Parlamentares prorrogam discussão sobre eleições do Parlasul

Novembro 4, 2009

Brasília – No momento em que o Senado Federal se divide na polêmica sobre a aprovação da adesão da Venezuela no Mercosul, os parlamentares prorrogam a discussão sobre o projeto de lei que estabelece as regras para as eleições dos deputados brasileiros no Parlamento do Mercosul (Parlasul) – que deverão ser realizadas no mesmo dia das eleições majoritárias, no primeiro domingo de outubro. O objetivo é eleger 37 parlamentares.

Desde agosto o texto aguarda votação na Comissão de Relações Exteriores da Câmara. Mas não há previsão para ser incluído na pauta. Se a medida não for votada até o recesso do Natal, as eleições para o Parlasul não serão realizadas em 2010.

O texto em discussão é resultado de um trabalho conjunto dos deputados Dr. Rosinha (PR) e Carlos Zarattini (SP), ambos do PT. Rosinha modificou o original elaborado por Zarattini para permitir que parlamentares que pertencem a pequenos partidos participem das eleições do Parlasul.

Segundo o texto de Rosinha, as vagas da representação brasileira serão distribuídas entre os partidos que atingirem o quociente eleitoral, calculado pelo total de votos válidos dividido por 37, número da bancada brasileira no Parlasul.

As vagas serão preenchidas por intermédio da divisão dos votos válidos atribuídos a cada partido pelo número de lugares já ocupados mais um. A legenda que apresentar o melhor resultado fica com a cadeira.
 
O texto recomenda ainda que seja realizada, pela Justiça Eleitoral, uma campanha nacional de esclarecimento à população sobre o significado do Parlasul. A campanha inclui horários em rádio e televisão e mais tempo de cinco minutos para os candidatos mostrarem suas propostas.
 
Pela proposta do Dr. Rosinha, as listas partidárias serão formadas por até 111 nomes – recomendadas pelo partido ou pela coligação. Uma vez eleitos os parlamentares, os cinco primeiros membros da bancada brasileira deverão ser representantes de cada uma das regiões do país e dois deles deverão ser do sexo feminino.

De acordo com o texto, aquele que se candidatar a uma vaga do Parlasul está proibido de concorrer a uma cadeira na Câmara dos Deputados. Mas isso também pode ser modificado pelos parlamentares.

Fonte: Agência Brasil


Secretaria de Comércio e Serviços do MDIC realiza encontros técnicos sobre o Siscoserv

Novembro 4, 2009

 Secretaria de Comércio e Serviços (SCS) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) realizará nos dias 5, 6 e 10 de novembro o “Siscoserv – Encontros Técnicos”. O objetivo  é demonstrar as principais funcionalidades do Sistema Integrado de Comércio Exterior de Serviços, Intangíveis e Outras Operações que Produzem Variações no Patrimônio das Entidades (Siscoserv), que será lançado este ano pelo MDIC.

 

Os encontros acontecerão no Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília. O Siscoserv é um sistema eletrônico do Governo Federal que registrará operações de importação e exportação de serviços e transações de serviços, intangíveis e outras operações entre residentes/domiciliados no País e residentes/domiciliados no exterior.
O evento é organizado pela comissão do Siscoserv e conta com o apoio do Banco do Brasil. Participam dos encontros os responsáveis pelo desenvolvimento e gestão do Siscoserv, além de representantes da Secretaria de Comércio e Serviços (SCS/MDIC), Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB/MF).
As vagas são limitadas. Os interessados devem enviar e-mail para o correio eletrônico siscoserv@mdic.gov.br informando o nome, cargo, e-mail e telefone para contato, bem como a cidade de interesse para fazer o curso.

 

Agenda dos Encontros Técnicos

 

Dia Horário Local Endereço
05/11/2009
Rio de Janeiro
14h Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) Rua Primeiro de Março, nº 66, 4º andar (Auditório) Centro, Rio de Janeiro.
06/11/2009
São Paulo
14h Banco do Brasil S.A. Rua São João, 32, Salão Nobre, 21º andar, Centro,
São Paulo (ao lado do Metrô São Bento).
10/11/2009
Brasília
14h Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) Esplanada dos Ministérios, Bloco J, Térreo (Auditório), Brasília.

Programação para todas as cidades:

14h00 às 14h45 (Secretaria de Comércio e Serviços – SCS/MDIC)
O Contexto do Comércio Exterior de Serviços no Brasil
Objetivos e Premissas do Sistema
Estrutura de Desenvolvimento e Gestão
Participação dos Setores Público e Privado

14h45 às 15h00 (Serviço Federal de Processamento de Dados – Serpro)
Acesso ao Sistema

15h00 às 15h40 (Secretaria de Comércio e Serviços – SCS/MDIC)
Submódulo Comercial do Sistema

15h40 às 16h00
Debate (perguntas e respostas)

16h00 às 16h15
Coffee-break

16h15 às 17h30 (Secretaria da Receita Federal do Brasil – RFB)
Nomenclatura Brasileira de Serviços, Intangíveis e Outras Operações que Produzem Variações no Patrimônio das Entidades (NBS)
Submódulo Faturamento do Sistema
Submódulo Presença Comercial

17h30 às 18h
Debate (perguntas e respostas)

Fonte: MDIC


MDIC participa da Brazil Design Week 2009

Novembro 4, 2009

Nesta quarta-feira (04/11), das 8h30 às 12h30, a coordenadora-geral de Design e Gestão Ambiental da Secretaria de Desenvolvimento da Produção do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Fernanda Messias, participa do Brazil Design Week ministrando palestra no Fórum Sustentabilidade – “Utilizando o Design como Ferramentas de Inovação”. A 2º edição do evento está sendo realizada entre os dias 3 e 6 de novembro, na Fecomercio em São Paulo (SP), com o tema “Inovação e Negócios”.

Em sua apresentação, Fernanda Messias abordará temas como o papel do design(er) em ponto de inflexão produtiva, as tendências da produção e o papel no design nesse contexto,  além de apresentar um painel das mudanças pelas quais a sociedade passou e passa atualmente.

O Brazil Design Week é promovido pela Associação Brasileira de Empresas de Design (Abedesign), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e o apoio do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequena Empresas (Sebrae).

Na programação do evento, serão realizadas apresentações de cases internacionais, seminários setoriais, workshops, rodadas de negócios, fórum de sustentabilidade e exposições. Além disso, será apresentada uma pesquisa inédita sobre a contribuição e agregação de valor do design na indústria brasileira. O objetivo é reforçar o conceito de design como instrumento no desenvolvimento de marcas para a geração de inovação nas empresas.

No fórum, mediado por Gisela Schulzinger (Abedesign/Haus Design), além da coordenadora Fernanda Messias, participam ainda do debate os representantes da Johnson & Johnson, Renato Wakimoto, da Natura, Alessandro Mendes, da Klabin, Rosana Cristina Viegas Barbarini , além do presidente do Partido Verde, José Luiz Penna.
Informações sobre 2º edição Brazil Design Week,estão disponíveis no endereço eletrônico:  http://www.bdw09.com.br/
Serviço:
Fórum Sustentabilidade – “Utilizando o Design como Ferramentas de Inovação”
Horário: 8h30 às 12h30
Local: auditório Raul Cortéz
Dia: 4/9/2009

Fonte: MDIC


Lula e Cristina Kirchner vão discutir questão comercial

Novembro 4, 2009

Os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Cristina Kirchner, da Argentina, têm reunião marcada para 18 de novembro, provavelmente em Brasília, para tentar resolver os problemas comerciais que estão sem perspectiva no plano técnico das negociações. A informação foi dada ontem pelo secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Welber Barral. Ele também revelou que o ministro Miguel Jorge informou à ministra argentina da Produção, Debora Giorgi, que o assunto é presidencial. Ela queria uma reunião o mais rápido possível.

O governo brasileiro flexibilizou as regras, liberando mercadorias perecíveis e outras que estavam a caminho do Brasil antes de 14 de outubro. Naquele dia, deixaram de ser automáticas diversas licenças de importação de produtos argentinos como, por exemplo, vinhos, farinha e pré-mistura de trigo, pescados, frutas secas, geleias, alho, pneus etc.

De acordo com o diretor da consultoria em comércio exterior Center Group, Gustavo Segre, a atitude brasileira pode ser interpretada como sinal de boa vontade ou, talvez, resposta a algum aceno de maior acesso aos produtos brasileiros pelas autoridades argentinas. Ele informou que já obteve a liberação de todas as mercadorias de clientes que estavam em trânsito quando as licenças deixaram de ser automáticas.

O Brasil endureceu o jogo com seu principal parceiro do Mercosul porque as medidas protecionistas – licenças não automáticas – adotadas pela Argentina, no ano passado, acabaram dando mais acesso a mercadorias chinesas, em vez de estimular a produção local.

Fábio Ciocca, diretor da International Star, empresa de logística, também informou que a situação melhorou na fronteira terrestre, mas ainda não pode ser chamada de normal. “Ainda temos muitas licenças de importação sem avaliação”, disse. Ele confirmou a liberação de perecíveis e mercadorias que estavam em trânsito quando as normas ficaram mais rígidas.

Outro problema, segundo Ciocca, é a estratégia de defesa adotada por algumas empresas. Elas elevaram bastante seus pedidos de licenças de importação, mas vão embarcar apenas as mercadorias que estiverem disponíveis. O artifício, na opinião dele, está congestionando o sistema. (AG)
Fonte: Valor Econômico


Melhora a exportação de manufaturados

Novembro 4, 2009

Os números de outubro da balança comercial mostraram alguma reação das exportações em geral, mas as vendas externas de produtos industrializados ainda não se recuperaram.

Segundo a Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, essa categoria, que une manufaturados e semimanufaturados, teve aumento de 4% em outubro na comparação com setembro. Mas se for confrontado com outubro de 2008, o resultado mostra queda de 18,5%. De janeiro a outubro, os embarques de bens industrializados foram 29,7% inferiores aos do mesmo período do ano passado. Isolando os produtos manufaturados, as exportações de outubro ficaram 1% acima das de setembro, mas caíram 18,3% sobre outubro de 2008. De janeiro a outubro, recuaram 29,9%.

No lado das importações, foi registrado, em outubro, aumento da entrada de intermediários e bens de consumo, o que indica recuperação econômica e a preparação para as vendas do fim do ano.

Segundo análise do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi), as exportações de manufaturados estão com um quadro “menos ruim”, o que deve ter relação com a recuperação da atividade econômica nos Estados Unidos e nos países latino-americanos, principais compradores desses bens. As vendas externas de manufaturados cresceram 5,1% sobre setembro, de acordo com uma comparação que desprezou fatos típicos do período. Segundo o Iedi, há evolução porque os crescimentos anteriores foram de 4,1% (agosto) e 2,1% (setembro).

A comparação das exportações de manufaturados com outubro de 2008, também indica desempenho menos desfavorável para o Iedi. Além de registrarem a menor queda de 2009 (18,3%), pela primeira vez no ano sua variação negativa foi inferior à registrada nas vendas externas das demais classes de produtos: 19,2% dos semimanufaturados e 20,4% dos básicos.

De janeiro a outubro, as exportações recuaram 24,6% com relação a igual período de 2008, segundo as médias diárias. Nesse critério, as importações caíram 29,4%. Apesar dessas reduções que deprimiram a corrente de comércio, o saldo cresceu 9,1%. Nesse período, as exportações chegaram a US$ 125,88 bilhões e as importações foram de US$ 103,28 bilhões, com saldo de US$ 22,59 bilhões.

O secretário de Comércio Exterior, Welber Barral, disse acreditar que, neste ano, as exportações devem ficar entre US$ 155 bilhões e US$ 160 bilhões, mas o governo ainda não calculou uma meta para 2010. As exportações foram de US$ 14,08 bilhões em outubro, mas sua expectativa para os próximos meses é de níveis semelhantes aos dos mesmos meses de 2008. No ano passado, as vendas externas foram de US$ 14,75 bilhões em novembro e US$ 13,81 bilhões em dezembro. Ele disse que o Brasil tem de diversificar mais seus embarques para a China e admitiu que o país tem de investir mais no aumento da participação no mercado americano.

Ao comentar o impacto do câmbio nas exportações, Barral elogiou a tributação na entrada de capital, mas disse que parte do governo apoia medidas ortodoxas contra um problema – o controle cambial exercido pela China – que é “totalmente heterodoxo”.
Fonte: Valor Econômico


Importação atinge o maior patamar do ano e reduz saldo

Novembro 4, 2009

Eduardo Rodrigues, da Sucursal de Brasília
Indústria aproveita real forte para importar mais insumos para a produção

Importações reduzem ganho com recuperação de exportações para EUA e AL, que adquirem mais bens industrializados do país

Com o dólar barato e a economia ganhando fôlego, as importações bateram o recorde mensal do ano em outubro, somando US$ 12,754 bilhões. Esse desempenho contribuiu para que o saldo comercial registrasse no mês passado o menor resultado mensal em 2009.
Nesse cenário de recuperação, a indústria, que sofre para exportar com o real valorizado, aproveitou o câmbio para elevar as importações de insumos para atender à demanda maior.
O aumento das importações reduziu o impacto do crescimento das exportações para EUA e América Latina.
Assim, o saldo de US$ 1,328 bilhão na balança comercial no mês passado só foi melhor que o resultado de janeiro, que registrou deficit de US$ 524 milhões em plena crise global.
De acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento, apesar de o superavit comercial acumulado até outubro superar o obtido no mesmo período de 2008, a corrente de comércio do Brasil com exterior ainda é 26,8% menor que a de 2008.
“O resultado já era esperado, uma vez que o real apreciado e a recuperação da economia doméstica estimulam as importações”, disse Felipe Salto, economista da Tendências, que projeta um saldo comercial de US$ 26,6 bilhões para 2009.
Segundo o secretário de Comércio Exterior, Welber Barral, o crescimento dos desembarques no país ocorre de forma significativa desde agosto. “Não se trata de um surto, mas é um aumento contínuo devido ao efeito de fim de ano, além do incentivo cambial”, afirmou.
Normalmente, as importações tendem a se acelerar nos primeiros meses do segundo semestre, devido à formação dos estoques para o Natal e o aumento de produção da indústria nacional, que usa insumos importados. Como praticamente metade da pauta brasileira de importações é formada por matérias-primas e bens intermediários para a indústria, disse Barral, esse aumento tem grande peso na balança.
Para Barral, o crescimento deve arrefecer nos últimos meses do ano, com uma estabilização do volume de entrada de produtos. “A tendência é de equilíbrio, com queda normal nas importações de bens de consumo, ao mesmo tempo em que o dólar favorável faz aumentar as compras de insumos”, avaliou.
Aumento que, alerta Salto, deve prejudicar os segmentos da indústria brasileira que fornecem materiais usados na cadeia de produção de outras mercadorias. “O câmbio e o ímpeto dos empresários em produzir mais podem resultar até na substituição de insumos produzidos nacionalmente por similares importados.”
Se o aumento da produção industrial brasileira está diretamente ligado à dinâmica do mercado interno, a recuperação dos EUA e de parte da América Latina tendem a estimular ainda mais a demanda das fábricas por esses bens, como produtos químicos, peças e acessórios. Em outubro, o Brasil registrou aumentos significativos nas vendas para essas regiões, que consomem mais industrializados, ao contrário da China, que compra mais commodities. “O Brasil está voltando a exportar bens de maior valor agregado, mas o mercado mundial está mais competitivo, resultando na queda dos preços de alguns produtos, como calçados”, ressalta Barral. E, com mais competição, a apreciação do real encarece produtos brasileiros.
“Dá para ficar otimista com a recuperação americana, mas é preciso cautela, porque todo mundo vai entrar no barco, acirrando a concorrência”, completou Salto.
Fonte: Folha de São Paulo


Meirelles propõe mudança no marco regulatório cambial brasileiro

Novembro 4, 2009

O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, afirmou ontem que a modernização do marco regulatório cambial brasileiro pode passar por mudanças na lei que rege o sistema. Nesse caso, haveria a necessidade de preparação de um projeto a ser encaminhado ao Congresso.

Conforme Meirelles, a alteração da lei é uma das possibilidades, juntamente com medidas a serem tomadas pelo Banco Central, Conselho Monetário Nacional (CMN) e a Comissão de Valores Mobiliários (CVM). “O processo está no início e ainda não temos respostas”, afirmou a jornalistas, após palestra na Universidade de Oxford.

No momento, o BC está enviando ao Congresso um projeto para alterar a Lei 4.131 nos pontos que tratam da liquidação e recuperação de bancos. O presidente do Banco Central disse que o objetivo das mudanças no marco cambial está voltado para o longo prazo, e não para administração imediata da taxa de câmbio. “Um sistema mais eficiente cria uma base mais estável para o crescimento do PIB no futuro.”

Segundo ele, a intenção é modernizar o sistema, feito no passado para um ambiente que visava a impedir a saída de dólares. Meirelles voltou a afirmar que preferiu anunciar a intenção do BC sobre o assunto para garantir a transparência e impedir especulações.

Conforme Meirelles, as operações de carry trade, que acabam estimuladas pelo diferencial de juros entre os países, não são relevantes para o fluxo ao Brasil neste momento. As principais fontes de entrada de recursos, reiterou, são os investimentos externos diretos e o mercado de ações.

Sobre a taxação de IOF ao capital externo, o ministro Henrique Meirelles reafirmou que “não comenta medidas fiscais”. O papel do BC, segundo ele, é o de administrar as reservas e tratar da regulação do sistema cambial.

Fonte: Jornal do Comércio (RS)


Comércio Brasil-China pode adotar real e yuan

Novembro 4, 2009

Uso de moeda local vigora com a Argentina; País pretende agora estendê-lo aos BRICs.

O Brasil e a China já oficializaram a criação de um grupo de trabalho para viabilizar a implantação de um sistema de pagamento em moeda local. Maior parceiro comercial do Brasil, a China já está fazendo estudos sobre a demanda interna para esse tipo de sistema de pagamento, que permite a substituição do dólar norte-americano no comércio bilateral.

A avaliação no governo brasileiro é de que os impactos da desvalorização do dólar no comércio exterior podem ser diluídos por meio de negócios com moedas locais. O Brasil já fechou acordo com a Argentina, negocia com o Uruguai, e tenta avançar agora nas negociações com seus parceiros do Bric: Rússia, Índia e China. As negociações acontecem em meio ao debate internacional de busca de alternativas ao dólar como principal moeda de troca no comércio mundial. Nesse cenário, o euro e as moedas de commodities (de grandes exportadores de commodity) podem ganhar espaço.

A criação de um sistema de pagamento em moeda local deverá ser discutida durante encontro do Bric, que acontecerá paralelamente à reunião de ministros de Finanças e presidentes dos bancos centrais do G-20 (maiores economias desenvolvidas e em desenvolvimento). A reunião do G-20 está marcada para o final desta semana em Saint Andrews, na Escócia, no aniversário de dez anos do primeiro encontro do grupo.

A diretora de Assuntos Internacionais do Banco Central do Brasil, Maria Celina Berardinelli Arraes, avaliou que esses sistemas mitigam o risco cambial para os exportadores, que passam a saber exatamente quanto vão receber nas suas vendas para o exterior.

A diretora informou que partiu do governo chinês a proposta de criação do grupo de trabalho. Por enquanto, as negociações com os parceiros do Bric ainda estão em estágio embrionário, mas a “vitrine” que o Brasil tem para mostrar é o sistema já implementado com a Argentina, que entrou em operação em outubro do ano passado, no auge da crise internacional.

Integrantes do governo da Rússia já conheceram in loco, no final de outubro, o sistema com a Argentina, durante visita a Brasília. Segundo a diretora do BC, os chineses têm uma experiência de comércio com moeda local na fronteira com a Rússia, mas num modelo muito diferente.

O maior desafio para as negociações com o Bric é a complexidade das economias (a Índia, por exemplo, tem estrutura de câmbio controlado). Mas também há muitas diferenças culturais e regulatórias que precisam ser melhor conhecidas pelos países, necessidade que já não acontece com os parceiros vizinhos do Mercosul. Um exemplo dessa dificuldade, contou a diretora, é de que havia uma percepção inicial de que a proposta de criação de um sistema de pagamento tratava-se de financiamento de comércio.

A Rússia, ressaltou ela, teve experiências não muito boas com financiamento de comércio. “Estamos na fase de conhecer as normas, a legislação dos países”, disse a diretora, que preferiu não arriscar prazos para as negociações com os países do Bric. Com o Uruguai, a expectativa do BC é que o sistema deverá estar em funcionamento no segundo trimestre do ano que vem.

Se formalizado o acordo com a China, os exportadores dos dois países poderão liquidar as suas operações em real ou em yuan (a moeda chinesa). De acordo com Maria Celina, uma das vantagens do uso de moedas locais nas operações bilaterais de compra e venda é a redução de custos da operação, já que não há o pagamento da comissão na conversão de uma terceira moeda – no caso, o dólar, que é a moeda comercial em todo o mundo. O sistema também provoca aumento de liquidez e de eficiência do mercado de câmbio nas moedas locais.

Fonte: Jornal do Comércio (RS)


INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 49, DE 4 DE NOVEMBRO DE 2009

Novembro 4, 2009

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO GABINETE DO MINISTRO
INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 49, DE 4 DE NOVEMBRO DE 2009
O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, no uso da atribuição que lhe confere o art. 87, Parágrafo único, inciso II, da Constituição, tendo em vista o disposto no Decreto nº 5.351, de 21 de janeiro de 2005, no Decreto nº 6.268, de 22 denovembro de 2007, e o que consta do Processo nº 21000.003643/2008-41, resolve:
Art. 1º A Seção I – Exportação de Mercadoria em Trânsito Aduaneiro, Seção
II – Importação de Mercadoria em Trânsito Aduaneiro – Procedimentos no Ponto de Ingresso e Seção
III – Importação de Mercadoria em Trânsito Aduaneiro – Procedimentos no Ponto de Destino, todas do Capítulo
VII – Controles Especiais, do Manual de Procedimentos Operacionais da Vigilância Agropecuária Internacional, aprovado na forma do anexo da Instrução Normativa nº 36, de 10 de novembro de 2006, passam a vigorar com a seguinte redação:
“CAPÍTULO VII
CONTROLES ESPECIAIS
SEÇÃO I
EXPORTAÇÃO DE MERCADORIA EM TRÂNSITO ADUANEIRO
1. CONSIDERAÇÕES GERAIS
O trânsito aduaneiro é caracterizado pelo trânsito de mercadorias entre recintos alfandegados, sob controle aduaneiro da Receita Federal do Brasil.
O Decreto nº 6.759, de 5 de fevereiro de 2009, que regulamenta a administração das atividades aduaneiras, a fiscalização, o controle e a tributação das operações de comércio exterior, estabelece no seu art. 328: a aplicação do regime (de trânsito aduaneiro) ficará condicionada à liberação por outros órgãos da Administração Pública, quando se tratar de mercadoria relacionada em ato normativo específico que a sujeite a controle prévio à concessão do trânsito.
As mercadorias que receberem o despacho aduaneiro de exportação em unidade Vigiagro instalada em recinto alfandegado, que não o de egresso do país, serão fiscalizadas conforme os procedimentos descritos nos capítulos específicos deste manual, na unidade Vigiagro de início do trânsito aduaneiro.
Os produtos de origem animal, quando tiverem o despacho aduaneiro de exportação em unidade Vigiagro instalada em um recinto alfandegado e egresso do país por unidade Vigiagro instalada em outro recinto alfandegado, deverão ser fiscalizados no primeiro e emitida a Autorização de Declaração de Trânsito Aduaneiro – ADTA, e serem fiscalizadas, antes do embarque, no recinto alfandegado de egresso do país e reinspecionadas, quando requerido.
As demais mercadorias, já fiscalizadas, certificadas e com despacho de exportação autorizado pelo MAPA, sob controle aduaneiro da Receita Federal do Brasil, não requererãoemissão de ADTA nem nova fiscalização do MAPA no recinto alfandegado de egresso do país,
excetuando-se situações específicas que a exijam.
2. DOCUMENTAÇÃO EXIGIDA
2.1 No recinto alfandegado de despacho da mercadoria em exportação (início do trânsito aduaneiro):
a) Requerimento para fiscalização de produtos agropecuários (FORMULÁRIO V);
b) Demais documentações previstas no capítulo específico referente à mercadoria em exportação;
c) Excetua-se da documentação exigida na alínea “b” a cópia do conhecimento ou manifesto de carga e o plano de carga, considerando que esses documentos são emitidos no recinto alfandegado de egresso da mercadoria do país;
d) Documento da Receita Federal do Brasil comprovando o Trânsito Aduaneiro de Exportação, a ser apresentado na finalização do processo.
2.2 No recinto alfandegado (aeroporto, porto ou posto de fronteira) de egresso da mercadoria do país – exportação de produtos de origem animal:
a) Requerimento para fiscalização de produtos agropecuários (FORMULÁRIO V);
b) Certificado Sanitário Internacional, seus anexos e declarações adicionais, quando exigidas pelo país importador (original e fotocópia);
c) ADTA emitida pela unidade Vigiagro do recinto alfandegado de origem da mercadoria;
d) Cópia do Conhecimento ou Manifesto de Carga (após o embarque).
3. PROCEDIMENTOS
3.1 No recinto alfandegado de despacho da mercadoria em exportação (início do trânsito aduaneiro):
a) De acordo com o procedimento previsto no capítulo específico referente à mercadoria em exportação;
b) A entrega do certificado sanitário, fitossanitário ou zoossanitário, bem como a liberação da exportação em trânsito aduaneiro, só deverá ser efetuada com a apresentação do documento da Receita Federal do Brasil comprovando o Trânsito Aduaneiro de Exportação.
3.2 No recinto alfandegado (aeroporto, porto ou posto de fronteira) de egresso da mercadoria do país – exportação de produtos de origem animal:
a) De acordo com o procedimento previsto no capítulo específico referente à mercadoria em exportação.
4. DOCUMENTAÇÃO EMITIDA
4.1 No recinto alfandegado de ingresso da mercadoria em exportação (início do trânsito aduaneiro):
a) Termo de Fiscalização (FORMULÁRIO VII);
b) Certificação Sanitária, Fitossanitária ou Zoossanitária Internacional, conforme o caso;
c) Autorização de Declaração de Trânsito Aduaneiro – ADTA (FORMULÁRIO XXI), quando se tratar de exportação de produto de origem animal;
d) Demais documentos previstos na legislação, conforme capítulo específico referente à mercadoria em exportação.
4.2 No recinto alfandegado de egresso da mercadoria do país – exportação de produtos de origem animal:
a) Termo de Fiscalização (FORMULÁRIO VII);
b) Demais documentos previstos na legislação, conforme capítulo específico referente à mercadoria em exportação.
5. LEGISLAÇÃO E ATOS NORMATIVOS RELACIONADOS
a) Conforme capítulo específico referente à mercadoria em exportação.
SEÇÃO II
IMPORTAÇÃO DE MERCADORIA EM TRÂNSITO ADUANEIRO PROCEDIMENTOS NO PONTO DE INGRESSO
1. CONSIDERAÇÕES GERAIS
O trânsito aduaneiro é caracterizado pelo trânsito de mercadorias entre recintos alfandegados, sob controle aduaneiro da Receita Federal do Brasil.
O Decreto nº 6.759, de 5 de fevereiro de 2009, que regulamenta a administração das atividades aduaneiras, a fiscalização, o controle e a tributação das operações de comércio exterior, estabelece no seu art. 328: a aplicação do regime (de trânsito aduaneiro) ficará condicionada à liberação por outros órgãos da administração pública, quando se tratar de mercadoria relacionada em ato normativo específico que a sujeite a controle prévio à concessão do trânsito.
Mercadorias e outras partidas que apresentem risco ou restrições de ordem fitossanitária e zoossanitária, com capacidade de disseminar pragas ou doenças, bem como os subprodutos e insumos, relacionados pelas áreas técnicas dos setores animal e vegetal, não poderão ter o trânsito aduaneiro autorizado pelo MAPA, devendo ser inspecionados e fiscalizados no ponto de ingresso, sendo emitida, neste local, a documentação pertinente.
Entretanto, podem ser dispensados da fiscalização no recinto alfandegado de ingresso no país e emissão de ADTA os envios acondicionados em contenedor fechado e lacrado, sob controle aduaneiro da Receita Federal do Brasil, contendo produtos e insumos agropecuários não relacionados pelas áreas técnicas e os que possam conter embalagens ou suportes de madeira bruta, quando destinados a recinto alfandegado que disponha de unidade ou serviço de vigilância agropecuária internacional. Nesses casos, os envios serão fiscalizados na unidade de destino.
É obrigatória a inspeção e fiscalização agropecuária da mercadoria e/ou da embalagem/suporte de madeira, no recinto alfandegado de ingresso no país, para os seguintes produtos, tipos de carga e contenedores:
a) animais vivos e ovos férteis;
b) produtos vegetais in natura destinados ao consumo, ao uso direto ou transformação, definidos na categoria 3(três) de risco fitossanitário;
c) sementes, plantas ou outros materiais de origem vegetal destinados à propagação e/ou reprodução, definidos na categoria 4 (quatro) de risco fitossanitário;
d) cargas sob fiscalização agropecuária não lacradas ou soltas;
e) partidas contendo embalagem/suporte de madeira, não lacradas ou soltas; e
f) cargas sob fiscalização agropecuária ou que contenham embalagem/suporte de madeira, transportadas em veículos ou equipamentos que não assegurem total proteção como: vagões e caminhões abertos ou lonados; caminhões tipo sider; contêineres tipo flatrack, open-top e similares.
A SDA poderá determinar exceções quanto a mercadorias para as quais o trânsito aduaneiro poderá ser autorizado pelo MAPA, no ponto de ingresso.
Mercadorias importadas como carga solta, excetuando-se a alínea “a”, poderão ser transferidas para outro recinto alfandegado que disponha de unidade ou serviço de vigilância agropecuária internacional, quando forem acondicionadas em contenedor fechado e lacrado, sob controle aduaneiro da Receita Federal do Brasil.
A Unidade do Vigiagro/SDA no ponto de ingresso deverá manter a Unidade da Receita Federal do Brasil, o administrador do recinto alfandegado e os usuários do MAPA notificados quanto à obrigatoriedade de fiscalização do MAPA no ponto de ingresso para as situações descritas anteriormente.
2. DOCUMENTAÇÃO EXIGIDA – Quando obrigatória a inspeção e fiscalização no ponto de ingresso:
a) Requerimento para fiscalização de produtos agropecuários (FORMULÁRIO V); ou
b) Requerimento para Fiscalização de Embalagens e Suportes de Madeira (FORMULÁRIO XIX);
c) Demais documentos conforme estabelecido no capítulo específico referente à mercadoria em importação.
3. PROCEDIMENTOS
a) Recepção e conferência documental;
b) Verificação do tipo de mercadoria e contenedor para deliberar quanto à necessidade de inspeção e fiscalização no ponto de ingresso ou liberação, em trânsito aduaneiro, sem interferência fiscal do MAPA;
c) Sendo requerida a inspeção e fiscalização no ponto de ingresso, proceder conforme estabelecido no capítulo específico referente à mercadoria em importação;
d) Caso a fiscalização e o deferimento do LI por parte do MAPA se dê em unidade diferente da que conste do Licenciamento de Importação no Siscomex, registrar no campo observação do LI a unidade Vigiagro em que ocorreu a fiscalização e o deferimento do LI.
4. DOCUMENTAÇÃO EMITIDA
a) Quando requerida a inspeção e fiscalização no ponto de ingresso, deverá ser emitida a documentação prevista no capítulo específico referente à mercadoria em importação.
5. LEGISLAÇÃO E ATOS NORMATIVOS RELACIONADOS
a) Conforme capítulo específico referente à mercadoria em importação.
SEÇÃO III
IMPORTAÇÃO DE MERCADORIA EM TRÂNSITO ADUANEIRO PROCEDIMENTOS NO PONTO DE DESTINO
1. CONSIDERAÇÕES GERAIS
O trânsito aduaneiro é caracterizado pelo trânsito de mercadorias entre recintos alfandegados, sob controle aduaneiro da Receita Federal do Brasil.
O Decreto nº 6.759, de 5 de fevereiro de 2009, que regulamenta a administração das atividades aduaneiras, a fiscalização, o controle e a tributação das operações de comércio exterior, estabelece no seu art. 328: a aplicação do regime (de trânsito aduaneiro) ficará condicionada à liberação por outros órgãos da administração pública, quando se tratar de mercadoria relacionada em ato normativo específico que a sujeite a controle prévio à concessão do trânsito.
Mercadorias e outras partidas que apresentem risco ou restrições de ordem fitossanitária e zoossanitária, com capacidade de disseminar pragas ou doenças, bem como os subprodutos e insumos, relacionados pelas áreas técnicas dos setores animal e vegetal, não poderão ter o trânsito aduaneiro autorizado pelo MAPA, devendo ser inspecionados e fiscalizados no ponto de ingresso, sendo emitida, neste local, a documentação pertinente.
Entretanto, podem ser dispensados da fiscalização no recinto alfandegado de ingresso no país e emissão de ADTA os envios acondicionados em contenedor fechado e lacrado, sob controle aduaneiro da Receita Federal do Brasil, contendo produtos e insumos agropecuários não relacionados pelas áreas técnicas e os que possam conter embalagens ou suportes de madeira bruta, quando destinados a recinto alfandegado que disponha de unidade ou serviço de vigilância agropecuária internacional. Nesses casos, os envios serão fiscalizados na unidade de destino.
É obrigatória a inspeção e fiscalização agropecuária da mercadoria e/ou da embalagem/suporte de madeira, no recinto alfandegado de ingresso no país, para os seguintes produtos, tipos de carga e contenedores:
a) animais vivos e ovos férteis;
b) produtos vegetais in natura destinados ao consumo, ao uso direto ou transformação, definidos na categoria 3(três) de risco fitossanitário;
c) sementes, plantas ou outros materiais de origem vegetal destinados à propagação e/ou reprodução, definidos na categoria 4 (quatro) de risco fitossanitário;
d) cargas sob fiscalização agropecuária não lacradas ou soltas;
e) partidas contendo embalagem/suporte de madeira, não lacradas ou soltas; e
f) cargas sob fiscalização agropecuária ou que contenham embalagem/suporte de madeira, transportadas em veículos ou equipamentos que não assegurem total proteção como: vagões e caminhões abertos ou lonados; caminhões tipo sider; contêineres tipo flatrack, open-top e similares.
A SDA poderá determinar exceções quanto a mercadorias para as quais o trânsito aduaneiro poderá ser autorizado pelo MAPA, no ponto de ingresso.
Mercadorias importadas como carga solta, excetuando-se a alínea “a”, poderão ser transferidas para outro recinto alfandegado que disponha de unidade ou serviço de vigilância agropecuária internacional, quando forem acondicionadas em contenedor fechado e lacrado, sob controle aduaneiro da Receita Federal do Brasil.
A unidade Vigiagro de destino da mercadoria deverá notificar a Receita Federal do Brasil quanto à importância da presença da fiscalização federal agropecuária na abertura dos contenedores, tendo em vista a eventual necessidade de adoção imediata de medida de controle fitozoossanitária.
2. DOCUMENTAÇÃO EXIGIDA
a) Requerimento para fiscalização de produtos agropecuários (FORMULÁRIO V); ou
b) Requerimento para Fiscalização de Embalagens e Suportes de Madeira (FORMULÁRIO XIX);
c) Cópia da Declaração de Trânsito Aduaneiro emitida pela Receita Federal do Brasil;
d) Demais documentações, conforme estabelecido no capítulo específico referente à mercadoria em importação.
3. PROCEDIMENTOS
a) adotar os procedimentos conforme estabelecido no capítulo específico referente à mercadoria em importação;
b) conferência de lacre;
c) no caso de embalagem de madeira, quando a partida tiver sido inspecionada na origem, o importador deverá apresentar a comprovação de fiscalização do MAPA no ponto de ingresso com o despacho devidamente autorizado;
d) quando verificada a realização de trânsito aduaneiro em desconformidade com o que estabelece este manual, deverá se proceder à fiscalização e emitir Termo de Ocorrência ao importador, o qual deverá ser também encaminhado, por fax, para a unidade Vigiagro de origem da mercadoria, com vistas à notificação à Receita Federal da Unidade de origem da mercadoria, sobre a ocorrência irregular de Trânsito Aduaneiro em desconformidade com as normas do MAPA e o Regulamento Aduaneiro, para as providências cabíveis;
e) na situação descrita na alínea “d”, deverá, também, ser notificada a Unidade da Receita Federal da unidade de destino, sobre a ocorrência irregular de Trânsito Aduaneiro em desconformidade com as normas do MAPA e o Regulamento Aduaneiro, para as providências cabíveis.
4. DOCUMENTAÇÃO EMITIDA
a) Termo de Fiscalização (FORMULÁRIO VII);
b) Termo de Ocorrência (FORMULÁRIO XII), quando for o caso;
c) Notificação à Receita Federal do Brasil quando da verificação de Trânsito Aduaneiro irregular, em desconformidade com as normas do MAPA;
d) Demais documentos conforme estabelecido no capítulo específico referente à mercadoria em importação.
5. LEGISLAÇÃO E ATOS NORMATIVOS RELACIONADOS
a) Conforme capítulo específico referente à mercadoria em importação.
…………………………………………………………………………….” (NR)
Art. 2º Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação.
REINHOLD STEPHANES