Tráfego mundial de contêineres deverá crescer 8,7% neste ano

Julho 18, 2008

O tráfego mundial de contêineres cheios deverá crescer 8,7% neste ano, contra um aumento de 9,7% verificado em 2007.

 

 As estimativas do mercado foram publicadas pelo Dynamar, empresa de consultoria internacional do setor marítimo. Apesar do menor índice de expansão em relação ao exercício passado, a projeção é considerada saudável.

A percepção é que não se trata de uma freada tão drástica do transporte marítimo de contêineres como o originalmente sugerido, tendo em vista as histórias catastróficas do mercado e comentários sensacionalistas sobre a crise do subprime norte-americano e da escalada dos preços do barril de petróleo.

A capacidade nominal do transporte de cargas conteinerizadas neste ano irá crescer 13,2% neste ano, sendo que parte dela já será empregada em projetos ora em construção.

 

Fonte: Guia News


Novo regulamento europeu ameaça exportadores brasileiros

Julho 18, 2008

As empresas da UE têm até 1º de dezembro para fazerem o pré-registro das substâncias químicas contidas em seus produtos. Medida pode afetar exportador brasileiro, que pode ser obrigado a contratar intermediário para concretizar suas vendas externas.

     Os produtores e importadores europeus da indústria de substâncias químicas têm até o dia 1º de dezembro para fazerem o pré-registro de seus produtos, sob risco de ter a comercialização de suas mercadorias suspensas. As empresas brasileiras que exportam para o continente europeu, apesar de não serem afetadas diretamente pela medida, devem ficar atentas. Caso o importador não faça o pré-registro da substância na Agência Européia de Químicos (ECHA), o exportador brasileiro deverá contratar um representante na Europa para intermediar a venda junto a uma empresa devidamente registrada

      O REACH (Registration, Evaluation, Authorisation and Restriction of Chemicals) é um Regulamento Europeu (1907/2006), publicado em dezembro de 2006, para tratar do registro de substâncias químicas. De acordo com a norma, todos os produtores ou importadores europeus terão que registrar as substâncias químicas, preparações ou artigos que colocam no mercado.

      O REACH surgiu de discussões que se iniciaram em 1998 quando alguns países europeus foram até o Conselho de Meio Ambiente da UE ressaltando que não havia uma política para produtos químicos. Como conseqüência, em 2001 foi publicado o “Livro Branco”, denominado “Estratégia para uma Política Futura de Substâncias Químicas”. O setor industrial europeu reagiu a essa estratégia alegando que haveria aumento de burocracia, prejuízo para micro e pequenas empresas e redução da produção além de uma possível desestruturação da cadeia produtiva. Por outro lado, entidades ambientais como o Greenpeace e WWF apoiavam uma mudança na política de substâncias químicas.

      Em 2003, a Comissão Européia apresentou um esboço do futuro regulamento. E em 2005, após estudo da KPMG (empresa internacional de consultoria) que indicava benefícios para as empresas européias em função das inovações tecnológicas que poderiam surgir do REACH, a indústria européia acatou o REACH e em 2006 o regulamento foi publicado.

      O REACH possui duas etapas que devem ser observadas pelo exportador brasileiro, o pré-registro e o registro. A etapa de pré-registro já começou e se estenderá até 1º de dezembro de 2008. A empresa que não participar do pré-registro não gozará de prazos dilatados para a fase de registro e terá a comercialização dos seus produtos suspensa até a conclusão dos testes de certificação.

      Por que o exportador brasileiro poderá ser atingido pelo REACH?

      De acordo com o REACH, a obrigação de pré-registro e registro é do produtor ou importador europeu. Contudo, caso o importador não faça o pré-registro da substância na ECHA, o exportador brasileiro deverá contratar um representante na Europa para intermediar a venda junto a uma empresa devidamente registrada.Nem todos os produtos precisam ser registrados. Produtos que possuem legislação própria como alimentos e medicamentos não se sujeitam ao REACH.

      O exportador brasileiro deve estar preparado para as regras do REACH, pois, apesar de ser um regulamento voltado para produtores e importadores sediados na Comunidade Européia, a empresa brasileira pode ser impactada por essa nova regra. Portanto, o exportador brasileiro deve entrar em contato com o seu importador europeu e verificar se os produtos que comercializa para a Europa deverão ser pré-registrados na ECHA, e quais procedimentos ele deverá tomar para esse registro.

      Para mais informações sobre o REACH:

      ECHA – Agência Européia de Químicos – www.echa.eu

      Agência européia criada exclusivamente para administrar o REACH e realizar o pré-registro e registro. No site é possível encontrar informações sobre substâncias isentas de registro e contatos de representante exclusivo.

      ABIQUIM – Associação Brasileira da Indústria Química – www.abiquim.org.br

      A associação possui muitas informações sobre o REACH e tem promovido palestras de esclarecimento sobre o regulamento. No site há um campo específico sobre o REACH onde é possível encontrar documentos traduzidos, além de lista de perguntas freqüentes em português.

Fonte: Apex – Brasil


Aumento das importações e queda nos empregos alertam o setor calçadista

Julho 18, 2008

A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) está seriamente preocupada com os dados apresentados pelo IBGE referente ao nível de emprego e à produção do setor.

     O presidente da entidade, Milton Cardoso, aponta que o crescimento “alucinante” das importações – aumentaram 57% no semestre – tem relação direta com o desempenho apontado pelo Instituto. Segundo o IBGE, em maio deste ano, comparando com o mesmo mês de 2007, houve uma redução de 11,91% de pessoal ocupado assalariado nas indústrias do setor de calçados e couro. No acumulado do ano, o índice negativo de 11,48% retrata a realidade do setor, que continua em retração, visto a análise dos últimos 12 meses, com índice de -9,23%. A pesquisa indicou ainda que naquele período ocorreu uma diminuição de 14,3% na produção de calçados.

      Importações – As importações, por sua vez, de janeiro a maio deste ano aumentaram 49,3%, com a entrada de 17,1 milhões de pares. Já o semestre registrou a entrada de 20,5 milhões de pares, contra os 13,1 milhões do mesmo período de 2007. A comparação de junho de 2008 com o mesmo mês em 2007 continua mostrando aumento nas compras externas de calçados, com uma variação positiva de 56,9% em dólares e 101,3% em pares.

      “É importante mencionar que as importações voltaram a acelerar a taxa de crescimento nos últimos dois meses do ano e que os sinais, ainda não captados por estatísticas, são de que haverá um crescimento ainda mais forte no segundo semestre”, expõe Cardoso. Ele comenta que a oferta de calçados importados para os comerciantes brasileiros está muito alta, “fato, aliás, consistente com a perspectiva de formação de um excedente mundial de produção em face ao encolhimento do consumo nas economias centrais e à insistência da China e Vietnam em manter o crescimento de dois dígitos”, ressalta o dirigente.

      Sugestões – Ele reafirma que a entidade continuará sugerindo ao Governo Federal a implantação de uma série de medidas, sendo que a principal delas é a revisão da excessiva tributação da mão-de-obra. Na apresentação da PEC da Reforma Tributária, Cardoso lembra que o Governo não mencionou que, além de ser tributada pelo INSS e acessórios (sistema S) e pelo FGTS, a folha de pagamento também é tributada pelo ICMS/PIS/COFINS/IPI. “E nesta mesma PEC continuará a ser tributada pelo IVA-E e pelo IVA-E”, comenta. Ele explica que grande parte do “valor adicionado” é tributada pelos impostos atuais e que continuará a ser pelos novos IVA, o que é, na verdade, “uma punição à geração de emprego, uma vez que representa uma tributação adicional aos encargos diretos da mão-de-obra, como INSS, Sistema S, seguro de acidentes do trabalho, FGTS, salário educação, dentre outros”, critica. A sugestão da entidade calçadista é a da exclusão dos gastos com pessoal do cálculo do “valor adicionado”.

Fonte: ASCOM / Abicalçados / Brazilian Footwear


Importadores vão à Justiça para desembaraçar produtos

Julho 18, 2008

Segundo o secretário-executivo da Abimed, Cláudio B. Marques, os produtos para a saúde não estão sendo liberados, provocando atrasos nos fornecimento, inclusive para hospitais da rede pública.

     A Associação Brasileira dos Importadores de Equipamentos, Produtos e Suprimentos Médico Hospitalares (Abimed) entrou esta semana com oito ações judiciais para liberar produtos de saúde que estão parados em portos e aeroportos em razão da greve de servidores da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), iniciada no dia 30 de junho.

      Segundo o secretário-executivo da Abimed, Cláudio B. Marques, os produtos para a saúde não estão sendo liberados, provocando atrasos nos fornecimento, inclusive para hospitais da rede pública. Segundo ele, em função do represamento de mercadorias, algumas empresas não estão conseguindo cumprir contratos. Os processos ajuizados pela associação pedem urgência. O receio maior é com a manutenção da paralisação, o que pode causar o cancelamento de cirurgias e falta de medicamentos que são fabricados com insumos importados. Algumas empresas tomam iniciativas individuais contra a paralisação. A Martinelli Advocacia obteve liminar para uma indústria de alimentos que dependia da liberação de insumos para dar continuidade à produção.

Fonte: Valor Econômico


Ministros tentam salvar Doha do fiasco

Julho 18, 2008

Todas as últimas articulações ministeriais para fazer avançar a negociação global de comércio, conhecida como Rodada Doha, fracassaram. A explicação dos ministros foi sempre a mesma: os parceiros exigiam concessões politicamente sensíveis em agricultura, indústria e serviços que eles não podiam assumir. Alegavam que isso dependia diretamente dos chefes de Estado e de governo.

Agora, para tentar salvar Doha do fiasco total, entre 35 e 40 ministros são aguardados a partir de hoje em Genebra para uma maratona que exigirá justamente decisões politicamente duras. Negociadores dizem que na parte técnica não há mais muito o que fazer. Agora é definir o nível de ambição da liberalização agrícola e industrial, o que precisa de decisão política – e persiste a sombra de fiasco.

As reuniões estão previstas formalmente entre segunda-feira e sábado. Mas negociadores experimentados consideram que tudo vai depender das primeiras 48 horas, onde ficará claro se há vontade de negociar ou mais tentativa de jogar no outro a culpa pela quebra da rodada. Também vai depender muito do diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Pascal Lamy, se ele vai mesmo atuar para intermediar nos temas mais espinhosos.

“No que depender do Brasil, estamos aqui para negociar e não para buscar desculpas”, avisou ontem o principal negociador do país, embaixador Roberto Azevedo. Os textos agrícola e industrial que os ministros terão pela frente têm dezenas de páginas, cada. Contêm fórmulas para cortar tarifas e subsídios, com numerosas exceções para país ou grupo de países. Cada país tem uma objeção para algum produto, refletindo os mais diferentes interesses comerciais.

Como nota o Institute for Agriculture and Trade Policy (IATP), praticamente cada país negociou uma exceção para a redução de tarifas de produtos agrícolas, usando categorias de produtos “sensíveis”, no caso dos industrializados, ou “especiais” no caso dos países em desenvolvimento. Açúcar, carne bovina e frango, de especial interesse do Brasil, além de arroz, trigo e lácteos, estão na lista de produtos que terão corte tarifário menor – a questão é o percentual.

Como sempre ocorre antes do começo da barganha, as posições endurecem. Com a alta de preços das commodities agrícolas, Argentina, Índia e outros países exigem agora que Washington corte as subvenções domésticas sobre o volume que concedem atualmente a seus agricultores, estimado em US$ 7 bilhões – comparado ao limite entre US$ 13 bilhões a US$ 16 bilhões que está no texto do mediador da negociação.

Na negociação industrial, a fórmula de corte tarifário é impopular entre quase todo mundo e as exceções também se acumulam. O Mercosul obteve uma exceção, mas a Argentina não concorda, achando que é pouco para proteger sua indústria. Por sua vez, os EUA e União Européia condicionam um acordo a que Brasil, Argentina, Índia e outros emergentes cortem nas tarifas aplicadas e não nas alíquotas consolidadas (o máximo que o país pode cobrar). Washington pressiona também pela completa eliminação de alíquotas em algumas áreas, na chamada negociação setorial, na qual gostaria de incluir automóveis, têxteis, produtos eletrônicos, químicos, florestais etc – e que o Brasil recusa.

Os principais negociadores chegam carregando mais problemas do que apoio político. A americana Susan Schwab não tem a menor garantia de que um pacote aprovado em Genebra possa sobreviver no Congresso cada vez mais protecionista. Peter Mandelson, comissário europeu de Comércio, é combatido pela França, na presidência da União Européia neste semestre, por ter supostamente já feito concessões demais para o gosto dos agricultores franceses.

Kamal Nath, o ministro de Comércio da Índia, tem pouca margem de manobra, pressionado internamente a não abrir o mercado quando a agricultura precisa fazer mais investimentos para aumentar a produção. O brasileiro Celso Amorim terá de levar em conta a resistência da Argentina à abertura industrial se quiser manter a integração do Mercosul.

Pascal Lamy, o diretor-geral da OMC, diz que convocou o encontro de ministros porque vê chance acima de 50% de um acordo de base nas áreas agrícola e industrial. De fato, ele espera que a pressão aumente com os ministros em Genebra.

Lamy chegou a publicar carta aberta aos ministros. Argumentou que o que está na mesa agora já reduz os subsídios agrícolas que mais distorcem o comércio entre duas a três vezes mais que a rodada de negociação anterior, elimina as subvenções à exportação e faz uma abertura importante para produtos industriais. Também pela primeira vez, os países deverão frear subvenções para a pesca e evitar a superexploração dos oceanos.

Na véspera da maratona de negociações ministeriais, previstas para durar até sábado da semana que vem, contudo, as atenções estão concentradas na verdade numa briga entre países em desenvolvimento sobre erosão de preferências. Vários países latino-americanos querem que as tarifas e as cotas para produtos tropicais – como açúcar, banana, tabaco, melão etc – sejam completamente removidas. Já países da África, Caribe e do Pacífico (ACP), que se têm beneficiado do acesso preferencial ao mercado dos países desenvolvidos para esses produtos, reagem e alegam que assim perderão suas vantagens. Lamy quer desmontar essa briga entre os países em desenvolvimento ainda nesta sexta-feira.

A questão da erosão de preferências é só um dos pontos que podem fazer a negociação “escorregar”, na expressão de um negociador. Para o Brasil, é improvável um acordo pelo qual o etanol seja o único produto excluído de liberalização, como querem os americanos.

As advertências sobre as conseqüências de fiasco se multiplicam. Para Mandelson, da UE, isso pode levar também ao fracasso de um acordo sobre combate a mudanças climáticas ou segurança alimentar, no ano que vem.

Lamy alerta para as ameaças ao sistema multilateral, com uma virada na prioridade de mais países por acordos bilaterais ou regionais, com regras diferenciadas e mais custos para os exportadores e importadores. Também podem aumentar as disputas comerciais sobre temas que não puderam ser resolvidos na negociação – a começar pelos subsídios agrícolas. Para certos negociadores, não será surpresa se os países acabarem a semana congelando o que já foi alcançado na negociação, e continuar dentro de um ou dois anos
Fonte: Valor Econômico


Exportações incentivadas pela Apex-Brasil crescem 27,5%

Julho 18, 2008

As exportações das empresas integrantes dos projetos da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) com mais de 60 entidades setoriais cresceram 27,5% de janeiro a maio de 2008, em relação ao mesmo período do ano passado. Esta taxa de crescimento é maior que a apresentada pelas exportações totais brasileiras no período, que aumentaram 19,14% e também superior ao crescimento das vendas quando considerada a média diária de vendas, que foi de 22,2%.

Os resultados do trabalho de promoção comercial em parceria com entidades do setor privado foram apresentados pelo presidente da Agência, Alessandro Teixeira, hoje (17/7), durante o III Workshop de Alinhamento Estratégico da Apex-Brasil. O encontro – que contou com a presença do Ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, e do Secretário de Comércio Exterior do MDIC, Welber Barral – reúne representantes das 64 entidades representativas do setor produtivo que têm projetos de exportação com a Apex-Brasil.

Para o ministro Miguel Jorge, a coordenação constante entre governo e setor privado faz parte do processo de fortalecer o posicionamento do Brasil no mercado externo. “A Apex, as entidades e as empresas têm sabido executar bem esta tarefa, com muito trabalho, inovação e qualidade no âmbito das empresas, ampliando as exportações brasileiras com a inserção de vários produtos e serviços em novos mercados, e abrindo novos canais de exportação”, afirmou o ministro.

Alessandro Teixeira, da Apex-Brasil, também reforçou a importância da parceria. “Nossa interação com o setor privado é cada vez maior, tanto que este é o terceiro encontro da Agência com as entidades setoriais em um ano. As principais metas da Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP) estão diretamente ligadas ao que a Apex-Brasil faz em parceria com as entidades setoriais: agregar valor aos produtos brasileiros, ampliar a participação das exportações brasileiras no mercado internacional e inserir novas empresas na pauta exportada, principalmente micro, pequenas e médias”, explicou.

Exportações dos projetos Apex-Brasil

Nos 12 meses entre junho de 2007 e maio de 2008, os Projetos Setoriais Integrados da Apex-Brasil exportaram US$ 10,303 bilhões. Os principais destinos das exportações em 2008 foram Estados Unidos, Rússia, Hong Kong, Argentina, Holanda, Angola, Reino Unido, Itália e Japão.

Até maio de 2008 foram realizados 278 eventos em 35 países, entre feiras no exterior, missões comerciais, Projeto Comprador, Projeto Imagem, Projeto Vendedor, prospecção e pesquisa de mercado e degustação de produtos.

Empresas atendidas

Com 64 projetos em execução, a Agência atende 4.438 empresas, em parceria com as entidades setoriais. São empresas de 728 municípios de quase todos os estados brasileiros, com exceção apenas de Roraima. Em 2007, 203 exportaram pela primeira vez. São Paulo concentra 38% das empresas, seguido por Rio Grande do Sul (17%) e Minas Gerais (11%). Do total de 4.438, 75% são micro e pequenas empresas, com até 99 funcionários.

A Apex-Brasil trabalha com seis complexos produtivos – Agronegócio, Casa e Construção Civil, Entretenimento e Serviços, Máquinas e Equipamentos, Moda, Tecnologia e Saúde. Para os segundo semestre, estão previstas feiras, eventos e ações de promoção, dentre elas: Brasil Tecnológico na Colômbia, Brasil Casa Design na Argentina, Moda Brasil nos Emirados Árabes e na China, Talento Brasil na Espanha, e a participação, além do salão de alimentos e bebidas Sial na França e na feira de construção civil Big Five nos Emirados Árabes.

Fonte: MDIC