MDIC eleva meta de exportações de 2008 para US$ 190 bilhões

Julho 11, 2008

O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) elevou a meta das exportações brasileiras de 2008 para US$ 190 bilhões, após analisar o desempenho das vendas do País no primeiro semestre e as perspectivas para o segundo. De janeiro a junho deste ano, as exportações brasileiras somaram US$ 90,645 bilhões, valor que pela média diária foi 24,8% maior que o registrado no mesmo período do ano passado (US$ 73,214 bilhões).

A revisão da meta foi feita pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do MDIC. Em janeiro deste ano, a meta de exportações anunciada foi de US$ 180 bilhões. O MDIC não faz previsões quanto a valores importados pelo Brasil e, conseqüentemente, para o saldo comercial.

Fonte: MDIC


Exportações gaúchas em reais têm queda de 13% no primeiro semestre

Julho 11, 2008

Resultado atingiu R$ 12 bilhões, segundo dados divulgados pela Fiergs nesta quinta-feira.

As exportações do Rio Grande do Sul (RS) em reais tiveram uma redução de 13% no primeiro semestre, em comparação com o mesmo período de 2007, atingindo R$ 12 bilhões. O resultado foi mais intenso no setor industrial, com queda de 20%, registrando um total de R$ 10 bilhões.

— A análise em moeda nacional é relevante na medida em que a maior parte dos custos dos exportadores são honrados em reais. O resultado também mostra que os segmentos voltados para o mercado externo têm injetado menos renda na sociedade gaúcha — avalia o presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs), Paulo Tigre, ao divulgar a balança comercial, nesta quinta-feira.

Crescimento

Em reais, nos primeiros seis meses do ano, apenas dois setores industriais apresentaram crescimento: Extrativa Mineral (41,5%), principalmente os derivados de petróleo, como o óleo diesel, e Alimentos e Bebidas (2,6%).

— Ambos foram fortemente beneficiados pelo contexto internacional de expansão da demanda e do preço das commodities — explica Tigre.

As exportações de produtos primários, por outro lado, aumentaram 59% na moeda nacional, chegando a R$ 1,9 bilhão no período.

Dólar

Já em dólar, este cenário ficou bastante diferente. As exportações gaúchas tiveram elevação de 29% no primeiro semestre, totalizando US$ 8,3 bilhões.

A indústria foi responsável por US$ 6,9 bilhões, registrando um crescimento de 20% ante igual período do ano passado.

O maior resultado foi observado no setor de Alimentos e Bebidas, (52%), tendo seu desempenho influenciado, principalmente, pelo elevado preço internacional das commodities agrícolas, com impacto direto na comercialização de óleo de soja e carne de frango in natura.

Vale também destacar a performance do setor de Máquinas e Equipamentos (38%), impulsionada pela venda de tratores, ceifadeiras e debulhadoras.

O setor coureiro-calçadista registrou mais uma vez comportamento negativo e viu a sua participação na pauta gaúcha cair de 14% para 11% em um ano.

— É um reflexo dos efeitos do câmbio valorizado e da forte competição nesse mercado — explica Tigre.

Mesmo assim, o RS vem conseguindo manter a terceira posição nas exportações brasileiras, ficando atrás de São Paulo e Minas Gerais.

Importações

Na esteira do dólar barato, as importações do Estado aumentaram 64%, contabilizando US$ 6,9 bilhões no ano. Já o saldo comercial foi positivo em US$ 1,3 bilhão.

Os Estados Unidos continuam em primeiro lugar no destino dos produtos gaúchos. No entanto, deixaram de comprar US$ 62 milhões em 2008, o que significou uma queda de 7% em relação ao ano passado, fechando em US$ 821 milhões.

Moeda americana mais fraca e menor atividade econômica naquele país são as razões que explicam esta baixa. Por outro lado, a China vem se consolidando cada vez mais como principal comprador do RS. O país asiático já ocupa a segunda posição, com 100% de aumento no acumulado deste ano, totalizando US$ 791 milhões.

Tecnologia

As exportações de produtos gaúchos com alta tecnologia tiveram uma queda de 6% no primeiro semestre de 2008, em comparação com o mesmo período de 2007.

Nesta categoria, as vendas externas atingiram US$ 95 milhões, enquanto os embarques dos que possuem baixa tecnologia aumentaram 26% (US$ 3,4 bilhões).

Os produtos com média-alta e média-baixa tecnologia venderam US$ 2,1 bilhões e US$ 665 milhões, respectivamente, com aumentos de 18% e 15%.

Exportação Global (indústria e produtos primários)

Janeiro a junho de 2008

1º - São Paulo - US$ 27,3 bilhões

2º - Minas Gerais - US$ 10,5 bilhões

3º - Rio Grande do Sul - US$ 8,3 bilhões

4º - Rio de Janeiro - US$ 7,7 bilhões

5° - Paraná - US$ 7,6 bilhões
Fonte: Zero Hora


Novos textos para a Rodada Doha desagradam setor agrícola brasileiro

Julho 11, 2008

Está mais difícil o setor agrícola brasileiro aceitar um acordo na Rodada Doha, da Organização Mundial de Comércio (OMC), após os textos divulgados ontem pelos mediadores da negociação. Os documentos deixaram em aberto duas possibilidades que desagradaram muito os produtores rurais: a criação de novas cotas, que pode atingir o etanol, e o aumento das tarifas de importação, caso sejam acionadas salvaguardas especiais.
“O Brasil vai dar a sua contribuição, mas não vai pagar pela Rodada”, disse ao Valor o principal negociador brasileiro, embaixador Roberto Azevedo. Segundo ele, não está claro qual será a contribuição dos ricos para a negociação. “Eles têm a responsabilidade de liderar o processo, porque quem distorce mais tem que contribuir mais”.
Ontem, os mediadores das negociações agrícola, Crawford Falconer, e industrial, Don Stephenson, divulgaram em Genebra a terceira revisão dos documentos de modalidades, produzidos pela primeira vez em julho de 2007. O objetivo é simplificar as negociações e viabilizar a reunião de ministros da OMC, convocada para o próximo dia 27.
“Os textos revisados preparam o palco para um momento decisivo da Rodada Doha”, disse o diretor-geral da OMC, Pascal Lamy. Segundo ele, os ministros precisam de textos “claros e precisos”, porque as questões são complexas. “Não podemos deixar a oportunidade escapar por entre os dedos”, reforçou. Se essa reunião fracassar, a Rodada pode entrar num longo período de hibernação à espera da troca de governo nos Estados Unidos.
Azevedo reconheceu que o movimento é positivo na medida em que pode viabilizar a reunião, mas ressaltou que “se os textos simplificarem na direção errada, não adianta”. Ele evitou comentar o texto agrícola, que considerou “complexo” e deve ser examinado “com cuidado”, mas afirmou que o texto industrial traz avanços ao admitir tratamento especial para o Mercosul.
Uma análise preliminar do Instituto de Estudos do Comércio e Negociações Internacionais (Icone), think-tank financiado por entidades agrícolas, apontou problemas graves, que não estavam presentes antes. Um novo parágrafo do texto abre duas possibilidades: declarar qualquer produto como sensível e criar cotas como compensação, ou escolher como sensíveis apenas produtos que já tinham cotas no período pré-Doha.
A situação é séria, porque os europeus já demonstrou interesse em criar cotas para a importação de etanol. Os EUA também podem seguir esse caminho, se forem obrigados a mexer na tarifa. “Entrou na discussão a criação de novas cotas. No texto anterior, o pressuposto é que não podia”, avaliou André Nassar, diretor-geral do Icone. Conforme Azevedo, essa possibilidade já existia nas conversas dos negociadores, embora ainda não estivesse formalizada. “Prefiro assim do que um texto ambíguo, mas é evidente que preocupa”, disse.
Outro ponto importante é a possibilidade de os países aumentarem as tarifas cobradas hoje para produtos agrícolas. O texto agora prevê que, ao utilizar a salvaguarda especial, os países em desenvolvimento podem ultrapassar em 15% ou 15 pontos percentuais as tarifas estabelecidas na Rodada Uruguai.
Um exemplo hipotético: a China poderia elevar a tarifa de importação de soja em grão dos atuais 3% para até 18%. Essa exceção poderá ser aplicada por apenas um ano para dois a seis produtos por país. “Não tem nenhuma racionalidade a OMC promover aumento de tarifa, mesmo que seja por 12 meses”, reclamou Nassar.
Na negociação industrial, o Brasil conseguiu uma vitória. Está fora dos colchetes - o que não linguagem diplomática significa que foi aceito - um tratamento diferenciado para o Mercosul. Ao estabelecer a lista de sensíveis, os países devem garantir que não ultrapassará 12% a 19% do comércio (o percentual ainda será definido). No caso do Mercosul, será medido pelo volume de comércio do Brasil. Isso alivia a pressão sobre os outros membros, cujo comércio é concentrado em alguns produtos. A lista de sensíveis da Argentina chega a representar quase 30% do volume de comércio. “É um reconhecimento de o Mercosul merece tratamento diferenciado como união aduaneira”, disse Azevedo.
Fonte: Valor Econômico


País investiga importação de pneu chinês

Julho 11, 2008

O governo brasileiro iniciou ontem investigação antidumping contra a importação de pneus novos chineses. De acordo com resolução publicada no “Diário Oficial da União”, há indícios de que os chineses venderiam o produto no mercado brasileiro 59% abaixo do preço de custo.

Pelos cálculos do Departamento de Defesa Comercial (Decom), o preço de exportação dos pneus chineses ficou em US$ 2,53 por quilo, abaixo do preço normal de US$ 4,03 por quilo. Como a China não é reconhecida como economia de mercado, os preços normais foram calculados com base no custo da Argentina.

“Não estamos conseguindo competir com chineses”, disse Eugênio Deliberato, presidente da Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos (Anib). Segundo ele, os pneus chineses são importados para atender ao mercado de reposição, mas também pelas montadoras.

As importações de pneus chineses subiram 89% no primeiro semestre em relação a igual período de 2007, atingindo US$ 26,7 milhões. O percentual é superior à alta de 66% das importações totais de pneus no período, que chegaram a US$ 89,8 milhões.

Fonte: Valor Econômico


Brasil vira peça-chave para Doha

Julho 11, 2008

ReutersToyako, Japão

Potência agrícola e grande mercado consumidor, país ganha peso nas negociações com o G8

As negociações da Rodada de Doha para a liberalização comercial global ganharam força ontem, com os presidentes do Brasil e da França expressando urgência na realização de um acordo, disseram líderes mundiais durante uma reunião de cúpula no Japão. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi um dos mais entusiasmados quanto às perspectivas de Doha durante reunião com líderes de EUA, União Européia, Índia e outros participantes importantes do processo, segundo líderes presentes.

A França reluta em aceitar reduções nos subsídios agrícolas concedidos pela União Européia a seus produtores, o que é um dos principais entraves à conclusão do tratado.

Especialistas dizem que a reunião ministerial marcada para o dia 21 em Genebra, na sede da Organização Mundial do Comércio, será a última oportunidade de concluir a rodada antes que o processo seja atropelado pelo calendário eleitoral norte-americano.

O Brasil, uma potência agrícola, tem papel-chave nas discussões de Doha, representando os interesses dos países em desenvolvimento.

Já o presidente da França, Nicolas Sarkozy, deixou claro que também espera concluir rapidamente o acordo, e para isso fez um apelo especial ao Brasil, segundo relato transmitido pelo primeiro-ministro britânico, Gordon Brown.

– A chave para um acordo é o Brasil, que liderará os países do Mercosul nas negociações comerciais – declarou Brown depois da reunião. Segundo ele, uma conclusão favorável pode ser atingida em breve.

A mensagem de otimismo foi ratificada pelo comunicado divulgado ao final do encontro: “Reino Unido e Brasil acreditam que um ambiente comercial aberto levará prosperidade às pessoas de todo o mundo e ajudará a tirar milhões de pessoas da pobreza”.

O documento cita a importância de abrir os mercados e ampliar o comércio. “Após meses de duro trabalho e detalhadas negociações, agora estamos perto de um acordo”, diz o comunicado.

Vontade política

Buscando enviar uma mensagem política forte à reunião ministerial, Brown já havia divulgado uma declaração sobre comércio conjuntamente com Lula, supostamente sinalizando uma postura mais flexível por parte da América Latina.

– A novidade é que o Brasil deixou claro hoje que deseja este acordo – disse Brown. – O presidente Sarkozy deixou claro que gostaria de ver um rompimento do impasse e fez um apelo ao Brasil.

– Acho que as mensagens transmitidas durante o encontro dos presidentes (dos EUA, George W. Bush e Lula foram muito mais claras do que antes a respeito da urgência e desejabilidade de um acordo – disse o presidente da Comissão Européia, José Manuel Durão Barroso, no avião em que deixou Hokkaido.

Também no Japão, o chanceler brasileiro, Celso Amorim, disse a jornalistas que é “crucial ir além” na reunião ministerial da semana que vem em Genebra. Mas a abertura do Brasil para um acordo depende também da abertura dos demais participantes, alertou Amorim.

Lula declarou neste mês que a Rodada de Doha poderia ser concluída até o fim de julho, mas na terça-feira um mediador da OMC informou que ainda falta um acordo sobre partes importantes da negociação sobre bens industriais.

Uma nova proposta sobre os produtos manufaturados deve ser apresentada hoje. Esse texto, junto com um novo esboço sobre agricultura, servirá de base para a reunião ministerial na sede da OMC.
Fonte: Jornal do Brasil


Zona do euro cresce abaixo do esperado

Julho 11, 2008

Dublin - A economia da zona do euro cresceu menos do que o estimado anteriormente nos primeiros três meses de 2008, ao mesmo tempo em que os dados relativos ao comércio entre a Alemanha e a França sinalizam que a desaceleração se aprofundou no segundo trimestre.
O Produto Interno Bruto (PIB) dos 15 países que compartilham o euro como moeda cresceu 0,7% no primeiro trimestre, em relação aos três meses anteriores, menos que o 0,8% informado anteriormente, disse ontem o escritório de estatísticas da União Européia (UE), Eurostat, com sede em Luxemburgo. A expansão das importações foi revisada, de 1,8% para 2%.
As maiores economias da Europa deram sinais de desaceleração no crescimento desde o fim do primeiro trimestre, com declínio nos índices de produção industrial, serviços e gastos do consumidor. As exportações alemãs, que ajudaram a aumentar o crescimento nos primeiros três meses do ano, tiveram em maio a maior queda em quase quatro anos.
““Há muitos ventos adversos para a economia da zona do euro”, disse Martin van Vliet, economista do ING Group, em Amsterdã. “Há sinais de que a máquina exportadora alemã começa a ratear. Todos os números são consistentes com um fraco crescimento do PIB para a zona do euro.””
Fonte: Gazeta Mercantil


IMPORTAÇÕES - Produtos químicos acumulam déficit de US$ 10 bilhões

Julho 11, 2008

O déficit comercial de produtos químicos bateu novo recorde e chegou a US$ 10,5 bilhões no primeiro semestre deste ano.

     A cifra representou um crescimento de 85% sobre igual período do ano passado, segundo dado da Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim).

      O principal fator para o aumento no rombo da balança comercial de produtos químicos foi a alta nos preços dos intermediários para fertilizantes. Nestes primeiros seis meses, o volume de importação destes insumos para a agricultura cresceu 4%, chegando a 8,2 milhões de toneladas. No entanto, o valor das importações de intermediários subiu 122%, alcançando US$ 3,9 bilhões. Isso representou um quarto de todas as importações de produtos químicos.

      “O que também surpreendeu foi o crescimento das importações de fertilizantes e defensivos agrícolas já formulados”, disse o gerente de comércio exterior da Abiquim, Renato Endres. As compras do primeiro aumentaram 277%, para US$ 371 milhões; e do segundo, 69%, para US$ 388 milhões. “Isso demonstra um crescimento da demanda do setor agrícola.” Segundo Endres, o real valorizado tem colaborado para elevar a importação e desestimular a exportação.

      Os preços dos insumos usados para a elaboração de fertilizantes cresceram devido ao aumento de derivados de petróleo e gás natural, além de uma grande demanda por produtos minerais. Os preços médios dos intermediários para fertilizantes cresceram 113% ao passo que os preços para os produtos formulados aumentaram 76%.

      O cenário de reversão do saldo comercial não é animador. A Abiquim projeta déficit para os produtos químicos entre US$ 20 bilhões e US$ 22 bilhões para 2008. As importações, que somaram US$ 15,6 bilhões no primeiro semestre, devem alcançar US$ 34 bilhões até o fim do ano. As exportações, que subiram 11% até junho e chegaram a US$ 5,6 bilhões, devem alcançar a cifra de US$ 12 bilhões, segundo a Abiquim.

      Renato Endres lembra que um dos itens que mais pesaram nas importações foram as compras de cloreto de potássio, uma das matérias-primas para a formulação de fertilizantes. No primeiro semestre de 2008, as importações chegaram a US$ 1,37 bilhão, comparadas aos US$ 569 milhões do primeiro semestre de 2007. “Nossa dependência externa deste mineral é muito grande e não há perspectivas de mudança a curto prazo”, disse.

Fonte: Valor Econômico


Brasil quer que China seja maior parceiro comercial

Julho 11, 2008

O Brasil quer fazer da China seu maior parceiro comercial, disse o secretário de comércio internacional do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Welber Barral, segundo a agência de notícias chinesa Xinhua. O País pretende triplicar as exportações para a China para US$ 30 bilhões em 2010, afirmou o secretário.

“O comércio entre Brasil e China tem expandido rapidamente nos últimos anos e esperamos manter o mesmo crescimento, até mais acelerado”, relatou Barral, na nota da agência. A China é o terceiro maior parceiro comercial brasileiro, ao passo que o Brasil é o principal parceiro comercial chinês na América Latina.
O volume de comércio bilateral saltou em dez vezes entre 2000 e 2006, principalmente nas áreas de produção agrícola e matérias-primas, disse Barral à agência. O vice-ministro de Comércio da China, Ma Xiuhong, afirmou que há muito potencial para os dois lados impulsionarem o comércio, particularmente nos setores de ciência, tecnologia, agricultura e recursos naturais, relatou a agência de notícias.
De acordo com o Brasil, o valor de suas exportações chinesas atingiu US$ 10,75 bilhões no ano passado, enquanto as importações chinesas de produtos brasileiros alcançaram US$ 12,62 bilhões. Os volumes levaram ao primeiro déficit comercial em base anual do Brasil com a China em uma década
Fonte: Net Marinha