Cooperação industrial Brasil-Venezuela é tema de mesa-redonda

Abril 14, 2008

 Programa de Trabalho em Matéria de Cooperação Industrial Brasil-Venezuela realiza hoje (11/04) a mesa-redonda “Atuação do Governo Brasileiro na Organização e Fomento ao Complexo Industrial da Saúde”, no Laboratório Farmacêutico da Marinha (RJ). O evento integra o Plano Operacional de Implementação da Primeira Fase do programa e terá o secretário de Tecnologia Industrial (STI) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Francelino Grando, como um dos palestrantes.
 
Participarão ainda da mesa redonda o secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, Reinaldo Guimarães; os representantes do Programa de Apoio ao Desenvolvimento do Complexo Industrial da Saúde (Profarma) do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Pedro Palmeira; e, da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), Gilberto Soares; além do diretor do Laboratório Farmacêutico da Marinha, Jayme Teixeira Pinto Filho.
 
Programa
 
O Programa de Trabalho entre Brasil e Venezuela foi criado no dia 26 de março, em Recife (PE), durante encontro dos presidentes Lula e Chávez. No Brasil, o programa é coordenado pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e, na parte venezuelana, pelo Ministério do Poder Popular para as Indústrias Leves e Comércio (MILCO).
 
A finalidade do programa é formular projetos para setores estratégicos; promover iniciativas de mobilização e capacitar para inovação e desenvolvimento industrial comum, além da articular setores públicos e privados de ambos os países para maior cooperação industrial. Para isso, foi constituída uma Comissão de Coordenação Bilateral, que visa promover a integração produtiva em segmentos selecionados, como o da saúde.

Fonte: MDIC


Presidente da Índia destaca possibilidade de aumentar cooperação comercial

Abril 14, 2008

São Paulo - Durante sua primeira visita a um país estrangeiro, a presidente da Índia, Pratibha Patil, discutiu na manhã de hoje (14), na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), as possibilidades de aumentar a cooperação comercial com o Brasil. A Índia, de acordo com a Fiesp, é a 12ª economia do mundo e desde 1991 tem registrado crescimento de 5% ao ano.

Segundo Patil, o comércio bilateral com o Brasil quase triplicou nos últimos três anos, chegando a US$ 3,1 bilhões em 2006. “Estamos determinados a conseguir chegar aos US$ 10 bilhões em 2010″, disse, ao lembrar que os dois países “são  economias grandes em crescimento – as sinergias e as complementaridades podem ser exploradas para o benefício do mundo”.

Ela lembrou que os fundamentos econômicos da Índia são muito fortes, os investimentos estão crescendo e a mão-de-obra tem se tornado mais eficiente ao longo dos anos. “Nós estamos confiantes de que teremos taxas de crescimento de 9% nas próximas três décadas”, afirmou. Segundo a presidente, já existem oportunidades de cooperação econômica entre os dois países e o objetivo é explorar essa confiança.

O presidente da Fiesp, Paulo Skaf, destacou que os dois países também são parecidos com relação a problemas como educação, saúde, segurança, ciência e desenvolvimento sustentável. “O encontro representa passo importante para que em um intercâmbio livre e independente possamos estreitar e promover a discussão e a troca de experiências para ultrapassar essas barreiras”.

Os dois países, afirmou, têm grande potencial de cooperação nas áreas científica e tecnológica. Segundo Skaf, a Rodada de Doha da Organização Mundial do Comércio continua entre as prioridades da Fiesp: “É muito importante que saibamos combater com firmeza qualquer tentativa de enfraquecimento de cooperação entre Índia e Brasil no âmbito do G20 [grupo de países em desenvolvimento que inclui o Brasil]. Vamos praticar o diálogo e nos entender na defesa dos interesses maiores de nossos países.”

O vice-presidente da Fiesp, Roberto Gianetti da Fonseca, lembrou que os dois países comercializam entre si produtos como aviões, tecnologia de informação, farmacêuticos, automóveis, siderúrgicos, mas ainda podem se aprofundar em temas como energia e alimentação. “O Brasil é um país de grandes possibilidades de produção de alimentos e na energia, tanto na renovável quanto na de gás de petróleo, pode ser e é hoje um grande parceiro da Índia”, disse.

Fonte: Agência Brasil


Administrador holandês conhece a estrutura do porto de Rio Grande

Abril 14, 2008

O diretor da Associação de Portos de Amsterdã (Amports), Wim Ruijgh, esteve em Rio Grande ontem, conhecendo a estrutura do porto rio-grandino, acompanhado do superintendente de Portos e Hidrovias (SPH), Roberto Laurino, do chefe da delegação comercial holandesa, Philippe Schulman, do coordenador-geral da Unidade de Parceria Público-Privada da Secretaria de Planejamento e Gestão do Estado, Charles Schramm, e do deputado estadual Sandro Oliveira. Ele chegou ao Município por volta das 11h e, em um helicóptero, sobrevoou o complexo portuário para reconhecimento do porto organizado. Depois, esteve no Tecon, onde almoçou, e, às 15h, na Superintendência do Porto do Rio Grande (SUPRG). Na sede da SUPRG, esteve reunido com a diretoria do porto rio-grandino e assistiu a uma apresentação que retratou a estrutura portuária do Município, os investimentos que estão sendo realizados e os projetos futuros para o porto local. Wim Ruijgh disse ter ficado impressionado com a estrutura do Tecon e do porto como um todo. “O RS tem um grande potencial hidroviário e nós iremos auxiliá-lo nas mudanças necessárias de forma otimizada, tendo em vista a nossa experiência nesta área”, afirmou. Sua visita ao Estado atende convite do governo estadual, que pretende desenvolver o transporte fluvial, e visa, principalmente, a conhecer o funcionamento dos portos de Porto Alegre e Rio Grande. A intenção dos holandeses, de acordo com Philippe Schulman, é ajudar o Estado nos passos a serem adotados para obter um desenvolvimento sustentável. O deputado Sandro Oliveira observou que a aproximação com os holandeses, já iniciada com as missões que foram à Holanda, objetiva aproveitar as experiências deles que deram certo e adaptá-las à realidade do Rio Grande do Sul para o porto, principalmente no que se refere a um maior aproveitamento das hidrovias. Assim, entende que se estará otimizando o custo do transporte portuário, tornando o porto rio-grandino mais competitivo e também, automaticamente, os produtos gaúchos no mercado internacional. Conforme ele, na Holanda, 50% das mercadorias são movimentadas por hidrovias, enquanto aqui o percentual é de apenas 3,5%. “Com todas essas inovações no porto, precisamos dos três modais em plena utilização”, observou. Charles Schramm destacou que o governo gaúcho tem necessidade de aperfeiçoar os serviços de seus portos e não quer ficar só na aproximação com os holandeses, mas partir para algo mais concreto. Relatou que Wim Ruijgh tem capacidade para avaliar potencialidade hidroportuária e já conhece a do Rio Grande do Sul. “Entendo que estamos na pré-formalização de um convênio, onde a Holanda poderá trazer toda a sua experiência e, junto com o Estado, estudar as melhores formas de esse ambiente ser explorado, tanto pelo setor público quanto pelo privado”, salientou. Ele observou que a Secretaria de Planejamento e Gestão está preocupada em ter estudos concretos, consistentes, de como explorar o sistema hidroportuário para buscar parcerias privadas para futuras Parcerias Público-Privadas.

Fonte: Jornal Agora


Auditores decidem greve hoje

Abril 14, 2008

Os auditores fiscais realizam mais uma assembléia hoje para discutir se continuam ou não a greve iniciada no dia 18 de março. Ao que tudo indica, a paralisação deve continuar, o que pode complicar a entrega da restituição do Imposto de Renda.

Segundo o sindicato, devem participar da assembléia 3 mil servidores. Durante reunião na sexta-feira, o estado de greve foi mantido mesmo com a decisão do governo federal de descontar do salário de funcionários públicos da Receita e da Advocacia Geral da União (AGU) os dias de greve neste mês. Os advogados e defensores públicos da União, no entanto, suspenderam a paralisação.

Nesse mesmo encontro, onde estiveram presentes cerca de 450 auditores fiscais, ficou decidido que na assembléia de hoje esse grupo vai sugerir que a greve continue.

Fonte: Diário Catarinense


Lula quer ampliar relação comercial com a República Tcheca

Abril 14, 2008

Brasília - O Brasil precisa aumentar o volume de negociações comerciais com a República Tcheca, avalia o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Após visitar o país europeu na semana passada, ele afirmou que o momento é propício para importação de equipamentos pesados.

“A República Tcheca é uma potência na produção e na construção de máquinas. Nós fizemos esse contato para estabelecer uma relação mais forte. Ou seja, nós precisamos comprar e vender para a República Tcheca, sobretudo agora que nós estamos construindo hidrelétricas e precisamos comprar turbinas”, disse hoje (14) em seu programa de rádio Café com o Presidente.

Durante a passagem da comitiva oficial brasileira pela Europa, o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, afirmou que empresários tchecos foram convidados a iniciar negócios no Brasil.

Lula garantiu que uma missão empresarial será enviada à República Tcheca para ampliar as relações econômicas bilaterais.

“Já decidimos que vai uma missão empresarial para lá, junto com o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio. Depois, virá uma missão deles para cá, porque é assim que a gente vai fazer crescer a balança comercial brasileira.”

O presidente também comentou sua passagem pelos Países Baixos. Afirmou que a visita foi importante por se tratar do maior investidor externo no Brasil.

Fonte: Agência Brasil


Presidente da Índia participa de debates na Fiesp

Abril 14, 2008

São Paulo - A presidente da Índia, Pratibha Patil, está no Brasil acompanhada de uma delegação de empresários. Ela participa hoje (14), na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), de encontros que vão discutir as relações de comércio bilaterais Brasil-Índia.

Segundo a programação do evento, a abertura está prevista para as 9h30. Pratibha Patil faz um pronunciamento oficial às 10h50, juntamente com o presidente da Fiesp, Paulo Skaf.

De acordo com informações da Fiesp, a Índia é hoje a 12ª economia do mundo e desde 1991, quando promoveu ajustes nas políticas fiscal e tarifária e passou a incentivar os investimentos estrangeiros, tem registrado crescimento sólido e constante, na média de 5% ao ano.

Fonte: Agência brasil


FMI alerta para “conseqüências terríveis” da inflação dos alimentos

Abril 14, 2008

Washington (EUA) - O diretor-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, advertiu que se o preço dos alimentos se mantiver elevado, muitos países em desenvolvimento, especialmente na África, sofrerão conseqüências terríveis. Ele frisou que o problema poderá também criar um desequilíbrio comercial que terá impacto sobre importantes economias desenvolvidas. “Portanto, não é apenas uma questão humanitária”, advertiu.

Se a tendência se mantiver em países como Haiti, Egito e Filipinas, que já sofrem agitação social devido ao aumento do preço dos alimentos e à falta dos mesmos, “centenas de milhares de pessoas morrerão de fome, e crianças sofrerão de subnutrição”, alertou Strauss-Kahn.

Ele deu as declarações numa entrevista coletiva após um dia de reuniões do comitê financeiro e monetário internacional (IMFC, na sigla em inglês), principal órgão consultivo do FMI, sobre a crise financeira global. Segundo ele, “vários países em desenvolvimento, especialmente países com baixo rendimento, enfrentam um forte aumento no preço dos alimentos e combustíveis, que por sua vez têm forte impacto sobre as camadas mais pobres da população”.

O comitê instou o FMI a trabalhar em estreita colaboração com o Banco Mundial e outras organizações para dar aos países em desenvolvimento o apoio financeiro e a consultoria de estratégia para enfrentar estes problemas.

Pouco antes, a ministra alemã para o Desenvolvimento, Heidemarie Wieczorek-Zeul, apelou a um maior controle do mercado global de biocombustível para evitar que sua expansão aumente o preço dos alimentos. “É inaceitável que a exportação dos agrocombustíveis seja uma ameaça à situação de abastecimento de pessoas que já vivem na pobreza”.

Ela afirmou que o mundo precisa harmonizar seus objetivos, incluindo a mitigação das alterações climáticas, segurança alimentar e desenvolvimento social.


Brasil e República Tcheca discutem investimentos bilaterais

Abril 14, 2008

Praga (República Tcheca) - Os presidentes do Brasil e da República Tcheca discutiram hoje (12) a oportunidade de investimentos de empresários brasileiros e tchecos nos dois países. Luiz Inácio Lula da Silva e Václav Klaus também assinaram um acordo de cooperação na área de indústria e comércio. Os dois chefe de Estado se encontraram no Palácio de Praga, residência oficial da presidência tcheca.

“Esse acordo que assinamos hoje é o início extraordinário do que vai acontecer daqui para frente. A economia brasileira está crescendo. A indústria brasileira voltou a crescer. O Estado brasileiro voltou a investir e eu mostrei ao presidente Klaus a quantidade de oportunidades que temos para fazer negócio entre Brasil e República Tcheca”, disse o presidente.

Lula ressaltou também a necessidade de que empresários dos dois países pensem em formas de investimentos mútuos. “Missões empresariais da República Tcheca deverão visitar o Brasil com mais freqüência. Missões empresariais brasileiras deverão visitar a República Tcheca. Isso vai possibilitar que o comércio entre os dois países cresça mais do que agora”.

Fonte: Agência Brasil


Brasileiros são criticados por atuação ineficiente no Mercosul

Abril 14, 2008

A ineficiência brasileira como líder do Mercosul se transformou no trunfo eleitoral dos candidatos paraguaios ao Parlasul (Parlamento do Mercosul), que pela primeira vez na História do bloco serão eleitos por voto direto, também nas eleições do domingo que vem. Em discurso para uma platéia lotada de afiliados na sede do Partido Colorado, em Assunção, os integrantes-candidatos do Parlasul endureceram o tom para criticar as práticas do Brasil e da Argentina no bloco.

Presidente da Comissão Parlamentária Conjunta do Mercosul, Alfonso González Núñez tacha o Mercosul de hipócrita ao mostrar que na prática o Paraguai não funciona como membro do bloco:

– As fronteiras estão fechadas. Nossos produtos são retidos na aduana ou em trânsito pelos países vizinhos. Imagina se não fôssemos membros plenos do bloco. Há muito preconceito. É preciso superar a supremacia do Brasil e da Argentina. Por isso digo, que venha a Colômbia, o México, o Equador, vamos tornar este bloco mais homogêneo.

Ex-diretor geral de Direitos Humanos do Paraguai, Eric Salum Pires ratifica que “os canais ordinários das chancelarias são lentos” para resolver questões práticas como um carregamento de banana que fica retido por muito tempo e perde a validade, “jogando no lixo o suor de dezenas de camponeses paraguaios”.

- E depois ainda dizem que os piqueteros argentinos ficaram com a carga - completa, indignado, Cibils.

Além de arrancar aplausos da platéia colorada, a campanha tem se refletido em números. Segundo as pesquisas de opinião, os candidatos parlamentares colorados devem ganhar 10 das 18 cadeiras do Parlasul.

Diante do cenário, o politólogo Fretes lembra que o fundo de compensação – destinado a promover a infra-estrutura dos países mais fracos do bloco – foi liberado pela primeira vez só no fim do governo do atual presidente Nicanor Duarte Frutos. Portanto, o que considera uma “política complacente” seguiria com os colorados no poder.

– O governo paraguaio é permissivo e o brasileiro se aproveita disso, impondo uma política exterior de maneira primitiva – avalia.

É uma “constante histórica a política brasileira de impor com sutileza seus interesses”, descreve José Simón, sublinhando que a rivalidade com a Argentina dentro do Mercosul “apagou o Paraguai”. (C.A.)

Fonte: Jornal do Brasil


Chávez e o Mercosul

Abril 14, 2008

Visão do Correio

Se ainda faltasse algum argumento para situar Hugo Chávez como a fonte política que mais conspira contra as boas relações entre os países da América do Sul ele a dissipou agora do modo mais claro possível. O protoditador da Venezuela nacionalizou a maior usina siderúrgica em operação no país, a Sidor, responsável por 85% da produção local de aço. A empresa é de propriedade da Ternium, do grupo argentino Techint, com participação minoritária da brasileira Usiminas (14,5% do capital acionário).
Serviu de pretexto para a transferência da planta argentino-brasileira ao controle do Estado o impasse nas negociações salariais entre os dirigentes da siderúrgica e os empregados. O conflito trabalhista iniciado há 15 meses foi tudo o que Chávez necessitava para justificar o novo gesto de fúria nacionalista, no caso ofensivo às regras e ao espírito do Mercosul. Na verdade, representou apenas avanço significativo na execução do “socialismo do século 21”, seja lá o que semelhante disparate possa significar.

A exaltação nacionalista, em alguns casos de perfil xenófobo, segue em intensidade desde que, no ano passado, empresas norte-americanas e européias foram expulsas da Venezuela ante a incorporação ao poder estatal. O governo encampou os setores de telecomunicações e as operações de exploração e refino de petróleo ultrapesado da faixa do Orinoco. O alvo seguinte são multinacionais do México, Suíça e França produtoras de cimento, mediante desapropriação de 90% das ações.
A conduta truculenta do tenente-coronel Chávez ocorre no mesmo instante em que seu governo tenta atrair capitais e tecnologia da Argentina e do Brasil. Com a circunstância alarmante, consigne-se, em curso na situação interna, marcada pela mais alta inflação do continente (7,1% no primeiro trimestre deste ano e 22,5% ao correr de 2007). E o avanço imoderado da carestia segue em ritmo mais acentuado apesar da nacionalização das duas gigantes do setor de alimentos. O surto inflacionário ganhou ainda mais força depois que o régulo venezuelano recorreu à mais desmoralizada forma de combatê-lo: o congelamento de preços. O resultado colhido até agora é o desabastecimento de produtos essenciais.
Com a surpreendente desapropriação da Sidor, Chávez semeia mais um apreciável obstáculo ao ingresso da Venezuela no Mercosul. É incompatível com o Tratado de Assunção (1991) qualquer conduta dos parceiros impeditiva da interpenetração dos mercados. Como também é recusada como distante dos objetivos do bloco a encampação de bens dos países membros para atendimento de políticas contrárias ao empreendedorismo privado. A integração regional sob a forma de união aduaneira pressupõea concorrência de todos à formação de consenso e ao esforço comum em favor do desenvolvimento. A audácia do cônsul de Caracas afronta os princípios basilares do Mercosul.
Fonte: Correio Braziliense