Miguel Jorge mobiliza empresários pela Política de Desenvolvimento Produtivo

Maio 13, 2008

Dando continuidade ao lançamento da Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP), o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Miguel Jorge, irá se reunir com os diversos segmentos da economia brasileira para explicar a PDP sob o enfoque setorial e gerar mobilização em torno do programa. As primeiras reuniões serão realizadas hoje (13/5), em Brasília, com empresários das cadeias produtivas de têxtil e confecções e do setor aeronáutico.

A intenção do ministro é mobilizar os empresários das diversas cadeias produtivas que serão contempladas, neste primeiro momento, pela Política. As reuniões Plenárias dos fóruns de competitividade serão abertas por Miguel Jorge e a apresentação da estrutura geral da política caberá ao presidente da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), Reginaldo Arcuri. O secretário do Desenvolvimento da Produção do MDIC, Armando Meziat, será o responsável por coordenar as apresentações setoriais, debates e encaminhamentos.

Os Fóruns de Competitividade são gerenciados e coordenados pelo MDIC. Têm como objetivo elevar a competitividade industrial das principais cadeias produtivas do País no mercado mundial com ações específicas, e é formado por representantes do meio empresarial, acadêmico, trabalhadores e Governo.

Veja a seguir o cronograma das reuniões já agendadas:

Fórum/Setores
1ª Reunião Plenária
Plano de Trabalho
2ª Reunião Plenária
Têxtil e Confecções 13 Maio/11h30 até 28 Maio 12 a 26 Junho
Aeronáutico 13 Maio/15h30 até 28 Maio 12 a 26 Junho
Couro e Calçados 14 Maio/15h até 29 Maio 17 a 1 Julho
Plásticos 14 Maio/17h até 29 Maio 17 a 1 Julho
Bens de Capital 20 Maio/12h30 até 03 Junho 19 Junho a 3 Julho
Naval 20 Maio/15h30 até 03 Junho 19 Junho a 3 Julho
Madeira e Móveis 27 Maio/10h30 até 10 Junho 24 Junho a 8 Julho
Complexo Automotivo 27 Maio/15h30 até 10 Junho 24 Junho a 8 Julho
Higiene, Perfumaria e Cosméticos 29 Maio/12h30 até 12 Junho 26 Junho a 10 Julho
Siderurgia 29 Maio/15h até 12 Junho 26 Junho a 10 Julho
Complexo Saúde
Gestão do Ministério da Saúde
Complexo Energia
Gestão do Ministério de Minas e Energia
TIC
Gestão dos ministérios de Ciência e Tecnologia / Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior
Complexo de Defesa
Gestão do Ministério da Defesa
Nanotecnologia
Gestão do Ministério de Ciência e Tecnologia

Outras informações sobre a Política de Desenvolvimento Produtivo podem ser obtidas no site www.desenvolvimento.gov.br/pdp

Fonte: MDIC


Proex amplia critério para enquadramento de empresas

Maio 13, 2008

As micro, pequenas e médias empresas com o faturamento bruto anual até R$ 150 milhões podem se beneficiar a partir de agora do Programa de Financiamento às Exportações (Proex), na modalidade de financiamento (Proex-Financiamento). A medida foi publicada hoje (13/5), no Diário Oficial da União (DOU), pela Resolução nº 27, da Câmara de Comércio Exterior (Camex), que altera as diretrizes para a utilização do Proex. A Resolução integra um conjunto de ações da Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP), lançada ontem (12/5), pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva.

Com o aumento, pretende-se apoiar empresas que têm ainda dificuldade de acesso a crédito no mercado e que, em razão do seu porte, não eram atendidas pelo Proex Financiamento.  Antes, essa modalidade era destinada para às micro, pequenas e médias empresas com faturamento até R$ 60 milhões.

Além disso, fica limitado o enquadramento no Proex Financiamento para empresas com faturamento superior a R$ 150 milhões, exclusivamente, para o cumprimento de compromissos governamentais decorrentes de negociações bilaterais, que envolvam a concessão de créditos brasileiros e outras operações de exportação, que não possam ser viabilizadas por intermédio de outras fontes de financiamento.
 
Proex

O Proex tem a finalidade de conceder financiamentos com custos financeiros iguais aos praticados no comércio exterior, para aumentar as vendas externas e fortalecer a posição do país no mercado mundial. O orçamento anual do programa é aprovado pelo Congresso Nacional.
 
Neste ano, foi destinado para o Proex Financiamento um montante de R$ 500 milhões. Mas, com a Política de Desenvolvimento Produtivo, o orçamento dessa modalidade contará com R$ 1,3 bilhão.
 
O Proex também possibilita o amparo aos exportadores na modalidade Equalização, que apóia as exportações brasileiras de empresas de qualquer porte, em financiamentos concedidos pelo mercado financeiro, por meio de bancos múltiplos, comerciais, de investimento e de desenvolvimento, sediados no país ou no exterior, além do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Outras informações sobre a Política de Desenvolvimento Produtivo podem ser obtidas no site www.desenvolvimento.gov.br/pdp.

Fonte: MDIC


Cenário favorável garante melhor ano dos últimos cinco para o setor

Maio 13, 2008

São Paulo, 13 de Maio de 2008 – A Indústrias Romi acaba de encerrar o primeiro trimestre do ano com crescimento de quase 22% em sua receita, chegando a R$ 152,9 milhões, e 38% no lucro, somando R$ 25,9 milhões. Maior fabricante de ferramentas e injetoras de plástico do Brasil, a empresa viu o número de pedidos crescer em 16% em comparação a igual período do ano passado. Para dar conta dessa expansão a Romi captou R$ 230 milhões em 2007, na Bovespa. Os planos incluem a construção de uma nova unidade. ‘Enquanto o mercado cresceu 16% neste primeiro trimestre nós ampliamos nossas vendas em 25%’, disse Hermes Lago, diretor de comercialização de máquinas-ferramenta da Romi.

E a Romi é apenas uma das indústrias que vivem o boom do setor de máquinas e equipamento. Este momento é único para esta indústria, que geralmente é a primeira a murchar no início de uma crise e última a florescer na recuperação da economia. Justamente por isso, o setor convive hoje com resultados que não via há pelo menos cinco anos. Só no primeiro bimestre o faturamento do segmento subiu cerca de 40% em relação a igual período de 2007 e o consumo aparente cresceu quase 50%, conforme dados da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas (Abimaq).

Tudo isso, somado às notícias da conquista do grau de investimento e do lançamento da política industrial, colocam o setor de máquinas e equipamentos em estado de euforia completa o que poderá ser constatado nos corredores da próxima edição da Feira Internacional da Mecânica, que começa hoje e vai até sábado no Pavilhão de Exposição do Anhembi, em São Paulo.

O evento já se destaca dentre as feiras que acontecem no Brasil por movimentar, em média, 10% do faturamento anual dessa indústria, que só em 2007 totalizou R$ 61,6 bilhões (cerca de 12,6% a mais que em 2006 e para este ano, a expectativa, é de um crescimento de 20%, segundo a Abimaq).
Em março, a entidade anunciou que o setor de bens de capital deve investir este ano R$ 9,3 bilhões, um volume também 20% maior que o verificado em 2007. Desse total, cerca de R$ 6 bilhões serão destinados à aquisição de máquinas e equipamentos para o próprio setor. Aproximadamente 37,9% serão investidos em modernização tecnológi-ca, 33,7% na ampliação da capacidade de produção e 22,9% em reposição de máquinas obsoletas. O restante será aplicado em áreas diversas.

‘Estamos muito animados e tudo indica que desta vez os investimentos vão se concretizar’, afirmou Waldomiro Modena Filho, presidente da Festo do Brasil. Para a multinacional alemã, presente há 40 anos no Brasil e com um faturamento de R$ 250 milhões, a feira é o evento mais importante do hemisfério Sul, ‘porque, diferente de outros eventos internacionais, neste se fecham negócios efetivamente’.

A Romi vai gastar R$ 1 milhão na montagem de dois estandes, que totalizam cerca de 700 metros quadrados, sendo um com salas para negociações e fechamentos de contratos. ‘Hoje a feira responde por 5% dos nossos resultados do ano’, disse Hermes Lago.

Força na diversificação
Nem mesmo a queda do dólar desanima os executivos. Para o diretor da Romi, é justamente com o aumento da concorrência estrangeira que a indústria nacional precisa investir. Por isso, a empresa praticamente dobrou o número de máquinas-ferramentas nos últimos dois anos, passando de 1,8 mil para 3,5 mil a fim de alcançar maior escala. ‘Hoje, 40% do que vendemos foi projetado nos últimos dois anos’, afirmou Lago.

Assim, a Romi mantém a generosa fatia de 40% do mercado de máquinas-ferramentas. O setor automotivo, que também registra um dos maiores crescimentos da indústria, responde hoje por 14% das vendas da companhia, que ainda envia para estas fábricas 20% de suas injetoras de plásticos.

Outra gigante que investe na Mecânica é a Weg. Especializada em motores, o ‘coração’ de outras tantas máquinas, a multinacional brasileira – que espera faturar R$ 5 bilhões este ano, cerca de 20% a mais que em 2007 – aposta no evento como parte do relacionamento. ‘Estamos vivendo um momento muito bom na indústria como um todo e o evento vai refletir isso’, explicou Paulo Donizeti de Abreu, gerente de marketing corporativo da Weg, empresa que deve investir cerca e R$ 170 milhões este ano em nova fábrica e ampliações da unidade na China.

Estrangeiras
Com 50 anos de existência, a Mecânica deste ano espera atingir média de 115 mil visitantes nos cinco dias de feira. ‘Com o dólar baixo, teremos também um grande número de expositores internacionais presentes’, afirma Jayme Bydlowsky, vice-presidente e diretor de feiras da Abimaq. Dos cerca de 2000 mil expositores, metade são do exterior, vindos de 35 países diferentes

Uma rodada internacional de negócios, fruto da parceria entre Abimaq e Apex, deve trazer 14 compradores de oito países da América Latina (Bolívia, Venezuela, Chile, Argentina, Peru, Colômbia, Paraguai e Uruguai). Na edição de 2006, a rodada internacional contabilizou 208 reuniões e um volume estimado de negócios de US$ 7,09 milhões, segundo a Abimaq.

(Gazeta Mercantil/Caderno C – Pág. 4)(Anna Lúcia França)


SP Chamber fecha acordo com Apex

Maio 13, 2008

A São Paulo Chamber of Commerce (SP Chamber), da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) assinaram acordo de cooperação técnica para a promoção de ações conjuntas de comércio exterior. Com a parceria, a expectativa das entidades é de aumentar em 10% (ante a base atual) o volume de negócios no mercado internacional. Angola será o primeiro destino dos produtos brasileiros definido pelo projeto.

O acordo foi assinado pelo vice-presidente da ACSP e coordenador da SP Chamber, Alfredo Cotait Neto, e o coordenador da unidade de eventos internacionais da Apex-Brasil, Juarez Leal. Aproximadamente 160 empresários participaram do seminário Lançamento Projeto Trading Apex-Brasil, realizado na sede da entidade, na última terça-feira.

A parceria tem como objetivos consolidar negócios em mercados existentes; identificar novas plataformas de exportação de bens e serviços brasileiros; solucionar entraves comerciais; e atrair investimentos para o País.

Segundo Cotait Neto, o acordo com a Apex é fundamental para o processo de institucionalização das tradings perante o governo e o setor empresarial, e também para a busca de novas oportunidades de negócios no exterior. Por sua vez, Leal afirmou que “com a ACSP, que é uma entidade de grande representatividade no setor, somamos esforços para ganhar mercados com inteligência comercial”.

Além de ampliar a participação das pequenas e médias empresas em missões internacionais, a estimativa das entidades é dobrar o número de tradings nos eventos. Hoje, por meio do Conselho das Empresas Comerciais Importadoras e Exportadoras (Ceciex), a ACSP congrega 30% das 2 mil tradings que existem no Estado de São Paulo.

Alvos definidos – De acordo com Leal, a primeira missão internacional terá Luanda, Angola, como destino. O evento está em fase de programação e está previsto para setembro. “Definimos Angola como a primeira ação do projeto, porque esse mercado é uma prioridade para o governo federal”, disse. Uma das expectativas é que Angola seja um centro para negócios com o Sudeste Asiático.

Segundo o levantamento da Apex-Brasil, as próximas rodadas de negócios estão previstas para Miami, Dubai, Lisboa, Frankfurt e Varsóvia. E as principais demandas desses mercados estão nos segmentos de construção, máquinas e equipamentos, alimentos e bebidas, têxtil, higiene pessoal e cosméticos.

“A idéia é implementar centros de negócios brasileiros em locais estratégicos nesses países, começando com a adaptação de um showroom permanente”, informou Leal.

Para o vice-coordenador da SP Chamber, Luiz Roberto Gonçalves, essa cooperação vai fortalecer todo o trabalho do Projeto Exporta, São Paulo de aproximar as pequenas e médias empresas do comércio internacional.

fonte: Diário do Comércio


Governo não mexerá no superávit primário para abastecer fundo soberano, diz Mantega

Maio 13, 2008

Brasília – O ministro da Fazenda, Guido Mantega, detalhou hoje (13) o Fundo Soberano de Investimento, lançado ontem (12) pelo governo federal com o objetivo de financiar empresas brasileiras no exterior e de fazer uma nova reserva de caixa para casos de crise.

O ministro chegou a chamar o fundo de “cofrinho”. De acordo com Mantega, para abastecer o fundo o governo não mexerá na meta do superávit primário, de 3,8% do Produto Interno Bruto (PIB). Ele apontou, no entanto, para recursos orçamentários, mas não precisou o percentual que será destinado.

O governo deve enviar a proposta de criação do Fundo Soberano de Investimento para o Congresso Nacional até o fianal da semana. De acordo com Mantega, ainda não há decisão se será criado por medida provisória ou por meio de projeto de lei.

Fonte: Agência Brasil


Áustria defende criação de organização mundial para regular comércio e finanças

Maio 13, 2008

Brasília – O primeiro-ministro da Áustria, Alfred Gusembauer, defendeu a criação de uma organização mundial de comércio e finanças para regular as relações comerciais e financeiras internacionais. O mecanismo, segundo Gusembauer, daria mais tranqüilidade à comunidade internacional.

A proposta foi apresentada durante almoço com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, nesta terça-feira (13), no Itamaraty. Uma sugestão semelhante havia sido apresentada pelo primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, em telefonema ao presidente Lula, em agosto do ano passado.

“Não é possível que alguns especuladores tenham enormes lucros e que as populações no mundo tenham que carregar as conseqüências de um colapso. Isso não é justo e não é sustentável do ponto de vista econômico”, ponderou Gusembauer.

“O Brasil está bem armado para enfrentar a crise e é preciso se pensar para encontrar as causas dessa crise financeira, encontrar uma coordenação internacional para contorná-la.”, completou, referindo-se à atual crise do mercado financeiro desencadeada pela quebra do sistema de crédito imobiliário norte-americano.

Gusembauer disse que compartilha a preocupação brasileira – e mundial – com a inflação dos alimentos, e assegurou que o tema está sendo amplamente discutido em seu país. Ele defendeu a busca de soluções conjuntas, a partir de análises com bases científicas. Segundo o primeiro-ministro, é preciso evitar uma “bola de mobilizações emocionais ou de interesses comerciais”.

O primeiro ministro austríaco também demonstrou apoio à proposta internacional de taxação das transações financeiras para o desenvolvimento, e frisou o interesse do aprofundamento das relações comerciais com o Brasil.

“A América Latina tem um futuro promissor, e o Brasil terá papel preponderante como país líder”, afirmou.

O Brasil é o principal parceiro comercial da Áustria na América do Sul e o principal destino de investimentos diretos austríacos na América Latina. De 2004 a 2006 esses investimentos chegaram a US$ 120 milhões. Há cerca de 80 empresas austríacas atuando no Brasil. O intercâmbio comercial entre os dois países praticamente dobrou em 2007, saltando de US$ 610 milhões (2006) para US$ 1 bilhão.

Fonte: Agência Brasil


Protegido: Drawback verde-amarelo – IN Nº 845, DE 12 DE MAIO DE 2008

Maio 13, 2008

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Funcionamento do novo módulo de Drawback – Portaria Secex

Maio 13, 2008

Portaria SECEX07_2008
PORTARIA N° 7, DE 08 DE MAIO DE 2008
(publicada no D.O.U. de 09/05/2008)
O SECRETÁRIO DE COMÉRCIO EXTERIOR DO MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR, no exercício de suas atribuições, com fundamento no art. 15 do Anexo I ao Decreto nº 6.209, de 18 de setembro de 2007, considerando a entrada em funcionamento do novo módulo de Drawback, na modalidade suspensão, em ambiente WEB, a partir de 12 de maio de 2008, e a necessidade de atualização de outros normativos, resolve:
Art. 1º Fica alterado o texto do inciso III do parágrafo único do art. 7º da Portaria SECEX nº 36, de 22 de novembro de 2007, como segue:
“III – sob os regimes aduaneiros especiais nas modalidades de loja franca, depósito afiançado, depósito franco e depósito especial”. (NR)
Art. 2º Fica alterada a redação do § 2º do art. 14 da Portaria SECEX nº 36, de 22 de novembro de 2007, como segue:
“§ 2º As licenças não automáticas de importação sob status “para análise” serão apostas “em exigência” no 59º (qüinquagésimo nono) dia contado da data de registro.”(NR)
Art. 3º O artigo 18 da Portaria SECEX nº 36, de 22 de novembro de 2007, passa a vigorar com a seguinte redação, com dois parágrafos:
“Art. 18. Ambos os licenciamentos terão validade de 60 (sessenta) dias para fins de embarque da mercadoria no exterior, exceto os casos previstos nos § 1º a 4º do art. 10.
§ 1º Solicitações de prazo de validade diferente do estipulado acima, bem como de prorrogação, deverão ser apresentadas, antes do vencimento, com justificativa, diretamente ao(s) órgão(s) anuente (s), por meio de ofício.
§ 2º Como regra geral, será objeto de análise e decisão somente uma única prorrogação, com prazo máximo idêntico ao original.”(NR)
Art. 4º Fica alterada a redação do § 1º do art. 23 da Portaria SECEX nº 36, de 22 de novembro de 2007, como segue:
“§ 1º Os aludidos atos deverão observar os procedimentos previstos nas Resoluções CAMEX nºs 70 e 16, de 11 de dezembro de 2007 e de 20 de março de 2008, respectivamente.”(NR)
Art. 5º Fica alterado o texto do inciso I do art. 63 da Portaria SECEX nº 36, de 22 de novembro de 2007, como segue:
“I – na modalidade suspensão – por intermédio de módulo específico Drawback do Sistema Integrado de Comércio Exterior (SISCOMEX), disponível no ambiente WEB, por meio da página eletrônica www.desenvolvimento.gov.br; e”(NR)
(Fls. 2 da Portaria SECEX nº 7, de 08/05/2008).
portSECEX07_2008
Art. 6º O § 1º artigo 66 da Portaria SECEX nº 36, de 22 de novembro de 2007, passa a vigorar com a seguinte redação:
“§ 1º A empresa deverá preencher o campo “Resíduos e Subprodutos” do ato concessório com o valor, em dólares norte-americanos (US$), dos resíduos e subprodutos não exportados.”(NR)
Art. 7º O artigo 124 da Portaria SECEX nº 36, de 22 de novembro de 2007, passa a vigorar com a seguinte redação, com cinco parágrafos:
“Art. 124. Na modalidade suspensão, a partir de 12 de maio de 2008, as empresas deverão solicitar a comprovação das importações e exportações vinculadas ao regime, por intermédio do módulo específico de Drawback do Siscomex, na opção “enviar para baixa”, no prazo de até 60 (sessenta) dias contados a partir da data limite para exportação.
§ 1º O Sistema providenciará a transferência automática dos registros de exportação averbados e devidamente vinculados no campo 24 ao ato concessório no momento da efetivação dos aludidos RE, e das Declarações de Importação vinculadas ao regime, para efeito de comprovação do AC.
§ 2º Em se tratando de comprovação envolvendo nota fiscal, a empresa deverá incluir a aludida NF no campo apropriado do novo módulo do Siscomex, e somente nos casos de venda para empresa de fins comerciais e de drawback intermediário, acessar a opção correspondente para associar o registro de exportação à NF.
§ 3º O Sistema realizará a comprovação automaticamente se os valores e quantidades constantes do compromisso assumido forem idênticos ao realizado pela empresa na forma regulamentar.
§ 4º Não será permitida a inclusão de AC no campo 24, bem como no campo 2-a de código de enquadramento de drawback, após a averbação do registro de exportação, exceto nas operações cursadas em consignação.
§ 5º Poderão ser admitidas alterações, solicitadas no Siscomex e por meio de processo administrativo, para modificar dados constantes do campo 24, desde que mantido o código de enquadramento do drawback.”(NR)
Art. 8º Fica incluído o artigo 124-A na Portaria SECEX nº 36, de 22 de novembro de 2007, com a seguinte redação:
“Art. 124-A. No caso de a empresa não ter providenciado o envio para baixa nos termos do artigo 124, o Siscomex providenciará o envio automático para análise da comprovação de que se trata, levandose
em consideração as DI e os RE vinculados e transferidos na forma do § 1º do artigo anterior.”
Art. 9º Fica incluído o artigo 124-B na Portaria SECEX nº 36, de 22 de novembro de 2007, com a seguinte redação:
“Art. 124-B. Em se tratando de devolução, sinistro, nacionalização ou destruição da mercadoria importada ao amparo do regime, a empresa deverá selecionar a opção compatível constante da tela de baixa, observando-se as Seções V e VI deste Capítulo, e em seguida, enviar o AC para baixa no prazo do artigo 124.”
(Fls. 3 da Portaria SECEX nº 7, de 08/05/2008).
portSECEX07_2008
Art. 10. Fica incluído o § 4º no art. 143 da Portaria SECEX nº 36, de 22 de novembro de 2007, como segue:
“§ 4º Não será admitido o fracionamento de uma adição de uma declaração de importação, para efeito da transferência tratada neste artigo.”
Art. 11. Fica alterada a redação do parágrafo único do art. 153 da Portaria SECEX nº 36, de 22 de novembro de 2007, como segue:
Parágrafo único. Os aludidos atos deverão observar os procedimentos previstos nas Resoluções CAMEX nºs 70 e 16, de 11 de dezembro de 2007 e de 20 de março de 2008, respectivamente.
Art. 12. Na Portaria SECEX nº 36, de 22 de novembro de 2007, onde se lê: “Art. 171. O descumprimento do RV, no todo ou em parte, poderá implicar na perda do direito de emissão automática do Registro de Exportação.”; leia-se: “Art. 171-A. O descumprimento do RV, no todo ou em parte, poderá implicar na perda do direito de emissão automática do Registro de Exportação.”
Art. 13. Fica alterada a redação do art. 173 da Portaria SECEX nº 36, de 22 de novembro de 2007, e de seus respectivos parágrafos, como segue:
“Art. 173. Todos os produtos da pauta de exportação brasileira são passíveis de venda em consignação, exceto aqueles relacionados no Anexo “Q” desta Portaria.
§ 1º A exportação em consignação implica a obrigação de o exportador comprovar dentro do prazo de até 720 dias, contados da data do embarque, o ingresso de moeda estrangeira, pela venda da mercadoria ao exterior, na forma da regulamentação cambial, ou o retorno da mercadoria.
§ 2º Em situações excepcionais, poderão ser examinadas prorrogações de prazo, desde que declarado pelo interessado que, para essas exportações, não foram celebrados contratos de câmbio de exportação.
§ 3º Nas situações abaixo indicadas, o exportador deverá solicitar a alteração do Registro de Exportação (RE), mediante proposta de alteração de RE averbado no Siscomex, apresentando documentos comprobatórios, caso solicitado:
I – no retorno total ou parcial, ao País, da mercadoria embarcada, mediante a alteração dos valores e quantidades e a vinculação no campo 25 do RE dos dados relativos ao desembaraço aduaneiro de importação (informar número da Declaração de Importação – DI);
II – na venda da mercadoria por valor superior ou inferior ao originalmente consignado no RE, mediante a alteração destes valores;
III – na inviabilidade de retorno, ao País, de parte ou da totalidade da mercadoria, mediante a alteração dos valores e quantidades que efetivamente permaneceram no exterior.
§ 4º Em todos os casos o código de enquadramento do RE deverá ser alterado para 80.000, no caso da mercadoria ser vendida no todo ou em parte, ou para 99199, no caso de inviabilidade total de retorno.
§ 5º No caso de não cumprimento das providências previstas nos § 3º e 4º o Decex poderá bloquear a edição de novos RE relativos à exportação em consignação.”(NR)
(Fls. 4 da Portaria SECEX nº 7, de 08/05/2008).
portSECEX07_2008
Art. 14 Fica incluído o artigo 217-A na Portaria SECEX nº 36, de 22 de novembro de 2007, acrescido de parágrafo único, com a redação que se segue:
“Art. 217-A. Os atos concessórios, na modalidade suspensão, em análise ou deferidos até o dia 11 de maio de 2008, serão transferidos automaticamente para o novo módulo Drawback, em ambiente WEB.
Parágrafo único. Em se tratando de nota fiscal transferida pelo sistema para o novo módulo de drawback, a empresa deverá:
a) acessar a opção “cadastrar nota fiscal para outras empresas” e associar o registro de exportação à aludida NF, no caso de venda para empresa de fins comerciais; ou
b) acessar a opção “cadastrar nota fiscal para fabricante exportador” e associar o registro de exportação à aludida NF, no caso de drawback intermediário.
Art. 15. Fica incluído o artigo 217-B na Portaria SECEX nº 36, de 22 de novembro de 2007, como segue:
“Art. 217-B. Serão acatados para análise, excepcionalmente, pedidos de retificação formulados no sistema entre os dias 12 e 30 de maio de 2008 relativos a atos concessórios vencidos entre os dias 6 a 11
de maio de 2008.”
Art. 16. Fica revogado o item 1 do Inciso IV (Têxteis e Vestuário) do Anexo B da Portaria SECEX nº 36, de 22 de novembro de 2007.
Art. 17. Fica alterado o texto do item “b” do inciso 1 dos subitens NCM/TEC 0201.30.00 e 0202.30.00 do capítulo 2 do Anexo N da Portaria SECEX nº 36, de 22 de novembro de 2007, como segue
abaixo:
“b) Encaminhar ofício, preferencialmente por SEDEX, ao Departamento de Operações de Comércio Exterior – DECEX, manifestando interesse em participar da distribuição, ou apresentar requerimento no Protocolo da Secretaria de Comércio Exterior, com a mesma finalidade.”(NR)
Art. 18. Fica incluído o item “d” no inciso 1 do subitem NCM/TEC 0901.11.10 do Capítulo 9 do Anexo N da Portaria SECEX nº 36, de 22 de novembro de 2007, como segue:
“d) Ficam automaticamente prorrogados, até o mês subseqüente, os registros de venda e registros de exportação, cujos embarques estavam previstos para o mês corrente, inclusive aqueles com status de solicitação de despacho.”
Art. 19. Ficam alterados os produtos constantes do Anexo “R” da Portaria SECEX nº 36, de 22 de novembro de 2007, conforme segue:
(Fls. 5 da Portaria SECEX nº 7, de 08/05/2008).

NCM/SH
Mercadoria
Percentual
Máximo
1701
AÇÚCARES DE CANA OU DE BETERRABA E SACAROSE
QUIMICAMENTE PURA, NO ESTADO SÓLIDO
8%
2401
FUMO (TABACO) NÃO MANUFATURADO, DESPERDÍCIOS DE
FUMO (TABACO) EXCETO O SUBITEM 2401.10.10
25%
2401.10.10
TABACO NÃO MANUFATURADO, DESPERDÍCIOS DE TABACO,
EM FOLHAS, SEM SECAR, NEM FERMENTAR
31%
4404.10.00
EXCLUSIVAMENTE CAVACOS DE MADEIRAS CONÍFERAS
10%

Art. 20. Esta Portaria entra em vigor no dia 12 de maio de 2008.
WELBER BARRAL


DSE agora com limite de USD 50.000,00

Maio 13, 2008

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 846, DE 12 DE MAIO DE 2008
Altera os arts. 4º e 30 da Instrução Normativa SRF nº 611, de 18 de janeiro de 2006, que dispõe sobre a utilização de declaração simplificada na importação e na exportação.
O SECRETÁRIO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL, no uso da atribuição que lhe confere o inciso III do art. 224 do Regimento Interno da Secretaria da Receita Federal do Brasil, aprovado pela Portaria MF no 95, de 30 de abril de 2007, e tendo em vista o disposto nos arts. 491 e 517 do Decreto nº 4.543, de 26 de dezembro de 2002, resolve:
Art. 1o Os arts. 4o e 30 da Instrução Normativa SRF no 611, de 18 de janeiro de 2006, passam a vigorar com as seguintes alterações:
“Art. 4º ………………………………………………………………………..
……………………………………………………………………………………..
III – outros bens importados por pessoa física, sem finalidade comercial, de valor não superior a US$ 500.00 (quinhentos dólares dos Estados Unidos da América);
…………………………………………………………………………..” (NR)
“Art. 30. ………………………………………………………………………
I – exportados por pessoa física, com ou sem cobertura cambial, até o limite de US$ 50,000.00 (cinqüenta mil dólares dos Estados Unidos da América) ou o equivalente em outra moeda;
II – exportados por pessoa jurídica, com ou sem cobertura cambial, até o limite de US$ 50,000.00 (cinqüenta mil dólares dos Estados Unidos da América) ou o equivalente em outra moeda;
…………………………………………………………………………………….
VI – contidos em remessa postal internacional, até o limite de US$ 50,000.00 (cinqüenta mil dólares dos Estados Unidos da América) ou o equivalente em outra moeda;
VII – contidos em encomenda aérea internacional, até o limite de US$ 50,000.00 (cinqüenta mil dólares dos Estados Unidos da América) ou o equivalente em outra moeda, transportada por empresa de transporte internacional expresso porta a porta; ou
……………………………………………………………………………” (NR)
Art. 2o Esta Instrução Normativa entra em vigor na data da sua publicação.
JORGE ANTONIO DEHER RACHID


Brasil cobra solução em Doha para tarifa americana

Maio 13, 2008

O Brasil avisou aos EUA que quer uma solução imediata para o corte de tarifas sobre o etanol num acordo da Rodada Doha, disse ontem o embaixador brasileiro junto a Organização Mundial do Comércio (OMC), Clodoaldo Hugueney.

“Já dissemos aos EUA que isso deve ser resolvido o mais rápido possível”, reiterou ele, na véspera de uma reunião em Roma entre o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, e a principal negociadora comercial dos EUA, Susan Schwab, para discutir a rodada.

Washington rejeita cortar a tarifa de importação de US$ 0,54 por galão de etanol, alegando que não se trata de alíquota, mas de “outras taxas”. Na prática, se essa posição prevalecer, o etanol seria o único produto excluído de liberalização num acordo de Doha. É um cenário inaceitável para o o governo Lula, que fez do produto um dos eixos de sua política externa.

Para fontes do setor privado, a “briga do momento” é mesmo sobre o etanol, e o caminho natural é o produto se transformar num contencioso entre Brasil e EUA.

“Será um processo demorado, até porque toma tempo avaliar os argumentos legais, e o Itamaraty demora muito para tomar decisões, mas vai acabar virando um contencioso”, avalia uma fonte do agronegócio.

Já o embaixador Hugueney vê como especialmente problemático hoje a lei agrícola americana para os próximos cinco anos, negociada entre os líderes do Congresso na semana passada, que eleva para US$ 300 bilhões os gastos no setor, aumentando as subvenções até para a produção de etanol.

A Casa Branca ameaça vetar a Farm Bill, mas o secretário americana de Agricultura, Ed Schafer, reconheceu que a administração Bush enfrentará uma situação “penosa” para manter um veto presidencial nesse caso.

O Brasil quer saber de Schwab se os EUA vão ou não se comprometer com corte profundo de subsídios internos para ter um acordo em Doha. Por sua vez, o agronegócio brasileiro indicou ao Itamaraty que apóia um acordo na OMC, mas que o ministério deve brigar por mais ambição agora que os preços das commodities estão altos no mercado internacional.

Avalia que o Brasil não pode perder a oportunidade dos preços altos, que significam menos subsídios e maior demanda externa, para tentar arrancar mais concessões dos importadores. Mas, como um negociador lembra, quem quer concessão tem de pagar também.
Fonte: Valor Econômico