Apex-Brasil comemora dez anos e premia exportadores

Outubro 23, 2008

A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) comemorou dez anos de existência premiando aqueles que mais contribuíram para o bom desempenho e recordes da balança comercial brasileira. A cerimônia de entrega da segunda edição do Prêmio Apex-Brasil de Excelência em Exportação foi realizada em São Paulo e contou ainda com show de Bossa Nova para homenagear os 50 anos do estilo musical. Participaram do evento o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge; o governador de Pernambuco, Eduardo Campos e o presidente da Apex-Brasil, Alessandro Teixeira, entre outras autoridades. Estiveram presentes cerca de 1.000 pessoas, entre empresários, representantes de entidades setoriais, diplomatas, políticos, jornalistas e autoridades governamentais.

O Prêmio reflete o trabalho que a Agência vem realizando com o objetivo de desenvolver uma nova cultura exportadora: mais profissional, embasada em planejamentos detalhados, que levam os produtos e serviços brasileiros aos lugares certos. Em 10 anos foram mais de 5 mil ações entre Feiras Setoriais, Missões Comerciais e de Prospecção, Rodadas de Negócios, Eventos Especiais e Road Shows em diversos países.
 
Além de legitimar o desempenho de vários segmentos sociais no incremento das vendas externas do país, o Prêmio Apex-Brasil é uma ocasião especial para reunir diversos agentes que trabalham com o comércio internacional e, dessa maneira, incentivar o intercâmbio de experiências bem sucedidas.  Para realizar a premiação, a Apex-Brasil envolveu as 65 entidades setoriais com as quais realiza projetos, bem como as quase 5.000 empresas integrantes das ações que promove no Brasil e no exterior. Foram escolhidas sete empresas, três entidades e um jornalista, além do estado de Pernambuco, que apresentou as maiores taxas de crescimento das exportações, de ampliação do número de produtos exportados e do aumento do número de destinos.

O presidente da Apex-Brasil, Alessandro Teixeira, iniciou o evento lembrando que era “uma festa de celebração dos resultados alcançados pelas ações de promoção de exportações e do apoio à internacionalização das empresas brasileiras”. E acrescentou: “Se por um lado, esses resultados decorrem da dedicação das empresas brasileiras e das entidades setoriais, por outro sustenta-se na atuação do Governo brasileiro que não mediu esforços para criar um ambiente interno favorável ao engajamento das empresas brasileiras na economia internacional e que se dedicou particularmente às atividades de promoção dos setores brasileiros no exterior”.

Ao ressaltar porque o evento de premiação usou o tema Bossa Nova, Teixeira citou que o estilo musical é, sem dúvida, um dos melhores veículos de divulgação da imagem do Brasil no exterior e um bem sucedido produto de exportação. Colocou o Brasil no imaginário mundial. “A cada 5 minutos, em algum lugar do mundo, toca uma bossa nova. Não existe um lounge, um café, um elevador, um restaurante, um hotel, um ambiente sofisticado no mundo, que nunca tenha tocado uma bossa nova. É nesse espírito que nós da Apex-Brasil trabalhamos para que não haja um ponto desse planeta em que não tenha uma empresa ou um setor brasileiro vendendo o seu produto e o seu serviço”, concluiu.

Já o ministro Miguel Jorge destacou o trabalho de parceria entre Governo e setor privado para o constante crescimento das exportações brasileiras. “Nos últimos 10 anos, vários desafios se apresentaram aos resultados de comércio exterior do Brasil. Nesse período, a balança comercial acumulou superávits e obteve recordes de exportações. Os destinos comerciais se diversificaram e aumentou gradativamente a participação de produtos de maior valor agregado na pauta de exportações brasileiras”, destacou.

Mesmo em tempos de crise financeira, Miguel Jorge expressou otimismo e disse acreditar que o Brasil atingirá US$ 202 bilhões em exportações este ano. “O Brasil criou e continua criando condições para que a economia supere da melhor forma possível esse momento de turbulência”, afirmou.

Bossa nova
A cerimônia de entrega do Prêmio Apex-Brasil teve show de Miele, Roberto Menescal, Os Cariocas, Zimbo Trio, Patty Ascher, Marta Salomão e Joice, que homenagearam os 50 anos da bossa nova.

Os premiados
Categoria Jornalismo: Matéria “Para negociar com chineses”, da jornalista Raquel Landim, do Valor Econômico

Categoria Empresa Gestão Internacional de Marca: Sadia
Categoria Empresa Abertura de Novos Mercados: Fanem
Categoria Empresa Responsabilidade Social Empresarial: Artecola

Categoria Empresas com maior crescimento do valor exportado e do número de mercados atingidos no período 2004 a 2007:

Grande porte: Votorantim Celulose e Papel S.A. 
Médio porte: Dumond Calçados LTDA
Pequeno porte: Mineoro Indústria Eletrônica LTDA
Categoria Entidade Setorial Ação de Promoção Comercial Diferenciada: Anfacer (Associação Nacional de Fabricantes de Cerâmica para Revestimento)
Categoria Entidade Setorial Inserção de Novas Empresas: Abimo (Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos, Odontológicos, Hospitalares e de Laboratórios)
Categoria Entidade Setorial Inteligência Comercial: Abit (Associação Brasileira da Indústria Têxtil)
Categoria Entidade Setorial Internacionalização: Assintecal (Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos)

Categoria Estado da Federação: Pernambuco

Fonte: MDIC


Lula quer acertar com Cristina Kirchner estratégia para reunião do G20

Outubro 23, 2008

Brasília – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva telefonou hoje (23) para a presidente da Argentina, Cristina Kirchner, para propor que os ministros da Fazenda dos dois países se reúnam na véspera da reunião do G20 – grupo das 20 maiores economias do mundo-, em Washington, nos Estados Unidos, que discutirá a crise financeira mundial.

De acordo com assessores do Palácio do Planalto, a idéia é que Brasil e a Argentina combinem uma posição a ser adotada na reunião, marcada para o dia 15 de novembro, na capital norte-americana.

Na terça-feira (21), o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, telefonou para o presidente Lula para convidá-lo para o encontro.

No dia seguinte, o presidente recebeu uma ligação telefônica do primeiro-ministro da Austrália, Kevin Rudd, para debater o mesmo assunto.

Fonte: Agência Brasil


Gecex aprova 144 novos Ex-tarifários

Outubro 23, 2008

Foi publicada hoje (23/10), no Diário Oficial da União (DOU), uma lista de 144 novos produtos beneficiados pelo regime de Ex-tarifários, por meio da Resolução Camex nº 64. A relação corresponde a 136 bens simples (de apenas um maquinário ou equipamento) e 8 de sistemas integrados (um conjunto de máquinas ou equipamentos). Esses produtos poderão ser importados com alíquotas do Imposto de Importação de 2% até o dia 31 de dezembro de 2008. Já a medida foi concedida na reunião do Comitê Executivo de Gestão (Gecex) da Camex, realizada ontem (22/10), na sede do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

No total, os investimentos globais e os relativos às importações de equipamentos vinculados aos 144 Ex-tarifários, concedidos pelo Gecex, somam US$ 588,8 milhões e US$ 215 milhões, respectivamente. Os principais setores beneficiados serão: metalúrgico (15,07%); bens de capital (BK) (11,32%); e autopeças (11,28%). E em relação aos investimentos globais, metalúrgico (US$ 306,5 milhões); bens de capital (US$ 51,3 milhões) e autopeças (US$ 37,3 milhões).

Ex-Tarifário
 
O regime ex-tarifário é um mecanismo disponibilizado pelo Governo Federal para reduzir temporariamente o Imposto de Importação sobre as categorias de produtos de bens de capital, informática e telecomunicação, quando não houver produção nacional do bem ou de produto similar.

De julho de 2001, quando o regime entrou em vigor, a setembro deste ano, foram concedidos 6.893 Ex-tarifários, que somam mais de US$ 83 bilhões em investimentos globais em todo território brasileiro. Atualmente, estão em vigor 3.110 Ex-tarifários, dos quais 2.940 são simples e 170 integram o de sistemas integrados.

Fonte: MDIC


Ministro Miguel Jorge chefia missão comercial a Assunção

Outubro 23, 2008

Representantes do governo e da iniciativa privada do Brasil integram missão comercial que será realizada, nesta sexta-feira (24/10), a Assunção (Paraguai), com o objetivo de aumentar investimentos de empresas brasileiras no país. Organizada pelo governo brasileiro, o grupo será chefiado pelo ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge. Participam empresários dos setores de agronegócio; têxteis e calçados; autopeças; madeira e móveis e tecnologia da informação.

O grupo irá se reunir com o ministro paraguaio da Indústria e Comércio, Martín Heisecke, e participar de encontros setoriais sobre oportunidades de investimentos, com representantes da indústria paraguaia. A missão é organizada pelo MDIC, Ministério das Relações Exteriores (MRE), Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

Bilateral

No mesmo dia, a 13ª Reunião da Comissão de Monitoramento de Comércio Bilateral Brasil-Paraguai será realizada sob a coordenação, pelo lado brasileiro, do secretário-executivo do MDIC, Ivan Ramalho, e contará com a participação do secretário de Comércio Exterior, Welber Barral.

Na pauta da reunião, constam temas como: exportação de pneus remoldados para o Brasil; terceira edição do seminário “Como exportar para o Brasil”; aprofundamento das preferências tarifárias com Bolívia e Equador; trânsito de produtos de origem animal e vegetal entre os dois países; aprovação pelo legislativo paraguaio do Protocolo de Montevidéu – sobre o comércio de Serviços no Mercosul -; apresentação da proposta de acordo automotivo do Mercosul e exportação de motocicletas, dentre outros.

Intercâmbio

No acumulado janeiro-setembro de 2008, as exportações brasileiras para o Paraguai somaram US$ 1,9 bilhão, superando em 64,9% o resultado do mesmo período de 2007, quando as vendas atingiram US$ 1,2 bilhão. A participação paraguaia nas exportações totais do Brasil cresceu de 1% no período janeiro-setembro de 2007 para 1,3% em igual período de 2008. Já as compras brasileiras do Paraguai atingiram US$ 488 milhões até setembro de 2008, apresentando crescimento de 87% em relação a igual período do ano anterior, quando atingiu US$ 261 milhões. Com esse resultado, a participação paraguaia no total das compras externas brasileiras passou de 0,3% para 0,4%.

Considerando o período em análise, o Paraguai atualmente é o 18º país de destino das exportações totais brasileiras e o 45º fornecedor de produtos ao Brasil. No âmbito do Mercosul, o Paraguai é o segundo mercado de destino, absorvendo 11,2% do total das vendas ao Bloco (US$ 16,951 bilhões) e o terceiro como mercado fornecedor dentro do bloco, respondendo por 4,4% das aquisições totais provenientes da região (US$ 11,187 bilhões).

A balança comercial entre os dois países contabilizou superávit favorável ao Brasil de US$ 1,413 bilhão, valor superior ao registrado nos primeiros nove meses de 2007, de US$ 892 milhões. A corrente de comércio apontou evolução de 69% no período janeiro-setembro de 2008, passando de US$ 1,414 bilhão para US$ 2,389 bilhões.

No acumulado de janeiro a setembro de 2008, a pauta de exportação brasileira para o Paraguai foi composta por 95,7% de produtos industrializados e 4,3% de básicos. Em termos relativos, os produtos semimanufaturados apresentaram a maior taxa de crescimento (117%), seguido dos básicos que evoluíram 105,8% e dos manufaturados, 63,2%.

 

Fonte: MDIC


Redução de Imposto de Importação e aplicação de antidumping são aprovados pelo Gecex

Outubro 23, 2008

Os membros do Comitê Executivo de Gestão (Gecex) da Camex aprovaram ontem (22/10) redução, por um período de 12 meses, das alíquotas do Imposto de Importação (II) de três mercadorias (quadro abaixo), por se tratar de desabastecimento temporário no mercado nacional. A alteração atende dispositivo da Resolução nº 69/2000 do Mercosul.

Além disso, foi excluído o código NCM 2917.36.00 da Lista de Exceção à Tarifa Externa Comum (TEC), de acordo com o parágrafo único da Resolução nº 62, publicada hoje (23/10) no Diário Oficial da União (DOU).

 

NCM
Descrição
Quota
Alíquota
2833.11.10 Anidro    
  Ex 001 – Para fabricação de detergentes em pó por secagem em torre spray e por dry mix 460.000 toneladas 2%
2917.36.00 – Ácido tereftálico e seus sais 600.000 toneladas 0%
7208.51.00 – De espessura superior a 10mm    
  Ex 001 – Chapas grossas de aço carbono, com espessuras variando de 19mm a 26mm, largura de 1.353mm a 1.369mm e comprimento de 12.450mm, conforme Norma API5L – X65 – PSL2, com requisitos para atender a testes de resistência a corrosão ácida, conforme Norma NACE – TM 0284, solução de teste de nível B da Norma NACE – TM0177 48.000 toneladas 2%

 

Antidumping

O Gecex também aprovou aplicação do direito antidumping definitivo, por um período de até cinco anos, sobre as importações brasileiras de papel supercalandrado base para siliconização, para aplicação como release liner em estruturas auto-adesivas, que pode ser apresentado nos tipos glassine ou SCK, com gramatura de 35 a 90 g/m2 (NCM 4806.40.00), originárias dos Estados Unidos e da Finlândia.

Segundo a Resolução Camex nº 63, publicada hoje (23/10) no Diário Oficial da União (DOU), as alíquotas específicas fixas serão feitas nos montantes abaixo:

 

País
Empresa
Medida Antidumping
EUA New Page Consolidated Papers Inc. US$ 107,61/t (cento e sete dólares estadunidenses e sessenta e um centavos por tonelada)
  Wausau Paper Specialty Products LLC. US$ 270,99/t (duzentos e setenta dólares estadunidenses e noventa e nove centavos por tonelada)
  Demais Exportadores US$ 1.117,61/t (mil cento e dezessete dólares e sessenta e um centavos por tonelada)
Finlândia UPM Kymmene Corporation US$ 199,00/t (cento e noventa e nove dólares por tonelada)
  Demais Exportadores US$ 277,95/t (duzentos e setenta e sete dólares e noventa e cinco centavos por tonelada)

Fonte: MDIC


Governo reduz Imposto de Importação de 150 produtos não fabricados no Mercosul

Outubro 23, 2008

Brasília – A Câmara de Comércio Exterior (Camex) reduziu o imposto de importação para cerca de 150 produtos não fabricados no Mercosul. O Diário Oficial da União publicou hoje (23) decreto que diminui para 2% a alíquota de importação de 144 produtos dos setores metalúrgico, de autopeças e de bens de capital (usados na produção), que integram o regime de ex-tarifários.

De acordo com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, as medidas vão resultar em investimentos de US$ 588,8 milhões no país. Desse total, conforme as projeções do governo, US$ 306,5 milhões virão do setor metalúrgico, US$ 51,3 milhões dos bens de capital e US$ 37,3 milhões das autopeças.

A alíquota anterior variava de 10% a 16%, dependendo do produto. Criado há sete anos, o regime ex-tarifário permite ao governo reduzir temporariamente o Imposto de Importação sobre bens de capital, de informática e de telecomunicação. O sistema, no entanto, só vale para produtos sem similares no Mercosul.

Desde quando entrou em vigor, em julho de 2001, o ex-tarifário beneficiou 6.893 produtos, que geraram US$ 83 bilhões em investimentos em todo o território brasileiro. Desse total, segundo o ministério, 3.110 tipos de itens permanecem com a alíquota reduzida.

Fonte: Agência Brasil


Brasil e Jordânia assinam acordos bilaterais em diversas áreas

Outubro 23, 2008

Brasília – Brasil e Jordânia firmaram hoje (23), durante encontro entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o rei Abdullah II Ibn Al-Hussein, acordos bilaterais em diversas áreas. Na primeira visita de um chefe de Estado jordaniano ao Brasil, o rei Abdullah II destacou o fato de o encontro ocorrer em meio a “sérios desafios globais”.

“Apesar desses desafios, nossos países podem progredir, seguir em frente, fortalecendo parcerias para construir um futuro melhor”, afirmou o rei,  durante o encontro com Lula no Palácio do Planalto.

Durante almoço em sua homenagem no Palácio do Itamaraty, acompanhado da esposa, a rainha Rania, de delegação governamental e de uma comitiva de empresários, o rei jordaniano afirmou que “olha para o Brasil como um líder nas negociações multilaterais”. Segundo ele,  os jordanianos esperam trabalhar com o presidente Lula “para fortalecer as pontes entre os povos em todo o mundo”.

Os atos assinados incluem um acordo de cooperação econômica e comercial, que tem como objetivo expandir e diversificar as relações comerciais e de investimentos entre os dois países. O documento prevê apoio ao desenvolvimento do comércio e dos investimentos, bem como o estabelecimento de empreendimentos conjuntos.

Também estão previstas a importação e a exportação temporárias sem encargos alfandegários de itens para feiras e exibições comerciais e de recipientes e embalagens especiais retornáveis usadas em transações internacionais.

Outro acordo, de cooperação no campo do turismo, prevê o incentivo ao fluxo de turistas e à troca de informações entre Brasil e Jordânia, a fim de promover e aumentar o desenvolvimento dessa atividade entre os dois países.

Na área cultural, foi firmado acordo para troca de informações e cooperação no ensino da cultura geral dos dois países; no setor de livros e outras publicações, inclusive com intercâmbio de profissionais; entre bibliotecas e nos campos da radiodifusão, do cinema e da televisão.

Foi assinado também acordo na área científico-tecnológica, com previsão de programas e projetos de cooperação, com intercâmbio e treinamento de estudantes, peritos e cientistas.

Os dois países selaram ainda acordo na área da educação, que prevê o fortalecimento da cooperação educacional e interuniversitária, a formação e aperfeiçoamento de professores e pesquisadores, com programas de mobilidade acadêmica, e intercâmbio de estudantes, bem como de informações e experiências.

Por fim, foram assinados memorandos de cooperação jurídica em matéria penal e de entendimento para estabelecimento de consultas bilaterais, para cooperação em tecnologia agrícola e no campo marítimo; além de acordos de cooperação entre a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a Câmara de Comércio da Jordânia e a Câmara de Comércio Árabe-Brasileira e a Câmara de Comércio da Jordânia

Fonte: Agência Brasil


Lula volta a cobrar de países desenvolvidos solução para crise financeira

Outubro 23, 2008

Brasília – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a cobrar dos países desenvolvidos uma solução para a crise que tem abalado o mercado financeiro. “Estou convencido de que parte dessa crise financeira os ricos têm que resolver”, afirmou Lula a jornalistas, depois de se encontrar com o rei da Jordânia, Abdullah II.

Lula disse que fica irritado ao ver as notícias de que o risco Brasil aumentou por conta da crise, “quando, na verdade, deveria crescer o risco da Inglaterra, o risco da Alemanha, dos Estados Unidos, porque foi lá que o sistema financeiro quebrou, foi lá que teve o problema”.

De acordo com o presidente, o Brasil vai continuar tomando todas as medidas necessárias para evitar que haja mais impactos na economia real por causa dos problemas no mercado financeiro. Ele disse esperar que os ânimos se acalmem com a efetivação das decisões tomadas tanto nos Estados Unidos como na Inglaterra e na zona do euro.

Logo que as medidas tomadas por esses países entrem em vigor e sejam regulamentadas, afirmou o presidente, as tensões deverão diminuir. “Entendemos que haverá um rebaixamento de tensões, de especulação psicológica. Eu diria até que de pânico, que vai se criando por uma quantidade enorme de notícias sobre a crise”, concluiu.

Fonte: Agência Brasil


Sem liberações de exportação e importação no dia 27/10

Outubro 23, 2008

Boa tarde!

Venho informar que o dia do funcionário público(28/10/08) será comemorado no dia 27/10/08. Ou seja, não haverá expediente na Alfândega – sem liberações de exportação e importação.

Obs.: Essa programação pode variar conforme a localidade.


Lula diz que avanços obtidos por países em desenvolvimento correm risco

Outubro 23, 2008

Brasília – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou hoje (23) que os avanços alcançados nos últimos anos pelos países em desenvolvimento correm risco por causa da crise econômica mundial. O presidente participou de almoço no Palácio do Itamaraty, em homenagem ao rei Abdullah II da Jordânia.

“Os avanços obtidos por nossos países correm riscos. A crise financeira global pode atingir de maneira injusta e particularmente dura os países em desenvolvimento.”

“A crise atual nos mostra que as intituições financeiras internacionais precisam ser urgentemente reformadas”, afirmou.

Lula também falou sobre a necessidade de concluir o acordo de livre comércio entre o Mercosul e a Jordânia.

“Na presidência pro tempore do Mercosul, posso assegurar-lhe, o Brasil dá alta prioridade a essas negociações.”

Lula considerou que a Jordânia é um interlocutor importante na aproximação que o Brasil busca com parceiros do Oriente Médio e do Magrebe.

Ele acredita que na próxima reunião da cúpula América do Sul e Países Arábes, que será realizada em 2009 em Doha, as duas regiões podem “unir vozes na defesa de uma ordem internacional mais justa e equilibrada”.

Fonte: Agência Brasil