Calendário de Ferias - Abril/08

Março 20, 2008

Data

Evento

UF

01/04/2008 a 06/04/2008 Feira do Bebê e Gestante MG
02/04/2008 a 06/04/2008 FEANIMAIS PR
02/04/2008 a 06/04/2008 Feira Nacional do Livro de Poços de Caldas MG
03/04/2008 a 13/04/2008 EXPOGRANDE MS
03/04/2008 a 13/04/2008 Exposição Agropecuária e Industrial de Londrina PR
05/04/2008 a 13/04/2008 LAR & DECORAÇÃO PR
08/04/2008 a 12/04/2008 FEICON BATIMAT SP
08/04/2008 a 12/04/2008 FEICON BATIMAT CERÂMICAS VERMELHAS SP
08/04/2008 a 11/04/2008 FIQ 2008 PR
08/04/2008 a 12/04/2008 EXPOLUX SP
08/04/2008 a 11/04/2008 FIMEC RS
08/04/2008 a 12/04/2008 FEICON BATIMAT COZINHAS E BANHEIROS SP
10/04/2008 a 13/04/2008 EXPO CIEE SP
11/04/2008 a 12/04/2008 FUTURA SP
14/04/2008 a 17/04/2008 EXPOVEST OUTONO / INVERNO 2008 PR
15/04/2008 a 18/04/2008 FEMADE PR
15/04/2008 a 17/04/2008 INTERMODAL SOUTH AMERICA 2008 SP
16/04/2008 a 19/04/2008 SPORT VIX ES
16/04/2008 a 18/04/2008 ABRIL FASHION SP
18/04/2008 a 27/04/2008 FINNAR DF
20/04/2008 a 22/04/2008 EXPOECOS MS
22/04/2008 a 25/04/2008 ABRIN 2008 SP
23/04/2008 a 25/04/2008 EXPOTRAN PR
23/04/2008 a 23/04/2008 BRAZIL PROMOTION Road Show Campinas SP
24/04/2008 a 27/04/2008 REATECH SP
25/04/2008 a 26/04/2008 AVIESTUR SP
28/04/2008 a 30/04/2008 BRASIL CACHAÇA SP
28/04/2008 a 30/04/2008 EPICURE SP
28/04/2008 a 30/04/2008 EXPOVINIS BRASIL SP
28/04/2008 a 03/05/2008 AGRISHOW 2008 SP
29/04/2008 a 30/04/2008 BIJÓIAS RIO RJ
30/04/2008 a 04/05/2008 Mostra de Pequenos Animais RS

Fonte: MDIC


EUA querem comércio mais vibrante com o Brasil

Março 20, 2008

Em 2007, a soma das exportações e importações atingiu cerca de US$ 44 bilhões.

     Estamos deixando dinheiro em cima da mesa. A afirmação é do secretário-assistente de Comércio dos Estados Unidos, David Bohigian, referindo-se ao comércio entre seu país e o Brasil. Para o funcionário do governo americano, as duas maiores potências do continente deveriam remover barreiras, para vender mais e tornar mais vibrante sua relação comercial, que já experimentou dias melhores.

      Em 2007, a soma das exportações e importações atingiu cerca de US$ 44 bilhões. Os EUA seguem como maior parceiro do Brasil, mas sua participação nas vendas externas caiu de 25% em 2001 para 15% em 2007. As exportações do Brasil para a maior potência do planeta cresceram só 2% no ano passado, abaixo dos 17% dos embarques totais. Já as importações vindas dos EUA avançaram quase 28% em 2007.

      Em visita de dois dias ao Brasil, Bohigian se reuniu com funcionários do governo e empresários. Questionado pelo Valor sobre a possibilidade de um acordo entre o Mercosul e os EUA, ele respondeu que a energia nesta viagem realmente estava na relação bilateral. E também afirmou que os EUA estão comprometidos com a Rodada Doha ambiciosa, mas que enquanto as negociações caminham em Genebra é preciso trabalhar em Washington e São Paulo.

      Para Bohigian, a qualidade do comércio é tão importante quanto a quantidade. Ele reforçou que Brasil e EUA comercializam produtos de alto valor agregado. Não estamos falando das commodities que são negociadas entre Brasil e Ásia, disse. Em um momento de crise, as exportações têm sido o motor da economia americana, impulsionadas pela desvalorização do dólar. De acordo com Bohigian, o saldo comercial representou 30% do crescimento do PIB americano em 2006 e 2007. Em janeiro deste ano, as exportações americanas subiram 13% em relação a igual mês de 2007.

      Na agenda do funcionário americano, estavam discussões sobre facilitação de comércio, empreendedorismo e venture capital. Para Bohigian, a quantidade de capital sob administração de firmas de venture capital é pequena no país. Dado o dinamismo da economia e a cultura empreendedora é possível desenvolver venture capital em diferentes regiões, afirmou.

      ohigian se reuniu com um pequeno grupo de investidores de venture capital, para criar uma força de trabalho capaz de sugerir regras para os governos de Brasil e EUA. Os investidores de venture capital apóiam empresas em seu estágio inicial, quando às vezes não passam de boas idéias. É uma aposta de alto risco e excelente retorno. Este tipo de aplicação quase não deslancha no Brasil por conta das altas taxas de juros, que garantem lucros altos com baixo risco.

      Outro tema importante na visita do funcionário americano ao país foi a discussão de acordos de investimento e de bitributação entre os dois países. Este é um pedido do fórum de CEOs de grandes empresas brasileiras e americanas que se reúne nos últimos dois anos. Bohigian disse que as discussões estão em estágio iniciais e se recusou a fazer previsões sobre sua conclusão, ressaltando que vai depender da vontade política dos dois países.

Fonte: Interjornal


Espanha mostra interesse em investir mais na Zona Franca de Manaus

Março 20, 2008

Um seminário para identificar nichos de mercado e oportunidades de negócios como forma de estimular os investimentos espanhóis na Zona Franca de Manaus será organizado ainda este ano em Manaus. É o que ficou acertado em reunião realizada entre a superintendente da Zona Franca de Manaus, Flávia Skrobot Grosso, e o embaixador da Espanha no Brasil, Ricardo Peidró, dia 18 de março, na sede da Suframa.

“A Espanha é o segundo país investidor no país e precisa ter uma participação mais significativa na Zona Franca de Manaus”, disse Peidró, ao anunciar a visita de um grupo de empresários espanhóis e do prefeito de Sevilha, que deverá ocorrer no próximo mês de maio ou junho.

A superintendente da Suframa aproveitou para divulgar a Feira Internacional da Amazônia, que ocorrerá de 11 a 13 de setembro. “Trata-se da maior vitrine de negócios da Amazônia e que será uma boa chance para os espanhóis verem de perto as oportunidades que a região oferece”, destacou.

O encontro contou com a presença do secretário estadual de Planejamento, Denis Minev, do cônsul honorário da Espanha em Manaus, Modesto Nóvoa, do presidente do Centro da Indústria do Amazonas, Maurício Loureiro, e diretores do diretor da Federação das Indústrias do Estado do Amazonas, Athaydes Felix.

Na quarta-feira, o embaixador visita alguns pontos turísticos de Manaus e tem agendadas audiências com o prefeito de Manaus, Serafim Corrêa, e com o governador do Amazonas, Eduardo Braga.


Miguel Jorge lidera missão comercial brasileira à Índia

Março 20, 2008

Aproximadamente 80 pessoas, entre representantes do governo e empresários, participarão da Missão Empresarial à Índia, que será liderada pelo ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, nos dias 25 e 26 de março. A missão está sendo coordenada pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) com o apoio da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e a parceria da Câmara de Comércio Brasil-Índia.

O objetivo da missão é ampliar o intercâmbio comercial entre os dois países, sobretudo nas áreas de máquinas e equipamentos; equipamentos médicos, hospitalares e odontológicos; móveis e artefatos de madeira; pisos e revestimentos; eletro-eletrônicos; software e componentes para couro e calçados. Os setores foram selecionados por Brasil e Índia, por serem considerados de interesse prioritário no comercio bilateral.

Na programação da missão constam: workshops para empresários brasileiros com os temas “Panorama do Mercado Indiano”, “Como Fazer Negócios na Índia” e “Apresentações Setoriais de Entidades Brasileiras”, além de reuniões privadas entre empresários brasileiros e indianos e palestras sobre “Oportunidades na Índia” e “Oportunidades no Brasil”. O ministro Miguel Jorge também realizará reunião bilateral com o ministro do Comércio e Indústria da Índia, Kamal Nath, e visitará a fábrica da empresa Marcopolo, na cidade de Lucknow.

Oportunidades

No cruzamento da pauta de exportações e importações Brasil-Índia, segundo levantamento da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do MDIC, as maiores possibilidades de ampliação das exportações brasileiras ao país estão nas áreas de produtos agrícolas e bens industrializados. Alguns dos principais produtos que podem contribuir para o aumento das vendas são: petroquímicos, celulares e outros aparelhos de telefonia, bens de informática, equipamentos para terraplanagem, minério de cobre, laminados planos, óleo de soja, carne bovina, laticínios, café, soja em grão e farelo, dentre outros.

Do lado indiano, os produtos com maior potencial no mercado brasileiro são: óleos combustíveis, jóias, medicamentos, arroz, autopeças, automóveis, motores de veículos e suas partes, pneumáticos, bens de informática, tecidos sintéticos, inseticidas e herbicidas, polímeros de etileno, fios de cobre, resinas plásticas, matérias corantes, torneiras e válvulas etc.

Intercâmbio

Em 2007, Brasil e Índia registraram uma corrente de comércio recorde de US$ 3,12 bilhões, aumento de 29,4% em relação a 2006, quando havia sido de US$ 2,41 bilhões. O saldo comercial em 2007 foi deficitário para o Brasil em US$ 1,21 bilhão e, em 2006, havia sido de US$ 535,1 milhões.

As exportações brasileiras para a Índia somaram US$ 957,9 milhões no ano passado, um aumento de 2% sobre 2006 (US$ 938,9 milhões). Em 2007, o país ocupou a 35ª posição entre os mercados que mais compraram produtos brasileiros, três colocações abaixo de 2006 (32ª). Os produtos industrializados responderam por 63,3% da pauta exportadora e os básicos por 36,7%.

As importações brasileiras da Índia, em 2007, totalizaram US$ 2,16 bilhões, valor 46,9% maior em relação a 2006 (US$ 1,47 bilhão). Comparando os mesmos períodos, a participação de produtos indianos na pauta importadora brasileira cresceu de 1,61% para 1,79%, números que colocaram o país na 14ª posição entre os maiores fornecedores ao Brasil em 2006 e 2007. A exportação indiana para o Brasil em 2007 ficou dividida da seguinte forma: bens industrializados (98,6%) e produtos básicos (1,4%).

Fonte: MDIC


Miguel Jorge: crise força Brasil a incentivar exportações

Março 20, 2008

RENATA VERÍSSIMO E ADRIANA FERNANDES - Agencia Estado var orig = BRASÍLIA - O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, afirmou hoje que a crise internacional força o governo brasileiro a trabalhar mais para incentivar as exportações, o que dá mais importância à elaboração da política industrial. Ele disse que, mesmo já tendo havido uma queda nas exportações brasileiras para os Estados Unidos no ano passado, o comércio exterior brasileiro poderá sentir, daqui para a frente, o impacto de uma maior recessão americana.

“Portanto, temos que nos preocupar muito em incentivar e fortalecer a capacidade de exportação das empresas brasileiras”, disse, ao chegar ao Ministério da Fazenda para discutir com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, e com o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, a política industrial que está sendo elaborada.

Miguel Jorge disse também que a crise não mudou o cenário com que o governo já vinha trabalhando. “Não estamos fazendo mais ou menos desonerações, estamos trabalhando com um mesmo conceito desde dezembro”, afirmou. Ele acrescentou que a política industrial não tem o objetivo de eliminar eventuais déficits na balança de pagamentos do País. “O Plano de Desenvolvimento Produtivo não tem este condão de trabalhar em cima de um fato como a balança de pagamentos. Ele terá efeito, mas não se planeja por causa da balança de pagamentos”, afirmou.

Fonte: O Estadao


Promoção Comercial: Empresários brasileiros rumam para Alemanha em busca de negócios

Março 20, 2008

No período de 12 a 19 de julho, 15 empresários brasileiros seguirão para a Alemanha, com o apoio do Projeto de Cooperação Econômica, criado pela Academia de Administração Munique Internacional Ltda. em parceria com a Representação do Estado da Baviera no Brasil. O objetivo da missão é fomentar as relações comerciais entre diferentes setores da indústria brasileira e bávara.

O intercâmbio é financiado pelo Ministério de Economia, Infra-estrutura, Transporte e Tecnologia do Estado da Baviera e os setores privilegiados são os que buscam novas tecnologias, em especial, autopeças, máquinas, aeronáutica, embalagens, telecomunicações, informática, mídia, biotecnologia e tecnologia medicinal e ambiental.

Para aumentar o aproveitamento do projeto, haverá um seminário informativo no dia 08 de maio, em São Paulo. Os interessados poderão entrar em contato pelo e-mail promocaocomercial@fiesp.org.br.

Fonte: Guia Marítimo