India, Turkey to start talks on FTA, double trade

Novembro 24, 2008

New Delhi (PTI): Seeking to upgrade relations to a new level, India and Turkey today decided to start talks for a free trade accord, double bilateral trade to six billion dollars by 2010 and deepen cooperation in counter-terrorism.

Prime Minister Manmohan Singh and his visiting Turkish counterpart Recep Tayyip Erdogan agreed to direct their officials to begin negotiations on a Free Trade Agreement and to “proactively encourage” two-way investment flows.

“Keeping in view the steady growth in our trade and economic cooperation, we have set a trade target of six billion dollars by 2010,” Singh told reporters after a two-hour meeting with Erdogan here. Bilateral trade is expected to touch three billion dollars this financial year end.

The two sides agreed to collaborate further in the area of energy cooperation, particularly hydrocarbons, science and technology, culture, tourism and people-to-people contacts.

The two leaders also expressed satisfaction at the ongoing contacts in the field of defence and felt there was further scope for cooperation in this area.

Singh used the opportunity to convey his appreciation for Turkey’s support in joining the consensus in the Nuclear Suppliers Group for an India-specific waiver to enable civil nuclear cooperation with India.

The two leaders were in “full agreement” that terrorism posed a threat to “our common values” and needs to be tackled firmly and decisively through collective action.

“We have agreed to deepen our cooperation in the area of counter terrorism,” Singh said.

Fonte: The Hindu News


OCDE: crise dá oportunidade a reformas na América Latina

Novembro 24, 2008

Os países da América Latina devem esperar por meses ou mesmo anos até se recuperarem plenamente da atual crise econômica, afirmaram nesta segunda-feira economistas da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento (OCDE), durante a apresentação do relatório Perspectivas Econômicas da América Latina 2009. Para evitar maior desgaste, as economias latinas devem estar dispostas a ajustes fiscais e mesmo a mudanças na política-econômica, já que a intervenção pode ser a única solução para que os efeitos sejam menos devastadores.

“O ajuste de políticas fiscais terá um papel muito importante para que os países saiam da crise o quanto antes. Sem dúvida, a região está muito melhor colocada para enfrentar uma crise desta amplitude do que há 20 anos, mas algumas economias inevitavelmente deverão ser obrigadas a recorrer ao FMI”, avalia Carlos Quenan, professor do Instituto de Altos Estudos da América Latina.

Para Quenan, os latino-americanos não devem chegar a 2% de crescimento no ano que vem. “Felizmente, ainda ninguém do continente precisou recorrer ao FMI e isso é um sinal de solidez das economias. Mas tenho certeza de que, para muitos, essa acabará sendo a única solução”, prevê o especialista, sem citar exemplos.

“Se a crise mundial ainda for longa, a América Latina vai viver vários meses, ou talvez anos, muito difíceis. A sua dependência das exportações ainda é muito grande e as relações econômicas com os Estados Unidos, muito fortes”, disse o coordenador do Centro de Desenvolvimento da América Latina da OCDE, Jeff Dayton Johnson, no evento realizado na sede da instituição em Paris na manhã desta segunda-feira.

“No entanto, as crises em geral favorecem as reformas. O momento é de ter perspicácia e aproveitar para agir e consertar o que está errado em matéria de ajuste fiscal”, completou. Conforme o relatório, os países latino-americanos se aperfeiçoaram bastante nas políticas fiscais nos últimos anos, mas ainda não estão em uma situação satisfatória.

“É preciso pensar na política fiscal como algo que vai estabilizar a macroeconomia no país, para evitar a inflação e o desemprego. Mas há também outros objetivos, tão importantes quanto, relativos ao desenvolvimento, que são o crescimento econômico, a redução da pobreza e das desigualdades e a construção de uma coesão social”, afirmou Johnson.

“Parece que estamos finalmente passando de um longo período de esforços quantitativos para uma fase de preocupação qualitativa de desenvolvimento”, disse Jean-Michel Blanquer, presidente do Instituto das Américas.

O estudo – que se tratava muito mais de uma análise da conjuntura atual do que um documento apontando as perspectivas futuras – mostra que as instituições e a democracia sul-americanas estão mais fortes. O Brasil foi situado como uma democracia “média”, com apenas 30% de satisfação. O País foi utilizado como exemplo para demonstrar o quanto os investidores estrangeiros ainda temem as épocas de eleições no continente.

“Os investidores parecem não gostar da democracia latina. Eles têm medo dos resultados e os gráficos mostram o quanto os investimentos são afetados a cada vez que há uma votação importante”, explicou Johnson, citando o caso intitulado “De Lula preta a Lula de mel”, sobre as duas eleições do presidente brasileiro. Nos dois pleitos, apenas o primeiro registrou uma queda brusca dos investimentos, em função das dúvidas quanto ao futuro sob a administração do petista.

“Foi um caso clássico de pânico. Eles viam Lula como um verdadeiro diabo que traria problemas graves à economia latino-americana”, disse. “Mas eu entendo todos estes medos porque, via de regra, sempre acontece uma expansão fiscal indesejável logo nos primeiros meses dos novos governos. Felizmente, essa mentalidade vem mudando para muitos governantes, como vem mostrando Lula ao longo da sua administração.”

A informalidade do mercado de trabalho também suscita preocupação dos especialistas e é um entrave para o desenvolvimento da região. “Se a cada dois trabalhadores, um é informal, temos uma grande parte da população economicamente ativa que não contribui nem se beneficia das políticas do Estado. É um problema muito grave para o desenvolvimento social que não parece estar sendo atacado”, adverte Johnson.

O relatório apontou ainda que, em comparação aos países europeus, os latinos ainda arrecadam muito pouco e gastam muito mal a receita. A educação, conforme os especialistas, é um dos pontos-chave dos maus-investimentos. Embora os recursos tenham aumentado, a qualidade do serviço prestado e os resultados permanecem insatisfatórios.

“Em termos de qualidade de ensino, um latino-americano de 15 anos tem o equivalente a três anos de escolaridade a menos do que um finlandês. A América Latina precisa invariavelmente evoluir a qualidade do ensino e do corpo docente para poder criar melhores oportunidades”, avalia Jonhson. “Programas de incentivo ao estudo, como o brasileiro, podem ser uma excelente ferramenta para ao menos garantir a escolaridade mínima”, defendeu Blanquer.

Fonte: Terra


Corrente de comércio soma US$ 7 bilhões na terceira semana de novembro

Novembro 24, 2008

A balança comercial brasileira, na terceira semana de novembro (entre os dias 17 e 23), registrou exportações de US$ 3,355 bilhões (média diária de US$ 671 milhões) e importações de US$ 3,673 bilhões (média diária de US$ 734,6 milhões), desempenhos que resultaram num déficit comercial (diferença entre o valor exportado e o importado) de US$ 318 milhões. A corrente de comércio (soma das exportações com as importações) verificada na semana foi de US$ 7,028 bilhões (média diária de US$ 1,406 bilhão).

Mês

No mês, até o dia 23 de novembro, as exportações totalizaram US$ 11,875 bilhões, o que correspondeu a um desempenho médio diário de US$ 791,7 milhões, valor 12,7% maior que o desempenho médio diário das exportações em todo o mês de novembro do ano passado (US$ 702,6 milhões) e 5,9% menor que a média diária das vendas internacionais brasileiras em outubro deste ano (US$ 841,5 milhões).

As importações, nas três semanas de novembro, acumularam US$ 10,982 bilhões (média diária de US$ 732,1 milhões), um crescimento de 21,7% sobre o desempenho médio diário apresentado no mesmo mês do ano passado (US$ 601,5 milhões). Em relação à média diária registrada no mês de outubro último (US$ 786,6 milhões), entretanto, observou-se uma queda de 6,9%.

O saldo comercial no mês, até a terceira semana de novembro, foi de US$ 893 milhões, com média diária de US$ 59,5 milhões e ficou 41,1% menor que o superávit médio diário registrado em todo o mês de novembro do ano passado (US$ 101,1 milhões). Em relação à média diária do saldo verificada em outubro de 2008 (US$ 54,9 milhões), houve um crescimento de 8,5%.

Ano

No ano, com 226 dias úteis até a terceira semana de novembro, as exportações totalizaram US$ 181,247 bilhões (média diária de US$ 802 milhões), aumento de 26,7% sobre o resultado no mesmo período do ano passado (média diária de US$ 633,1 milhões).

Na mesma comparação, as importações somaram US$ 159,534 bilhões, com média diária de US$ 705,9 milhões, uma alta de 50,1% em relação ao desempenho médio diário verificado no mesmo período do ano passado (US$ 470,4 milhões).

Até a terceira semana de novembro, o superávit comercial no ano acumulou US$ 21,713 bilhões (média diária de US$ 96,1 milhões), resultado 41% menor que o saldo médio diário apresentado no mesmo período do ano passado (US$ 162,7 milhões).

Às 15h, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) divulgará no site www.desenvolvimento.gov.br o detalhamento das informações sobre as exportação e importação brasileiras na terceira semana de novembro.


Fonte: MDIC


Índice de Clima Econômico da América Latina cai 1,2 pontos e fica em 3,4 pontos

Novembro 24, 2008

Rio de Janeiro – O Índice de Clima Econômico (ICE) da América Latina ficou em 3,4 pontos na pesquisa encerrada em outubro, contra 4,6 pontos na última sondagem, em julho. A variação de 1,2 pontos é a maior desde o início da série, em 1997. O valor mais baixo foi registrado em outubro de 1998, quando índice foi de 3,3 pontos.

O ICE foi divulgado hoje (24) pela Fundação Getulio Vargas (FGV) e pelo Instituto Alemão Ifo. O índice é utilizado para acompanhar e antecipar tendências econômicas. É considerado satisfatório quando está acima de 5 pontos.

O Uruguai (7,4), Peru (7) e Brasil (5,8) lideram o ranking do ICE na América Latina, onde foram pesquisados 11 países. Nas piores posições estão Venezuela (3,8), Argentina (3,6) e Equador (3,2).

Entre os dois indicadores que compõem o ICE da América Latina, o Índice de Situação Atual (ISA), que avalia o consumo e os investimentos, ficou em 4,2 pontos, contra 5,7 em julho. Também caiu o Índice de Expectativas, que reflete as tendências para os próximos seis meses. O indicador registrou queda de 0,9 pontos e fechou em 2,5.

Segundo a pesquisa, os principais problemas dos países pesquisados são a inflação, a falta de competitividade, o desemprego e a falta de confiança nas políticas de governo.

Fonte: Agência Brasil


Senado ouve amanhã embaixador brasileiro sobre crise com Equador

Novembro 24, 2008

Brasília – O embaixador do Brasil em Quito, capital do Equador, Antonino Marques Porto, presta esclarecimentos amanhã (25) a parlamentares da Comissão de Relações Exteriores do Senado. Ele foi chamado ao Brasil depois da decisão do presidente equatoriano, Rafael Corrêa, de suspender as obras da Usina Hidrelétrica San Francisco, feita pela Odebrecht, e não pagar o empréstimo feito pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) de US$ 243 milhões para a construção da usina.

O presidente da comissão, senador Heráclito Fortes (DEM-PI), pediu uma postura mais firme do Brasil com relação aos questionamentos do presidente Rafael Correa quanto à legalidade da dívida por terem sido constatadas irregularidades na obra, executada por consórcio. “Não podemos aceitar isso. A partir do momento que o presidente equatoriano anuncia o calote na dívida, temos de ficar com o pé atrás. Palavra empenhada é palavra assumida.”

“É preciso que seja historiado, de maneira oficial, todo o desenrolar dessa história. Queremos que os fatos sejam esclarecidos para que possamos tomar providências”, disse o parlamentar. “O Congresso, através do Senado, quer colaborar para a solução desse impasse”, completou.

Fonte: Agência Brasil


Importação de minério de ferro pela China sobe 2,94%

Novembro 24, 2008

As importações de minério de ferro pela China em outubro cresceram 2,94% em relação ao mesmo período do ano passado, para 30,616 milhões de t. No ano, entre janeiro e o mês passado, o setor registra uma alta de 20,21% nas compras de minério.

Grande parte do minério importado em outubro pelo maior produtor de aço do mundo veio da Austrália, 14,38 milhões de t, uma expansão de 27,63%. Enquanto isso, o Brasil entregou 7,58 milhões de t ao país asiático, em uma expansão mais modesta, de 5,92% em relação a outubro de 2007.

Sofreram reduções os volumes de minério importados da Índia, 14%, para 3,7 milhões de t; e Canadá, queda de 33,63%. Em destaque ficaram as compras de minério de ferro venezuelano, que dispararam 193%, para 410,8 mil t.

As importações de produtos de aço somaram 1,15 milhão de t em outubro e no acumulado dos dez meses de 2008 as compras desses produtos recuaram 5%, para 13,47 milhões de t.

Já as exportações de produtos siderúrgicos somaram 4,62 milhões de t em outubro. A variação percentual não estava disponível junto às autoridades alfandegárias. Entre janeiro e outubro, as vendas externas de produtos de aço da China somam 53,12 milhões de t, uma redução de 1,2% em relação ao mesmo período de 2007.

Fonte: Reuters News


Brasil deve ter déficit de US$ 30 bi em transações correntes, prevêem analistas

Novembro 24, 2008

Brasília – A estimativa para o superávit comercial (saldo positivo das exportações menos as importações) neste ano foi ajustada de US$ 23,78 bilhões para US$ 23,6 bilhões. Para 2009, a projeção subiu de US$ 13,32 bilhões para US$ 13,71bilhões.

Os analistas mantiveram a projeção de déficit de US$ 30 bilhões no saldo das transações correntes (todas as operações do Brasil com o exterior) em 2008 e alteraram de US$ 31,65 bilhões para US$ 30,03 bilhões no próximo ano.

A projeção para o investimento estrangeiro direto (dinheiro que entra na parte produtiva da economia, a chamada economia real, gerando emprego e renda) em 2008 foi mantida em US$ 35 bilhões e em US$ 25 bilhões, em 2009.

Para o valor do dólar no final deste ano, os analistas aumentaram a projeção de R$ 2,10, tanto para 2008 quanto para o próximo ano.

Quanto à taxa básica de juros, a Selic, foram mantidas as estimativas para o final de 2008 (13,75%) e de 2009 (13,31%). A última reunião deste ano do Comitê de Política Monetária (Copom), que define a Selic, será em dezembro e, portanto, os analistas não esperam por mais elevação dos juros básicos.

Sobre o crescimento da economia (Produto Interno Bruto – PIB), os analistas ajustaram a projeção para este ano de 5,23% para 5,24% e mantiveram o percentual de 3% para 2009. Para o crescimento da produção industrial neste ano, eles reduziram a expectativa de 5,80% para 5,78%. Em 2009, eles esperam crescimento de 3%, contra 3,16% da estimativa anterior.

Para este ano, os analistas projetam a dívida líquida do setor público em 39% do PIB, ante a expectativa anterior de 39,04%. Para 2009, a estimativa foi mantida em 38%. Quanto menor a relação entre dívida e PIB, maior é a confiança do investidor na capacidade do Brasil de honrar seus compromissos.

Os dados foram divulgados no boletim Focus, publicação baseada em pesquisa semanal do Banco Central com analistas de mercado sobre os principais indicadores da economia.

Fonte: Agência Brasil


Representantes de países do Mercosul e da Ásia se reúnem pela primeira vez no Brasil

Novembro 24, 2008

Brasília – O Brasil será sede da primeira reunião ministerial do Mercosul com a Associação das Nações do Sudeste Asiático (Asean). O encontro será às 12h40, no Palácio Itamaraty. A Asean é composta por dez países: Brunei, Camboja, Cingapura, Filipinas, Indonésia, Laos, Malásia, Mianmar, Tailândia e Vietnã. A população total do bloco é de 575 milhões de habitantes, com Produto Interno Bruto (PIB, a soma de bens e serviços produzidos nos países) de US$ 1,28 trilhão em 2007 e corrente global de comércio exterior (importações e exportações) de pouco menos de US$ 1,6 trilhão no mesmo ano.

No ano passado, os países da Asean foram o sexto mercado para as exportações brasileiras. O total do intercâmbio foi de US$ 9,2 bilhões, com exportações brasileiras de US$ 4,35 bilhões e importações de US$ 4,83 bilhões. O intercâmbio do Mercosul com a Asean, no mesmo ano totalizou US$ 11,75 bilhões.

Fonte: Agência Brasil


Alta do dólar deve atrair mais estrangeiros ao País

Novembro 24, 2008

Na contramão da maior parte dos setores da economia, o turismo brasileiro pode sair fortalecido com a turbulência nos mercados globais. A alta do dólar deve atrair mais visitantes estrangeiros para o Brasil, uma vez que terão mais poder de compra no País e encontrarão pacotes mais baratos em divisa estrangeira.
“Há uma grande expectativa de que, com a valorização do dólar, passemos a receber mais turistas estrangeiros a partir do próximo ano”, explica Lourdes Fellini, diretora da Fellini Turismo e presidente da Eventpool – entidade que reúne empresas brasileiras de turismo receptivo e de eventos. O setor ainda não sente os efeitos do câmbio nos negócios, mas a realidade deve mudar a partir de abril, quando termina o inverno europeu e os habitantes do Velho Continente embarcam para viagens internacionais.
Os pacotes nacionais para estrangeiros não sofrem tão intensamente impacto com a variação da moeda americana. No entanto, as refeições, os passeios e os hotéis, além de todos os itens de consumo, ficam mais baratos no momento da conversão da moeda – e não é pouca coisa. Apenas nos últimos três meses, o dólar se valorizou em mais de 40% diante do real.
Lourdes alerta, no entanto, que é preciso manter a divulgação internacional do País para que se atraia estrangeiros. A participação em feiras internacionais e a exibição de alternativas diversas para o turismo, “não apenas Nordeste e Rio de Janeiro”, podem beneficiar a todos. “Esta é a hora de incentivar a divulgação do Brasil lá fora”, defende.
O trade da Serra Gaúcha também espera que a valorização do dólar atraia mais estrangeiros. Empresários do setor, organizados em entidades de classe e pelas prefeituras, têm participado de feiras e eventos internacionais para divulgar seus destinos. Recentemente, estiveram na Argentina apresentando a gastronomia e a beleza natural da Serra.
“Nesta época de verão, é interessante que vendamos o destino da Rota do Sol especialmente para os turistas argentinos e uruguaios que vêm de carro para o litoral”, acredita Julio Cardoso, presidente do Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares e Região das Hortênsias. Ele lamenta, no entanto, a falta de um aeroporto na região para atrair mais visitantes externos.
Não apenas o Rio Grande do Sul se beneficiará com a atração de mais estrangeiros. Santa Catarina, um local que vê seu turismo efervescer no período de verão, já se prepara para colher os frutos da alta do dólar. A empresa de marketing turístico SC+, que promove o estado no Mercosul, informou que os vôos fretados de Buenos Aires para o estado terão um aumento de 50% em janeiro e fevereiro em relação ao verão passado.
A Lan Chile também confirmou a operação de um vôo regular Santiago – Florianópolis duas vezes por semana. Isso, somando-se ao número de estrangeiros que virão de carro do Mercosul, gera uma projeção de crescimento de 10% para a temporada que começa, de acordo com a Secretaria de Turismo, Esporte e Cultura de Santa Catarina.
Fonte: Jornal so Comércio (RS)


OMC prepararia reunião para concluir Doha em dezembro

Novembro 24, 2008

A Organização Mundial do Comércio (OMC) programa uma reunião ministerial, ainda em dezembro, para concluir a Rodada de Doha de liberalização do comércio, estabelecida em 2001, afirmou neste domingo uma pessoa ligada ao órgão.

“Parece muito claro que estão preparando uma reunião”, disse a pessoa, que pediu para não ser identificada, após um encontro em Genebra entre cerca de 30 membros da OMC e o diretor da organização, Pascal Lamy.

“Durante essa reunião, pôde-se ver que os embaixadores receberam determinações mais claras do que nunca de seus líderes”, acrescentou a pessoa, destacando que “não tem precedentes a pressão dos dirigentes para se ter uma reunião ministerial”.
Fonte: Terra