encontro Empresarial Brasil-Irã, às 15h, no Palácio Itamaraty. O encontro reúne empresários dos dois países dos setores de petroquímica, equipamentos para exploração de petróleo, serviços de engenharia, construção  civil, aço e siderurgia, mineração, do agronegócio e alimentos, de têxteis, calçados, automóveis, autopeças, turismo, aparelhos médico-hospitalares, softwares, gemas e metais preciosos.

Manifestantes vestidos de branco realizam ato de protesto contra a visita o presidente iraniano. O evento, que ocorre às 12h em frente ao Palácio Itamaraty, é contra a intolerância e a discriminação e em defesa da paz e dos direitos humanos.

Fonte; Agência Brasil


Presidente tcheco chega ao Brasil no domingo e vai buscar parcerias comerciais

Novembro 20, 2009

Brasília – O presidente da República Tcheca, Václav Klaus, chega ao Brasil na próxima semana para cumprir uma agenda de cinco dias que inclui a busca de parcerias comerciais. A comitiva do presidente será integrada por empresários e pelo ministro do Interior, Martin Pecina. A informação foi divulgada hoje (20) pelo embaixador da República Tcheca no Brasil, Ivan Jancárek.

Klaus chega no domingo (22) em Manaus e na terça-feira (24) vai para Brasília. Na capital federal, terá encontro com a comunidade de seu país radicada em Brasília e no estado de Goiás. Depois, reúne-se com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ele ainda fará visitas ao Congresso Nacional e ao Supremo Tribunal Federal. No dia seguinte vai a São Paulo, onde deve ter reunião com o governador do Estado, José Serra, e com o prefeito, Gilberto Kassab. Na quinta-feira (26) fecha a agenda em Pernambuco, com o governador Eduardo Campos.

Em Brasília será assinado um acordo comercial entre a Agência Brasileira de Promoção de Exportação (Apex-Brasil) e a Tchecainvest. Jancárek informou que já há uma parceria entre os dois países no setor de defesa, entre a Companhia Brasileira de Cartuchos (CBC) e a empresa Sellier & Bellot para a produção de munição.

O embaixador disse ainda que o governo tcheco quer cooperar com a Embraer no desenvolvimento do projeto do avião cargueiro KC 390, que vai substituir o Hércules, avião usado pelas Forças Armadas do Brasil. “[O avião] ainda está na fase de desenvolvimento do projeto e ainda não teve a colaboração de ninguém, por isso está na hora de fazer as parcerias”.

Também deve estar na pauta do governo tcheco investimentos em infraestrutura. De acordo com o embaixador, as empresas de seu país estão interessadas em projetos para o Copa de 2014, como o do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) e em vagões para trens de metrô. O interesse em Manaus e Pernambuco está ligado a esses projetos.

É a segunda vez que um presidente da República Tcheca vem ao Brasil, a primeira foi em 1996. O Brasil é o 36º país na pauta de exportações tcheca. Entre os produtos mais vendidos para o Brasil estão as máquinas pesadas e os equipamentos do setor automotivo.

Fonte; Agência Brasil


Fim da ‘guerra da banana’

Novembro 20, 2009

Os países da América Latina produtores de banana (Brasil, Equador, Colômbia, Costa Rica, Guatemala, Honduras, México, Nicarágua, Peru e Venezuela) aceitaram a proposta da União Europeia (UE) de reduzir de 176 (US$ 263) para 114 euros (US$ 170) a tonelada a tarifa sobre a importação da fruta de forma gradual até 2017, informaram ontem diplomatas latino-americanos na Organização Mundial do Comércio (OMC). As duas partes chegaram a um acordo para que, de 2010 a 2017, os impostos cobrados sejam reduzidos em 62 euros (US$ 92) a tonelada, dos 176 euros atualmente para 114 euros. Desse modo, a América Latina e a UE encerram a “guerra da banana”, que agita a OMC desde 1993 e é o conflito mais antigo em debate no organismo.
Fonte: O Estado de Minas


Raul Castro Meets with Brazil Trade Minister

Novembro 19, 2009

HAVANA – Cuban President Raul Castro received Brazilian Foreign Trade Minister Miguel Jorge, with whom he discussed the advancement of bilateral relations, the Havana government said in a communique.

The meeting “allowed (the two countries) to evaluate the course of bilateral cooperation,” which “received a noteworthy push” with the visit to Havana of Brazilian President Luiz Inacio Lula da Silva in January 2008 and that of Castro to the giant South American nation last December, the official announcement added.

Brazilian officials say their country’s exports to Cuba from January to September 2009 totaled $216 million, a drop of 43 percent with respect to the same period in 2008, but Cuban sales to Brazil grew by 42 percent during the same period to $34 million.

Cuba is suffering from an acute recession that has reduced its foreign trade by 36 percent in the first nine months of this year, as Foreign Trade Minister Rodrigo Malmierca acknowledged earlier this week.

Before the meeting with Gen. Castro, Jorge attended the inauguration of the Brazilian pavilion at the International Trade Fair in Havana, where 32 firms from Brazil are displaying products or services.

In addition, he reviewed several bilateral projects, including the creation of a mixed company that will produce in Brazil a Cuban-developed medication for asthma.

Lula’s government has investments in Cuba of some $600 million planned for the period 2009-2012, of which so far $300 million have been approved for this year and next.

A large part of the funds will go to the reconstruction of the Cuban container port at Mariel, west of Havana, a project that will cost a total of about $2 billion, according to Brazilian sources.

The Brazilian construction firm Odebrecht is scheduled to begin work in 2010 on modernizing the access highways and railways, as well as upgrading the docks and warehouses at the port.

At the inauguration of the pavilion, Malmierca thanked Brazil for its support of a recent U.N. General Assembly resolution against the economic embargo the United States has maintained against the Caribbean island since 1962. EFE

Source: laht.com


Ahmadinejad desembarca no fim de semana em Brasília com 300 empresários

Novembro 19, 2009

Brasília – O presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, desembarca neste fim de semana em Brasília acompanhado por uma comitiva de 300 pessoas, na sua maioria empresários. A visita vai durar pouco mais de 24 horas, mas Ahmadinejad quer retornar a Teerã depois de firmar 23 acordos bilaterais envolvendo negócios – de energia e petroquímicos até alimentos e medicamentos – e com a sinalização de que a imagem negativa que representa no cenário internacional pode ser revista. A comitiva iraniana ocupará dois aviões.

Para as autoridades iranianas, a visita de Ahmadinejad ao Brasil representa a possibilidade de reduzir as resistências à figura do presidente. Há dois anos a visita é negociada, a ideia era tê-la realizado em maio, mas Ahmadinejad alegou que estava em período eleitoral. Porém, há suspeitas de que o adiamento foi definido pelas várias críticas ocorridas no Brasil à presença do iraniano.

Na segunda-feira (23) as agendas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e de seus ministros da área econômica serão dedicadas a Ahmadinejad e comitiva. Empresários brasileiros, liderados pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), virão a Brasília para reuniões com os iranianos.

Reeleito em junho com cerca de 63% dos votos contra 34% do principal candidato da oposição, Mir Hossein Mousavi, Ahmadinejad pretende nesta viagem mostrar que superou as restrições internas e que busca acordos internacionais que melhorem a qualidade de vida no Irã – uma vez que o país sofre com o embargo imposto pelos norte-americanos.

Ao desembarcar em Brasília, Ahmadinejad quer deixar para trás as imagens que ganharam a imprensa estrangeira mostrando protestos da oposição por suspeita de fraude nas eleições. Os protestos foram enfrentados com violência pela polícia e a milícia Basij – ligada à Guarda Revolucionária.

Fonte: Agência Brasil


Brasil e Argentina firmam acordos nas áreas de saúde e turismo

Novembro 18, 2009

Brasília – Os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Cristina Kirchner, da Argentina, devem discutir hoje (18) o impasse que envolve o comércio entre os dois países. O encontro está marcado para as 11h no Itamaraty.

Logo após a reunião, que terá a presença de ministros e assessores dos dois países, Lula e Cristina Kirchner assinam memorando de entendimento sobre cooperação na área de farmacopéias, acordo de facilitação turística na fronteira Foz do Iguaçu-Puerto Iguazú e complemento ao acordo de cooperação técnica para implementação do projeto de fortalecimento do Programa de Controle da Dengue.

Na mesma cerimônia, os dois países divulgam nota sobre o convênio de cooperação entre a Eletrobrás e a Ebisa para estudo de viabilidade técnico-econômico e ambiental destinado a um segundo aproveitamento hidrelétrico no Rio Uruguai.

Fonte: Agência Brasil